terça-feira, 4 de março de 2014

RELATO ERÓTICO 100% REAL - CARNAINNER 2014

CARNAVAL INNER 2014

RELATO ERÓTICO 100% REAL - Fotos meramente ilustrativas

No sábado (01/03/2014); resolvemos ir ao INNER CLUB, em São Paulo; para curtimos uma noite de Carnaval. O tema da noite era a Copa do Mundo “Pelada com os amigos”. Na minha juventude, não tive grandes oportunidades de curtir a folia de Momo. Uma porque vim de uma família evangélica; outra porque casei pela primeira vez quando tinha apenas 23 anos de idade. Mesmo assim, sempre tive vontade conhecer um autêntico baile de Carnaval e ver se a putaria era tudo isso o que diziam.

Quando fiz a reserva da nossa mesa (camarote privativo, com cortina); perguntei como era o CarnaInner e a atendente me disse que o pessoal, principalmente a mulherada, usava fantasias e que os homens podiam ir de bermudas.

Cogitamos diversas fantasias pra nós. Pirata; Senhor e senhora incrível; Mulher Maravilha, etc. Acabou que a Ninfogosa escolheu sua fantasia; ela usaria sua roupa de látex by Ropharara. Seria a própria “putinha casada”. Roupa sensual, provocante, bem adequada para a personagem que criamos e que povoa o imaginário de tantos fãs.





Como de costume; fizemos reserva no Hotel Bourbon Ibirapuera e no dia da festa, fomos pra capital. Chegamos no meio da tarde e, assim que subimos ao nosso apartamento, entrei na internet para ver se pintava algum convite legal pro nosso “esquenta”. Enquanto isso, minha esposa foi ao Shopping Ibirapuera (ao lado do hotel) passear e fazer hora.

No começo da noite ela voltou pro hotel; tomou banho, se maquiou, passou perfume e purpurina por todo o corpo. Nos arrumamos e antes de sairmos; ainda fizemos uma sessão de fotos dela usando umas roupinhas que a deixaram ainda mais gostosa. Quase que a comi ali no hotel mesmo.

Não dava pra uma mulher séria, casada, sair do hotel vestida como uma puta; por isso, minha esposa saiu do Bourbon usando apenas um vestido leve, de seda e levou a fantasia numa bolsa; para se trocar no banheiro do Inner. Saímos por volta das 21h30; pegamos o carro e passamos rapidamente pela IBM e pela Rua Curitiba; pra ver se o dogging estava pegando.



Na IBM tinha movimento, alguns carros parados e dois homens na calçada, fazendo ponto. Mas nada que nos entusiasmasse. Seguimos pro Inner. Parei na porta e estranhei; pois não vi ninguém fantasiado. Entreguei o carro ao manobrista, entramos, fomos pra nossa mesa e realmente; tirando um detalhe ou outro na decoração, não havia nada que lembrasse um Baile de Carnaval.

Pela expectativa que tínhamos, achávamos que seria uma noite de muito samba, pagode, serpentina, confetes, espuma, mulatas, passistas, baterias de escola de samba; pouca roupa, calor e muita pegação, no melhor estilo “Carnaval das Brasileirinhas”. Mas nada. Só os mesmo os garçons e as recepcionistas da casa é que usavam camisetas e uns poucos adereços que sugeriam o Carnaval; mas o público, nada; que decepção. No início da noite, a música era boa (pop rock anos 80 e 90), mas não tinha nada à ver com samba. Acho que faltou empenho para a direção da casa. Quem sabe dar desconto para os casais quem fossem fantasiados; ou então fazer um concurso de fantasias, com prêmios?

Outra coisa. Essa política de cobrar caro de homem sozinho, como se o preço servisse para selecionar o público, não está dando certo. Casais pagam R$ 130,00; mulheres sozinhas pagam R$ 65,00 e homens pagam nada menos que R$ 440,00. Isso acarreta o seguinte. Em nome da economia, a rapaziada apela por levar  prostitutas daquelas bem baratas ou, então, se socorre daquelas barangas do bairro (aquelas que normalmente sóbrio, com luz, ninguém se atreve a comer). O resultado é que a gente se depara com cada figura mais exótica que a outra. Nesse sábado especificamente, havia uma baixinha, coroa, de agasalho (calça e blusa) da Adidas (e não parecia que era uma fantasia de Carnaval). Constrangedor...




Poxa; se o foco da casa são os casais que curtem ménage; não há porque cobrar tão caro dos homens desacompanhados. Creio que se cobrassem R$ 200,00 dos rapazes, já estaria bem razoável.

Além disso, rimos muito com as sócias do Enri Christi; do Dr. Evil (Austin Powers) e do Genilval Larceda.




Diante de tudo isso, e até mesmo para não ficar deslocada e perdida no meio do pessoal; resolvemos que a Ninfogosa não usaria a sua fantasia. Uma pena...

Tirando o que estava ruim, o resto estava bom. Nos acomodamos, pedimos bebidas; conversamos, avaliamos o público e depois de uns 30 minutos, resolvemos dar a primeira volta pelas áreas privativas, onde rola a putaria. Entramos na ala dos casais. O labirinto foi reformado. Está bem escuro, apertado e cheio de lugarzinhos para se fazer coisas gostosas com outros casais. Só faltou aparecer um casal interessante e compatível. Fora o ambiente; não vimos nada que nos agradasse e decidimos então ir ao lado dos solteiros.

De mãos dadas; cruzamos o setor das mesas e entramos pelo primeiro corredor (pra quem vem da chapelaria) e seguimos em frente; passando pelas cabines de glory hole. Entramos no dark room (sala coletiva); alguns casais e singles rondavam pelos cantos escuros; mas nada que fosse interessante.

Sem querer ser chatos; mas concluímos rapidamente que nunca havíamos vimos um público tão feio no Inner. Sim, também tinha gente bonita; claro, mas das outras vezes a coisa estava bem melhor. Mesmo assim, resolvemos colocar nossos planos sórdidos em prática; afinal, quem está na chuva é pra se molhar.

Fomos ao cinema. Na tela, uma branquinha encarava dois negões. Minha safada viu a cena e disse: - Olha muzão; que delícia...



Subimos até o fundo da sala (após a última fileira de poltronas); onde existe uma pequena cortina e fica mais escuro. Nos acomodamos e a Ninfogosa ficou à minha frente. Peguei-a pela cintura e comecei a me aproveitar dela. Primeiro levantei seu vestido e comecei a encher as mãos naquela bunda gostosa. Uma mão explora o rabão dela e outra os peitos. Ela rebolava, forçava a bunda pra trás e se esfregava em mim; dizendo que eu era safado e que queria dar muito, pra outros, na minha frente. Começou a fazer um carinho gostoso no meu pau, por cima da calça.




Tudo ia bem até que notamos um casal vindo em nossa direção. Acontece que de cara notamos que não era o tipo de casal que nos agradasse. Paramos nossa brincadeira e rumamos pras cabines de glory hole; depois dos banheiros.

Afinal, estou com quase 40 e aprendi que não devemos desperdiçar uma ereção. Vimos uma cabine aberta e entramos. Fechamos a porta, regulamos a luz e abrimos as janelinhas na divisória; por onde os singles poderiam interagir com a Ninfogosa. Foi algo instantâneo. Mãos e pênis começaram a surgir pelos buracos na parede. Minha esposa adorou e deu a devida atenção a todos. Dessa vez não apenas levantei, como tirei seu vestido. Ela ficou só de calcinha e sandálias. Aproveitei quando ela se inclinou para mamar uma pica; ficando de quatro na minha frente; puxei sua calcinha para o lado e meti firme, segurando-a pela cintura e bombando em sua bucetinha encharcada. Não demorei e gozei. Aliás; dei uma baita gozada.

Me limpei e peguei o celular pra tirar umas fotos. 






Deu tempo de ver a minha esposa mamando uma rola através do glory hole; e ainda se virando, de costas para a parede e ficar rebolando nas mãos dos caras. Depois de alguns minutos; fechamos as janelinhas, acendemos a luz e nos vestimos.

Saímos do glory hole e fomos para nossa mesa. Pedimos mais bebidas e comentamos sobre a primeira brincadeira da noite. Após uns 20 minutos de descanso; fomos pro segundo round.

Dessa vez, fomos direto para a ala do ménage (solteiros). O setor do ônibus, elevador erótico, cabines, salas dos fetiches e sala dos véus já estava aberto. Passamos por tudo; procurando possíveis vítimas. Minha esposa sempre levava uma passadinha de mão básica.

Subimos no ônibus (Innerbus) e fomos em direção à frente. O ambiente estava bem escuro, o corredor travado com pessoas que olhavam e bolinavam um casal que transava a nossa esquerda. Nos acomodamos num banco e um casal ficou ao nosso lado (de novo, nada muito interessante). Ficamos esperando pra ver se alguém chegava junto, mas nada.

Fomos ao dark room e só tinha velhos; passamos pelo cinema e nada. Daí fomos na sala dos véus; onde rolava um gang bang; com direito à plateia. Nos posicionamos ao redor da cama redonda e ficamos apreciando duas mulheres que satisfaziam cinco homens. Diversos casais e singles estavam por ali. A Ninfogosa parecia querer se juntar àquelas safadas; mas não houve uma iniciativa nesse sentido.

Voltamos pro dark room, cruzamos a cortina e ficamos no lado direito, maior breu. No lado esquerdo havia alguma movimentação de singles azarando um casal. Ela colocou o pé sobre o pequeno sofá ao nosso lado, foi o suficiente para começarmos uns amassos (nós 2) e eu atochar as mãos na bunda da safada. Sabia que era questão de instantes até algum macho colar nela.

Eu estava certo; e um casal boa pinta chegou. Os dois começaram a sarrar minha esposa. Eram 8 mãos (4 pessoas) se pegando e se explorando. Minha esposa estava de costas para o casal, com a bunda totalmente exposta e recebia os carinhos deles por trás e os meus pela frente. Também comecei a pegar a gatinha do outro casal, mas quando fui levantar a saia dela, tomei um toco. A Ninfogosa pegou no pau do amigo e sussurou em meu ouvido: - Muzão, ferrou, é um pauzão, muito grosso; não sei se aguento...

Formou-se um pequeno impasse. Uma porque a gatinha do casal era fresca e não queria nada além de umas pegadinhas. Outra porque o cara era superdotado; na grossura e a minha esposa tá acostumada apenas com picas do tamanho da minha (15 cm e grossura propocional). De repente, o casal que estava conosco se afastou para o outro canto; sendo imediatamente cercado por outros rapazes, enquanto eu continuei pegando minha esposa. Bastou mais um instante e vi que minha mulher foi em direção à um rapaz que estava encostado nas treliças da divisória. 




Só vi que o rapaz era forte e boa pinta (depois me liguei que era o mesmo do casal que a estava pegando antes).

Minha esposa chegou junto nele e o rapaz não perdeu tempo e se aproveitava como podia (sinal de que tinha gostado dela anteriormente). A companheira dele também se juntou a nós. Minha esposa levantou o vestido, expos a bunda e se virou de costas para o amigo, se inclinando pra frente; ocasião em que me disse: - Vou tentar...




Ainda vi o rapaz colocando a camisinha e pensei: Lá foi a bucetinha da minha esposa. Ela se inclinou pra frente, se apoiando em meus braços (corno serve pra isso) e levou a primeira estocada do amigo. No fim da noite ela me disse que quando a cabecinha da pica entrou; ela quase deu um grito. Enquanto olhava minha esposa levando rola, notei que uma mãozinha macia começou a me punhetar. Por conta da escuridão e do vuco-vuco, primeiro pensei que era a mão da Ninfogosa Só depois descobri que era a gatinha do outro casal. O rapaz bimbou um pouco e quando parecia que ia conseguir concluir; tomou um toco, respeitoso, da minha esposa; que disse: - Lamento, mas não dá.

Ela se arrumou rapidamente e saímos dali. Fomos pra nossa mesa. Mais bebidas, mais bate-papo. A Ninfogosa me disse que a pica do rapaz parecia uma lata de refrigerante, de tão grossa que era.

Descansamos por mais alguns minutos e resolvemos partir pro terceiro round. Primeiro fomos ver o show de stripers na pista de dança. Achamos curioso que na mesa atrás de nós, haviam dois senhores (na faixa dos 60 anos) conversando. Daqui a pouco chegam duas meninas novas, bem lindas, e uma delas fala pra outra: - Olha só, esse aqui que é o meu pai.

Passamos pela área dos casais; mas, novamente, nada muito interessante. Na área dos solteiros, como sempre; o bicho estava pegando, literalmente. Passamos pelo dark room e uns três casais estavam rodeados por singles. Como estava muito cheio, fomos para o cinema. Lá havia alguma agitação também. Dois casais transavam numa fileira de poltronas e em volta, diversas pessoas olhavam a cena e tentavam tirar uma casquinha. Subimos pela lateral direita e encontramos a coroa que estava “fantasiada” com o agasalho da Adidas. Acreditem: a pobre senhora dormia sentada; enquanto que, à menos de 2 metros dela, o pessoal transava alucinadamente.

Paramos quase no final do cinema; perto da cortininha. Ao nosso lado havia um rapaz. Até que era razoável. Comecei a levantar o vestido da Ninfogosa e passar a mão em sua bunda. Vi que ela gostou; mas acho que o colega não entendeu que aquilo era uma oferta pra ele; para que pudesse começar um esfrega gostosa; e saiu andando. Nesse momento, encontramos a segunda pessoa "fantasiada" de toda a festa: era um coroa com cap de comandante naval.

Logo percebemos que ali não iria rolar nada e saímos em direção ao Innerbus, que estava lotado. Passamos alguns apertos; com o corredor superlotado e como não achamos espaço pra ficar; acabamos descendo pela porta da frente, onde um abusado cravou a mão na bunda da minha mulher (não posso culpá-lo).

Entramos numa cabine na frente do ônibus. Fechamos a porta e logo um par de mãos e um pinto brotaram pelos buracos da divisória. Nessa cabine não há portinha para fechar o glory hole; portanto, as pessoas na outra cabine não têm grandes dificuldades para alcançarem seus objetivos. Minha esposa batia punheta pro amigo oculto; enquanto eu a pegava por trás. Quando vi aquela bundona; semi nua, rebolando na minha frente; enquanto se divertia com outro macho, comecei a bater uma punheta também.


De repente ela se virou de frente pra mim e colou a bunda na parede. O rapaz enfiou as mãos pelos buracos de glory hole, pegou-a pela cintura e cravou a pica (com camisinha) na bucetinha dela. Ela me chupava e levava rola por trás. Essa putaria durou alguns minutos, até o amigo gozar. Recompusemo-nos e saímos da salinha.

Chegamos na sala dos fetiches; onde dois casais transavam e as mulheres ainda brincavam com um go-go boy do Inner (vestia botas, sunga e máscara do Batman). Ponto positivo pro Inner; a ideia de liberar um go-go boy sarado pra brincar e agitar com a mulherada é interessante. Minha esposa ainda cogitou ir lá brincar com o herói mascarado; mas ficou só nisso. Passamos pelo corredor das cabines e chegamos na sala dos véus; onde rolava outro gang bang. Mais uma vez, paramos ao lado da cama redonda e ficamos observando.

Uma mulher, num frango assado, levava rola de um macho; enquanto outro enfiava a pica em sua boca. A plateia assistia e incentivava. Notei que havia um rapaz alto, do nosso lado esquerdo. Ele estava de olho na minha mulher. Não demorou e ele passou por nós e ficou ao lado dela. Desencostamos da cama e colamos na parede; comecei a dar uns amassos com minha esposa; expondo o rabão dela para o amigo. 

O vestidinho leve facilitava as coisas. Não demorou e o safado foi se chegando por trás dela. Os gemidos e sussuros da Ninfogosa ficaram diferentes. Eu sabia que estava sendo corno de novo.



Mais um outro casal passou e veio se juntar à nós. O marido começou a bolinar minha esposa; enquanto a mulher dele batia uma punhetinha pra mim. A Ninfogosa se inclinou em minha direção (o corninho serve pra dar apoio pra mulher) e disse no meu ouvido: - Me ferrei, outra picona, mas vou tentar...


De pé; O amigo vestiu uma camisinha e começou a comer minha mulher; enquanto eu a beijava e o outro amigo apalpava seus peitos. 




Dessa vez minha esposa aguentou o tranco e deu gostoso para esse rapaz. A farra durou alguns minutos; até que o amigo gozou. No final, teve direito à beijinho no rosto de despedida. Nisso, chegou o sósia do Genival Lacerda; que andava pela casa com um chapéu Panamá na mão; pedindo “uma moedinha”. Quando ele esbarrou no amigo que havia acabado de foder a Ninfogosa; viu a picona ainda ereta e falou coisas tão impertinentes quanto engraçadas; do tipo “ai meu Deus socorro; vira essa jeba pra lá; isso não é um homem; é um jegue...”.

Saímos dali e fomos pra nossa mesa; recuperar o fôlego. Pedimos mais algumas bebidas, conversamos sobre a noite e resolvemos fazer a saideira; ou seja, o quarto e último round.

Chegamos na sala dos véus e ficamos um tempinho admirando os dois casais que transavam e que eram assistidos por outras pessoas; além de nós. A situação era excitante e voltei a sofrer daquele problema dos homens tarados: uma ereção. A Ninfogosa percebeu e me chamou pra cadeia erótica. 




A safada queria ver como funcionava a cadeira erótica e começou fazendo um boquete no marido. Depois de algum tempo, ficou de quatro na cadeira e eu não tive alternativa, senão comê-la. Nisso chegaram dois casais que ficaram passando a mão nela (os rapazes e as moças) e em mim (as moças). A brincadeira durou alguns minutos, mas a posição da minha esposa era desconfortável; daí, eu e ela, fomos para uma cabine e terminamos nossa foda.

No balanço geral; o fato é que fechamos a noite; um pouco frustrados pelo Carnaval do Inner; mas satisfeitos com as brincadeiras que tivemos. Pra nós não tem tempo ruim.


Antes de irmos pro hotel, ainda passamos no Chico Hamburgueria; onde o rapaz da mesa ao lado veio brincar comigo, por conta do meu rosto cheio de purpurina. Mal sabe ele como foi que isso aconteceu.

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

RELATO ERÓTICO 100% REAL - MENAGE NO HOTEL

MENAGE NO HOTEL


Na sexta-feira (27/12/2013) resolvemos aproveitar uma oportunidade para realizamos mais uma fantasia da nossa vida liberal. Tínhamos uma reunião familiar (encontro anual da família da minha esposa) em Ribeirão Preto (interior de São Paulo). Era véspera da luta do Anderson Silva (MMA).

A festa era das mais tradicionais, com direito à missa, foto oficial, churrasco, bailão, reencontro com as primas de Goiânia e muito mais. Como o principal (missa pela manhã e bailão a noite) era apenas no sábado e no domingo (churrascão), poderíamos aproveitar a noite de sexta-feira e fazer a última farra do ano.

Postei um anúncio no Sexlog, dando a dica de que iríamos para Ribeirão e que gostaríamos de receber convites para sairmos e curtir a noite. Ribeirão é famosa pelos diversos bares, choperias e casas noturnas.

Fiz reserva num flat-hotel e quando olhei nosso perfil no Sexlog e nosso e-mail; vi que havia diversas mensagens de casais e singles interessados em nos conhecer. Dentre todas, a que mais chamou nossa atenção foi a mensagem do amigo CONTATOS; que por uma dessas coincidências da vida, simplesmente morava no mesmo flat onde ficaríamos hospedados.



Convenhamos que estar no mesmo hotel que um candidato a comedor, é algo que facilita muito as coisas para o casal. Diversas são as possibilidades de que o encontro seja dos mais excitantes. Além do fator comodidade; o perfil do Contatos também era bem interessante. Ele se revelou experiente (já traçou um monte de casadas gostosas do Sexlog); não é nenhum galã, mas era maduro, não era afoito, sabia conversar (via Skype e via fone).  

Falei do novo amigo para minha esposa e num primeiro momento ela não ficou muito interessada. Mas com o passar dos dias a coisa mudou completamente.

Dois dias antes de viajarmos, durante o café da manhã, minha esposa me disse:
- Muzão, tive um sonho com nosso amigo do hotel de Ribeirão Preto.

Tomei um susto, mas perguntei como tinha sido o tal sonho, e ela continuou contando:
- Estávamos no hotel e eu me arrumei e fui até o apartamento dele. Toquei a campainha, ele abriu a porta e eu entrei. Ele perguntou cadê seu marido? E eu respondi que você estava "estacionando o carro" e disse para que eu subisse na frente, para poder “conhecê-lo”.



A essa altura eu já estava de pau duro, mas minha esposa continuou:
- No começo achei ele um pouco diferente do que vi nas fotos; mas quando ele tirou a roupa; percebi que era mesmo o rapaz do Sexlog...

Rimos juntos do sonho, que foi curto, mas serviu para instigar ainda mais e deixou no ar a expectativa de que o encontro seria extremamente excitante e prazeroso.  

Até que chegou a tão esperada sexta-feira; pegamos a estrada e fomos pra Ribeirão. No começo da tarde chegamos ao hotel. O ambiente era bem bacana, o hotel bem grande e o melhor de tudo: estava quase vazio, com poucos hóspedes (por conta das festas de final de ano). Ou seja, era ideal para as coisas acontecerem. 



Nos instalamos em nosso apartamento e como o dia ainda estava bem quente; em pouco tempo já estávamos na piscina. Mas foi só entrar na água que o tempo mudou e o céu ficou escuro; com nuvens e uma forte ventania. Mesmo assim, ficamos ali.

Imaginei que nosso amigo também apareceria, mas não. Ficamos apenas eu e a Ninfogosa na piscina e aproveitamos para conversar um pouco sobre a aventura que estava prestes a rolar (ao menos, tudo indicava que rolaria). Ela me disse que, pelo que tinha visto no Sexlog, o encontro rolaria sim. Mesmo assim, lhe disse que ficasse a vontade, e que caso não curtisse o amigo, poderíamos sair só nós dois, irmos pra algum barzinho e até mesmo na casa de swing local (Ribersex).

Também conversamos sobre nosso estilo de vida cuckold/hotwife (marido corninho/esposa putinha) e falamos sobre ciúmes, sobre tesão e outras cositas mas.



A conclusão da conversa é que a vida liberal nos deixou mais unidos e nos permitiu aproveitar a vida fazendo o que curtimos e não o que a sociedade acha que é certo. Nos tornamos cúmplices e passamos a compartilhar nossos segredos e fantasias. O amor só aumentou e o tesão anda perto das estrelas.

Depois de um tempo de namoro entre marido e mulher; saímos da piscina e voltamos pro nosso quarto, para descansar.

Por volta das 19 horas, entrei na internet e vi que o amigo Contatos estava on line. Ele logo puxou papo e nos convidou para bebermos algo no terraço, ao lado do restaurante do hotel, onde existem algumas mesinhas com cadeiras e poderíamos nos apresentar pessoalmente e conversar pra ver se rolava afinidade.

Minha esposa topou o encontro, mas disse que precisa tomar banho e se arrumar. Sabe como é mulher... Marcamos para dali uma hora. 

Ela se produziu toda. Estava uma verdadeira e deliciosa madame puta casada. Colocou uma blusa leve e uma saia branca, com estampas, superjusta em seu bumbum, e que modelava sua cintura fina. Ela também estava com a bunda ainda mais empinada que o normal, graças às sandálias de salto alto. Uma verdadeira e irresistível tentação.


Antes de descermos, combinamos como rolaria o encontro e qual seria o código a ser usado em caso de uma eventual abortagem.

Lá fomos nós. Descemos o elevador, chegamos no térreo, cruzamos o restaurante e chegamos ao bar (foyer); que fica no lado externo do prédio, com vista para uma avenida. Todas as mesas estavam vazias; exceto a do nosso amigo “Contatos”. Após as apresentações, nos sentamos e o garçom anotou os pedidos. Trouxe um Red Bull com gelo pra Ninfogosa e uma Heineken pra mim. O amigo bebia whisky com gelo e Red Bull.

O fato do bar estar vazio, nos dava liberdade para o flerte. Conversamos sobre vários assuntos; até que entramos no tema “sexo”. Era a deixa para ver se iria rolar ou não um gostoso ménage masculino. As vezes, minha esposa mordia os lábios discretamente e sorria. Ou seja; estava excitada com a brincadeira.

O amigo percebeu que a conversa poderia tomar um rumo mais quente e começou a contar causos de suas aventuras no mundo swinguer; deu dicas de casas, de festas; fez comentários elogiosos sobre outros casais que conheceu e que recebeu em seu apartamento no flat. Comentou que em seu apartamento (no flat) tinha uma garrafa de Abisinto; como que sugerindo que fossemos lá experimentar.

Depois de alguns minutos, ele pediu licença para nós e foi atrás do garçon; para pedir mais uma rodada de bebidas. Aproveitei a ausência do amigo e perguntei pra minha esposa se ela tinha gostado dele; se queria abortar a ideia do ménage, ou se queria seguir em frente. Ela disse que sim para ambas as perguntas; mas que não sabia se o “Contatos” também estava querendo.


Eu também fiquei na dúvida; pois não havia notado nele nenhuma abordagem mais direta. Então disse pra minha esposa que assim que ele voltasse, eu os deixaria a sós para ver se o amigo se soltava e tomava a iniciativa de propor algo. 

O amigo voltou a nossa mesa e na sequência o garçon trouxe mais bebidas. Esperei um pouco, dei um gole na cerveja e, conforme combinado com minha esposa, pedi licença para ir ao banheiro. 

Algumas vezes me impressiono comigo mesmo. Tem que ser muito corno para deixar a esposa sozinha com outro cara, sabendo que o filho da mãe está louco para comê-la. Mas era para isso que estávamos ali; além do mais, ela queria e eu também.

Fui ao banheiro fazer meu pipizinho e fiquei imaginando o que estaria acontecendo e sendo dito naquela mesa. Nessa hora, a cabeça do marido corno pira e vai a 1000. É uma delícia, o maior tesão. Você fica imaginando o que eles estarão falando; se por baixo da mesa estão se pegando; se saíram para algum cantinho escondido.




Demorei mais que o normal no banheiro e quando voltei os dois conversavam normalmente. Me juntei a dupla e continuamos bebendo e conversando, até que, em determinado momento, o amigo finalmente tomou a iniciativa e perguntou se nós não gostaríamos de subir ao apartamento dele, para beber algo lá; comer um queijo e ficarmos mais à vontade.

Olhei para minha esposa e disse:
- Você que sabe...

Ela, respondeu rindo, toda safadinha:
- Ce que sabe é nome de motel...rs

Era o que queríamos e aceitamos o convite, com a ressalva de que, antes, passaríamos (só eu e ela) em nosso apartamento e que, em 10 minutos iríamos ao apartamento do amigo. Assinamos as comandas para pagamento das bebidas e subimos; os 3 juntos no elevador. O clima era de tesão e silêncio.

O elevador parou no 5º andar, o amigo desceu e refizemos a promessa de que, em 10 minutos iríamos ao seu encontro. Ele disse que estaria a nossa espera. Subi com a Ninfogosa até o 20º andar; e corremos para a nossa suíte. 



Assim que entramos; ela se sentou no sofá, pra fazer hora. Enquanto isso, peguei a máquina fotográfica e comecei a clicar minha esposa. Primeiro no sofá; toda dengosa e vestida de forma ainda decente, porém sensual. Uma verdadeira casada puta; cada vez mais assumida, que sabia que em poucos minutos seu marido a levaria para ser comida por outro macho. Depois tiramos fotos na sacada, ela só de lingerie. Não resisti em vê-la tão gostosa e puxei-a para mim e me atraquei com ela no sofá.


A coisa esquentou e enquanto eu mamava em suas tetas, a puta, pra provocar ainda mais o marido, me chamou de corninho manso e que iria dar muito pro amigo, na minha frente. Aquilo era demais, disse para ela que era melhor pararmos senão iríamos gozar em questão de segundos...


Ela trocou de roupa e pôs um microvestido por cima da lingerie; trocou de sandálias e lá fomos nos, ela pra ser puta e eu pra ser corno mais uma vez. Pegamos o elevador e descemos ao 5º andar. Tocamos a campainha e o amigo abriu a porta do seu matadouro.


Quando nos viu, deu um baita sorriso; típico de quem sabia que iria se dar bem. Olhou minha esposa de cima para baixo, avaliando o mulherão que iria comer...

Entramos e ela sentou-se no sofá da sala de estar, enquanto eu puxei uma cadeira. A estratégia era a de justamente deixar o sofá livre para o comedor sentar ao lado dela e poder começar o abate.

O “Contatos” estava todo simpático e nos ofereceu mais bebidas (parecia que estava querendo deixar o marido bêbado e esposa ainda mais facinha...rs). Continuei na cerveja, enquanto minha esposa experimentou uma Amarula. Sentou-se ao lado da minha esposa e começamos novamente a conversar. Só que agora a conversa era mais safada, afinal, se estávamos ali, era porque queríamos foder. Ainda mais que a Ninfogosa havia trocado de roupa e agora já não se parecia com aquela senhora casada, gostosa, mas de respeito que havia descido ao bar do hotel. Agora ela parecia uma verdadeira putinha.

Aos poucos o amigo foi chegando perto da minha esposa e começou a elogiá-la, chamando-a de “Morena Gostosa” e passando as mãos em suas coxas. O comedor tentou adivinhar a cor da calcinha dela. Era apenas mais uma brincadeira naquele jogo de sedução. Eu, como bom corno, sentado em frente aos amantes só assistia as investidas dele e sorria; reconhecendo que realmente era um homem de sorte por ser casado com uma mulher tão gostosa e tarada.

O safadão perguntou se ela identificava qual o perfume que estava usando. Ela chegou perto do pescoço dele; tentou, mas não reconheceu. Ai ele disse que era “Avanço”; pois assim, “elas avançam” (a mesma piada que eu faço sempre...rs). O clima era de tesão total. Minha mulher me olhava com aquela carinha de safadona; tipo: "e ai corninho, vai deixar ele me comer na sua frente?". 

Agora as mãos do amigo já estavam sobre o corpo da minha esposa, e alisavam suas coxas. A puta estava toda facinha; mas ainda não estavam totalmente à vontade, talvez pelo fato de que eu estava ali tão perto.

Percebendo o impasse, com minha sensibilidade de marido corno, me levantei e disse que iria ao banheiro, virando as costas para o casal e deixando-os à vontade. Foi só dar as costas e entrar no banheiro, que já percebi que os dois se pegaram. Novamente, dias depois, teclando com o comedor, ele me disse que foi só eu sair da sala e ele colocou o pau pra fora da calça e já ganhou uma mamada da puta; que ela chupava a pica e as bolas (isso explica porque numa das primeiras fotos que tirei na sacada, a cabeça da pica dele estava vermelha, manchada de baton) e que ele esfregava a rola e batia com o membro duro na carinha dela. 

Segundo o "Contatos"; durante a sessão de sexo oral no sofá, ele teria dito que ela era a "a puta casada dele" e ela respondeu que "adorava meter chifre no corno com outro macho."


Fiz meu pipi, lavei as mãos, demorei um pouquinho mais do que o normal. Sai do banheiro e eles não estavam mais no sofá. Tinham ido pra sacada do apartamento. Ela apoiada no gradil e o safado a encoxando por trás, roçando o pau em sua bunda. 




Me juntei à eles. Peguei minha esposa e a beijei, enquanto o amigo cuidava da sua retaguarda. Começamos a putaria na sacada; tudo escuro e sob as luzes da cidade lá fora. A Ninfogosa se entregou ao prazer e dava conta de seus dois machos; totalmente entregue. Tiramos seu vestido e a deixamos só de lingerie. Ela se abaixou pra chupar meu pau e depois se virou pra chupar o amante também. O "Contatos" não parava de elogiar bunda da Ninfogosa. Voltei pra sala e peguei a máquina fotográfica. 

Deixei minha esposa curtindo seu amante e passei a registrar os amassos e as chupadas. Era um flash atrás do outro.

Depois de um tempo, eles vieram para a sala e se acomodaram no sofá. O “Contatos” era bem experiente com casais em seu apartamento e fez questão de conduzir a foda, dizendo para Ninfogosa qual o melhor posição para ser fotografada. Realmente, alguns ângulos valorizam ainda mais o corpo da mulher.


Apesar de dar mais atenção ao amigo, minha esposa também veio dar uma chupadas no pau do marido. Eu e o “Contatos” soltamos o verbo para elogiar a nossa putinha com palavras bem safadas. E ela concordava com tudo, gemendo, sempre com um pau na boca. Ora o meu, ora o do amigo.

Fomos pra cama, onde nos revezamos em comê-la. Como havíamos bebido um pouco demais (eu e o amigo); demoramos pra gozar e ela teve que se virar pra derrubar as duas picas. Enquanto um metia, o outro tirava fotos e dava a pica pra minha esposa chupar. Teve um momento em que o amigo bombava forte na Ninfogosa, e dizia coisas do tipo:
- Putinha casada, quanto mais safada, mais a gente gosta.

Sou obrigado a concordar com o amigo. Minha esposa também, ao menos era o que dava pra entender quando ela gemia de boquinha cheia:
- Uhmm hummm...

Voltamos pro sofá e no final da foda, o amigo acabou levando-a para a sacada e metendo nela por trás.


Depois que ele gozou (camisinha sempre); demos uma pausa e ela foi tomar uma ducha. Ficamos no sofá da sala, enquanto o amigo preparava uma porção de queijo com azeite e me servia mais cerveja. Tomei algumas saideiras.

A Ninfogosa saiu do banho e sentou-se conosco. Estava saciada. Conversamos durante um tempo celebrando a nova amizade e combinando possíveis encontros em flats de São Paulo, quando formos ao Inner.


Nos despedimos do amigo e voltamos pro nosso apartamento; pois no dia seguinte tínhamos missa familiar logo cedo. 

Valeu muito a pena. Fechamos 2013 com mais uma gostosa fantasia realizada.

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

SONHOS ERÓTICOS

Nas últimas duas noites; minha esposa me contou que teve sonhos com outros homens.

O primeiro sonho foi com um negro, nosso amigo; que é sarado e com o qual estamos começando um flerte via Facebook. Já jogamos verde pro amigo e estamos esperando pra ver se ele morde a isca. Dissemos que uma amiga casada está de olho nele...


No sonho, minha esposa disse que se ofereceu pra ele; mas que ele fugiu, dizendo que não podia, pois é meu amigo (além do que, sou superior hierárquico dele); mas que ela disse que não se preocupasse, pois o marido sabia e apoiava.

O segundo sonho foi com um amigo do Sexlog; que por uma dessas coincidências da vida estará hospedado no mesmo hotel que a gente, no próximo final de semana; em Ribeirão Preto.


Minha esposa disse que tinha sonhado que foi ao apartamento do amigo; e que quando ele abriu a porta e perguntou pelo marido; ela disse que eu estava estacionando o carro e que ela foi na frente para fazer um reconhecimento...

Pelo que estou vendo; os dois sonhos têm tudo para se tornarem realidade.

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

RELATO ERÓTICO 100% REAL - GANGBANG NO PARQUE

GANG BANG NO PARQUE
relato erótico 100% real

fotos meramente ilustrativas

Não sei se ela já era ou se ela se tornou. O fato é que sou casado com uma verdadeira puta; e o melhor é que adoro isso. A prova definitiva disso eu tive no último sábado passado (dia 07/12) quando fomos numa festa de aniversário no Morumbi, em São Paulo. Como somos do litoral; acabamos reservando um apartamento num hotel para fazermos um pernoite e, assim, aproveitarmos melhor aquela noite.

O evento foi muito agradável, mas como começou cedo, por volta das 23 horas achamos que já era a hora de ir embora e resolvemos sair da festa. Saímos sem nada planejado (em termos de sexo e putaria); para darmos uma volta pela cidade; pra ver como estava a decoração de Natal.


Acabamos indo parar na Avenida Paulista e depois caímos na 23 de Maio; já quase voltando para nosso hotel (próximo ao aeroporto de Congonhas). 

Quando estávamos no caminho; sem maiores expectativas, comentei de leve com minha esposa:
- Aqui é perto da Rua Curitiba; no Ibirapuera, onde rola o dogging.

Para minha surpresa; ela respondeu:
- Passa lá então para gente ver o que está rolando.

Fiquei animado; pois percebi que ela estava querendo algo. Olhei o pezinho dela e vi que ela estava usando sua tornozeleira. Ou seja, era o sinal da putinha casada; querendo mostrar para outros machos que ela está disponível para uma transa rápida e gostosa.


Chegamos na Rua Curitiba e demos uma primeira passada, só para avaliar. Vimos que havia 2 caras (singles) parados; com as mãos nos bolsos; esperando algum casal. Um era mais novo, moreno claro e outro já era coroa, cabelos grisalhos e jaqueta de couro. Seguimos em frente; peguei o caminho pra Rua Tutóia, onde fica outro point dogging: a lateral do prédio da IBM.

Perguntei o que ela tinha achado e, a princípio minha esposa não se empolgou muito. Na IBM, não vimos nada que sugerisse o dogging; fizemos o retorno e voltamos para a Rua Curitiba. 


Já temos experiência em dogging, na Baixada Santista (Ilha Porchat). Mas em São Paulo, pelo que já tínhamos lido; sabíamos que a coisa era diferente (tá mais pra hot dog...rs); afinal, no litoral o pessoal quase não desce dos carros; os casais ficam nos carros e os singles estacionam ao lado; esperando algum convite. Já em São Paulo o pessoal não perde muito nos veículos e as fodas rolam na calçada, no meio dos jardins das praças.

No caminho perguntei se ela queria que eu parasse o carro; ela disse que sim e tão logo chegamos; fez questão de indicar onde eu deveria parar o carro: no meio de onde estavam os 2 rapazes.

Estacionei; apaguei as luzes, mas não desliguei o carro. Os singles ficaram olhando e imaginando que iriam se dar bem. Como toda putinha, minha esposa adora machos com carrões. Ela me disse:
- Olha Muzão; o coroa está encostado num Mercedez. Será que é dele?



Minha esposa se virou no banco do carro e começou a observar a movimentação dos machos. Estava toda acesa, querendo rola (ou rolas). Veio me beijar e eu já tirei o pau pra fora da calça. Ela de quatro, com a bunda virada para a janela do lado do passageiro e caiu de boca mamando o marido e pedindo que eu lhe narrasse o que ocorria fora do carro.

Começamos nossos amassos. Ela tirou os peitos de dentro do vestido e colocou na minha boca. Adoro mamar minha esposa; ao mesmo tempo em que batia minha punhetinha. Enquanto o marido corninho mamava as tetas da esposa putinha, ela olhava a rapaziada que nos observava de longe e me contava sobre o que ocorria lá fora. Depois ela alternava e me chupava; enfiei a mão em sua bucetinha (a safada já estava sem calcinha) e percebi o quanto ela estava excitada e molhadinha.

Disse pra Ninfogosa que o coroa estava se assanhando e chegando cada vez mais mais perto. O safado parou a menos de dois metros do nosso carro. A putona seguia na mamada; sinal de que estava interessada em ir adiante no jogo de sedução.

O coroa então grudou em nosso carro e eu disse pra minha esposa que ele já estava na janela; à centímetros da bundona dela. O amigo começou a elogiar o rabão da minha mulher e pediu para gente abrir o vidro do carro. Minha esposa estava muito excitada e continuava mamando em mim. Perguntei:
- Quer que eu abra um pouco o vidro pra ele poder enfiar a mão?

A putinha respondeu:
- Ahmm Hamm...

E continuamos:
Eu: - Safada, gosta de ser putinha na rua; né?
Ela: - Gosto; eu sei que você gosta de me ver assim também...

Gosto mesmo. Sabe tudo essa minha esposa. Abri o vidro e o coroa já começou a passar a mão na bunda dela; e a Ninfogosa. E a safada mamando em mim e se contorcendo, rebolando na mão do outro; que não cansava de elogiá-la.

A putaria rolava solta e eu vigiava a redondeza e vi que o moreno (rapaz mais novo) também se aproximou do nosso carro; mas manteve uma certa distância, esperando uma vaga ou um convite. Enquanto isso o coroa zoava o rabão da minha mulher, atochando a mão na puta; e pedia desesperadamente para que ela abrisse a porta do carro e o deixasse comê-la.



Minha mulher olhou pra mim, mordeu os lábios e perguntou:
- O que é que a gente faz?

Eu respondi:
- Você quem sabe...

Ela estava receosa de abrir a porta do carro e também não quis ir para o banco de trás com o coroa. O máximo que ela fez foi apoiar sua bunda na porta do carro; deixando-a toda de fora para o deleite do amigo. Porém, como nosso carro é alto; o coroa não conseguia comê-la; mas começou a enfiar os dedos nos buraquinhos dela.

Enquanto ela rebolava sua bela bunda na cara do amigo; minha esposa alternava entre me chupar, me beijar, e olhar a movimentação do lado de fora. O amigo insistia que queria comê-la e ela me olhou e disse:
- E agora, que que você quer fazer? 

Conheço minha puta. Na verdade ela queria o consentimento e autorização do marido para ir em frente na safadeza com o outro macho. Eu respondi:
- Você quem sabe; quer dar pra ele? Quer ir lá fora?

Ela pensou por meio segundo e disse:
- Mas você vai comigo e toma conta?

Eu disse que sim, claro, que cuidaria de tudo. Então abrimos a porta e saímos do carro. O coroa entendeu o que ela queria e nos acompanhou pela calçada; indicando um local mais escuro; no meio das árvores; perto da cerca do quartel do Exército. (Na foto abaixo, marquei o ponto exato).



Era uma sensação estranha, mas ao mesmo tempo excitante; marido e mulher, de mãos dadas, junto com outro homem; indo para o meio do mato, de madrugada, perto de avenidas movimentadas (23 de Maio); pra transar com um desconhecido. O rapaz mais novo acompanhou nossa caminhada à distância.

O coroa indicou o melhor local para o abate. E lá fomos nós, o touro, a vaca e o comedor...
(Na foto abaixo, bem ao centro, está o local exato).



Chegamos e me encostei numa árvore, coloquei o pau pra fora e minha esposa se inclinou para mamar. O coroa colocou o pau perto da boquinha dela, mas a Ninfogosa não quis mamá-lo. Ai ele vestiu uma camisinha, foi pra trás dela, levantou o vestido e meteu na bucetona da safada. O cara meteu com força, durante uns três minutos, até gozar.


Quando olhei pro lado, junto do outro rapaz; já tinha mais uns três outros caras. Eles batiam punheta e esperavam serem chamados para enrabarem minha mulher. Primeiro minha esposa se assustou; mas ai ela me olhou e perguntou:
- E agora?

Eu respondi:
- Você quer mais algum?

Ela disse:
- Pode ser... mas só um de cada vez.

Pronto, minha esposa queria um Gangbang. Virei corno de vez. O segundo comedor chegou. Era um baixinho; bateu punheta, tentou fazer o pinto ficar ereto, mas não conseguiu. Então saiu o número três e já chegou o número três. Era um verdadeiro revezamento de picas.

Enquanto minha esposa levava rola; ela gemia, me encarava e me falava coisas do tipo:
- Ai Muzão... que delícia, um monte de macho querendo me comer...




Era um negão (o terceiro negão que comeu minha esposa em 2013). O amigo era bem dotado; colocou uma camisinha e meteu firme na minha esposa. Segurou a safada pela cintura e bombou até gozar. 


Ela se inclinava pra frente; empinava a bundona e servia os machos. O marido (eu) estava ali apenas para apoiá-la em meus braços e organizar a suruba.

Quando o negão gozou; veio o número quatro e depois o número cinco até que olhamos para o lado e tinham mais 3 na fila. Enquanto um metia; os outros chegaram e começaram a boliná-la de tudo que era jeito. Um pegava nas tetas, outros batiam punheta bem perto. O número cinco gozou e ai vieram dois comedores e cairam de boca na bucetinha dela.




Perguntei se alguém ali tinha sexlog; e recebi a resposta afirmativa do Picasso 71 (www.sexlog.com.br/picasso71). Aquela putaria ainda durou mais alguns minutos até que olhei para ela e a safada me disse que estava satisfeita e resolvemos parar por aqui ...

Dai eu falei amigos não me levem á mal, mas a Ninfogosa já está satisfeita por hoje. Os três; todos muito educados, disseram tudo bem que ela era linda, gostosa, maravilhosa, e que só de olharem ela sendo fodida já estavam satisfeitos.


Então nos despedimos, ela meio envergonhada, depois de tudo, seguimos para o nosso carro e voltamos voando para o hotel aonde estávamos hospedados onde concluímos nossa farra, com as luzes apagadas, como se estivéssemos trepando num darking room; relembrando e falando besteiras, até gozarmos juntos.

Dormimos extasiados e satisfeitos de tanto prazer, numa noite que tinha tudo para ser apenas uma noite normal.


Obs.: Os 3 últimos parágrafos foram escritos pela Ninfogosa.