quinta-feira, 18 de agosto de 2016

RELATO ERÓTICO 100% REAL: O TÉCNICO DE TV (Parte 1)

INSTALADOR DE TV – Parte 1
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Relato erótico 100% real - Imagens meramente ilustrativas - Reprodução proibida

Depois que nos mudamos para Santa Catarina, a Luciana ficou mais solta (e safada) do que já estava em São Paulo. Acho que os ares catarinenses fizeram muito bem pra ela. Segundo minha esposa; ela está se sentindo um pouco mais anonima por aqui. Em São Paulo éramos muitos conhecidos por conta da intensa vida social e também das nossas profissões. Além disso, uma morena chama muito a atenção dos homens no Sul do Brasil; que estão acostumados com as famosas loiraças...

Após os primeiros dias de mudança, com o apartamento ainda meio bagunçado, vimos que seria necessário contratar uma pessoa para acabar de montar alguns móveis, fixar quadros em parede, instalar os suportes dos aparelhos de tv e também da internet.

Sugeri à Luciana que contratasse um rapaz que já tinha prestado serviços na minha empresa e com quem também eu já tinha tomado uma cerveja num bar da cidade. Alertei minha esposa que o rapaz só tinha um defeito: era bonitão e tinha fama de pegador de mulheres casadas durante os serviços que prestava a domicílio.

Ela entendeu o recado subliminar e pediu que lhe passasse os contatos do Davis (nome fictício) no Facebook e no Whatsapp

No mesmo dia, minha esposa disse que acessou o perfil dele no Facebook, viu suas fotos e ficou impressionada com a beleza do rapaz; mas que, independente disso, como estávamos precisando de seus serviços, iria chamá-lo e que, se após os trabalhos, pintasse um clima, ela tentaria um algo mais. A Luciana perguntou se eu autorizava que ela tentasse seduzir o rapaz e eu respondi que sim, que essa era uma das fantasias que tínhamos em mente para realizar (ela transar com algum técnico de manutenção em nossa casa).


O rapaz respondeu o contato dela e marcou de vir na minha casa num sábado, no período da tarde. Daí, percebendo a empolgação da Luciana, para facilitar o esquema dela, combinei que ficaria na empresa durante a tarde, para que ela ficasse sozinha com ele. Além disso, nossa empregada estava de folga e os nossos filhos estavam passando as férias escolares com a avó materna; ou seja, tudo bem esquematizado.

No sábado, após o almoço, me despedi da minha esposa, peguei o carro e fui para o escritório da minha empresa. O porteiro do prédio estranhou me ver chegando lá; perguntou se estava tudo bem. Eu disse que sim, que tinha muito serviço acumulado e que teria que fazer hora extra...

Quando liguei o computador, comecei a trocar mensagens com minha esposa. Que me mandou fotos mostrando a roupa que estava usando para esperar o rapaz: um maio preto, super decotado na frente e cavado atrás, com uma minissaia e um blusa por cima. Ela estaria vestida normalmente e, se percebesse que o rapaz estava dando mole, começaria a mostrar mais o corpo.

Deixei uma filmadora digital escondida no quarto e instrui minha esposa que a ligasse se percebesse que alguma coisa iria rolar.

Depois de uns 30 minutos, a Luciana me mandou mensagens pelo celular, informando que o rapaz estava chegando. Meu coração disparou. Vocês não tem noção da angústia que dá no marido liberal (corno) que libera a esposa assim sozinha com outro macho ...

O tempo foi passando e minha esposa mandava mensagens me falando como estava o andamento “dos serviços”. Ela disse que achou o rapaz “um gato” e que, no momento certo, tentaria sim uma abordagem. 

Passamos a trocar cada vez mais mensagens, onde ela me dizia o que estava rolando e que estava cada vez mais perto dele, dando mole. Aquilo me deixou louco de tesão. Num determinado momento, ela disse que o rapaz pediu sua ajuda para segurar uma tv enquanto a colocava no suporte e que ele roçou seu pau na bunda dela, enquanto teve que passar por trás da minha esposa.

Se eu estava já angustiado; imagino como estaria o rapaz, que tinha que tentar se concentrar no trabalho, enquanto uma mulherona daquelas, dando mole, oferecendo copos de água, perguntando se estava tudo bem, elogiando seus músculos, fazendo perguntas da vida pessoal dele (idade, se tinha namorada, o que gostava de fazer); ou seja, se insinuando descarada e despudoradamente pra ele.

Pelo fato de já ter prestado serviços pra mim, na empresa; o rapaz pisava em ovos enquanto começava a mostrar interesse pela minha esposa. 

Primeiro ele começou perguntando se ela estava gostando da cidade, do apartamento, da vida nova em Santa Catarina. Depois, perguntou sobre as nossas crianças e minha esposa disse que elas estavam na casa de parentes. Daí, sentindo mais confiança, ele perguntou por mim (o marido) e a Luciana propositalmente disse que eu tinha ido visitar um cliente e que deveria demorar pra voltar. 

O rapaz ficou mais de uma hora realizando seus serviços e quando já estava concluindo; minha esposa viu que era o momento de dar o bote. Chegou pra ele e perguntou se ele tinha que ir embora naquele instante ou se poderia “ficar mais um pouco”.

Essa foi a gota d`água. Imediatamente o Davis entendeu o recado e deixou de ser apenas um profissional, passando a ser sexual. Avançou em direção à minha esposa e pego-a pela cintura, puxando-a para si e tacando-lhe um beijo. Ela se entregou; mas conduziu-o para a nossa suíte, onde a filmadora já estava ligada.



A câmera captou os 2 chegando juntos ao quarto, se beijando e ele a despindo aos poucos, tirando seu casaco de moletom e se surpreendendo em ver o quanto ela estava gostosa, usando seu maiô cavado por baixo da roupa mais pesada. Logo após os amassos iniciais, minha esposa já estava mamando e se deliciando com a pica do amigo; que parecia não acreditar que aquela gata gostosa estava lhe proporcionando uma tarde de prazeres.

O Davis tirou sua roupa e a roupa dela, colocando-a de quatro na cama e após encapar o pau com uma camisinha (fornecida pela Luciana), passou a comer minha esposa de forma alucinada, típica de quem ainda tem o pique da juventude.

O clima entre os dois esquentou tanto, que ele conseguiu até mesmo a proeza de fatura o cuzinho da minha esposa; e tudo isso na casa e na cama do casal...

Aliás, vale o registro de que nunca vi a Luciana dar o rabo com tanta vontade. Vi (posteriormente, pelo vídeo) minha esposa até cavalgar com o pau do amigo em seu cuzinho...




Enquanto isso, no escritório, eu notei que minha esposa estava há uns 30 minutos sem me mandar mensagens e, com isso, concluí que ela deveria estar transando com o rapaz. Isso me deu muito tesão. Sensação de impotência, que se mistura com ciúmes, que se converte em prazer...

Após transarem por cerca de 40 minutos na minha cama; os 2 gozaram e foram tomar banho (quando cheguei em casa, vi que haviam 3 toalhas de banho estendidas no meu banheiro...). Enquanto o Davis estava na ducha, a Luciana me mandou fotos e mensagens dizendo “já foi” e mandando fotos das roupas dele estendidas sobre a poltrona do nosso quarto. Claro que tive que bater umazinha (mais uma), imaginando o que teria ocorrido.


Uma hora depois, quando o rapaz já tinha ido embora; voltei para casa e foi minha vez de gozar com a minha esposa; me relatando tudo o que tinha acontecido e me mostrando os vídeos. Para finalizar essa primeira parte da história, posso apenas adiantar que o rapaz teve que voltar na semana seguinte, para concluir seus serviços...

Aguardem a Parte 2


PARTE 2

Como dito no relato anterior; o instalador de tv não concluiu todos os serviços aqui no nosso apartamento e combinou com minha esposa que voltaria na semana seguinte; para instalar um suporte de tv na minha suíte.

De fato, havia a necessidade do retorno para a conclusão dos serviços iniciados na semana anterior. Mas também era óbvio que seria uma oportunidade para o Davis e a Luciana se pegassem novamente. 

Na terça-feira o rapaz me chamou no whatsapp (ele ainda não sabia que eu tinha plena ciência do que tinha ocorrido) e disse que compraria o suporte para instalar no sábado. Pedi que ele me passasse o preço dos serviços e tudo o mais. 

Falei pra minha esposa que o instalador de tv queria voltar no sábado e “terminar o serviço”. Ela riu e perguntou o que eu acharia se ela tentasse mais uma investida. Eu disse que por mim estava tudo bem, que essa era a sequencia natural da brincadeira. Então começamos a planejar em como faríamos com as crianças (que já tinham voltado da casa da avó, após alguns dias de férias).

Chegou o dia do novo encontro da minha esposa com seu comedor. Era um sábado de sol e eu aproveitei para levar as crianças ao clube onde somos sócios. Isso que é ser corno manso padrão...

Minha esposa ficou em casa; e se arrumou toda gostosa, dengosa e cheirosa para esperar o seu comedor. Usava uma saia bem curtinha, uma blusa e um body bem sensual. Dessa vez a câmera filmadora ficou escondida na sala; pois queríamos que a brincadeira entre eles rolasse noutro ambiente e sob novos ângulos. 

Enquanto meus filhos curtiam a piscina do clube, eu fiquei no celular, teclando com a esposa pelo Whatsapp. Ela me disse que o Davis tinha mandado mensagem dizendo que se atrasaria um pouco.

Cerca de 40 minutos depois, ela mandou mensagem pra mim; dizendo que o rapaz já estava na nossa casa, mas que ainda não tinha rolado nada, pois ele realmente estava sério, concentrado no trabalho e instalando suporte de tv e fazendo sintonia de canais. Ficamos nos provocando, imaginando o que iria rolar em pouco tempo. Era inevitável que rolasse. Provavelmente o próprio Davis já tinha sacado que com a Luciana, sozinha em casa; não tinha como não rolar um Vale a Pena Ver de Novo...

Daí, no clube, meus filhos pediram para ir embora pra casa, pois já estavam satisfeitos com o passeio. Mandei mensagem para minha esposa; dizendo que ela agilizasse as coisas, pois não teria como segurar as crianças por muito mais tempo.

A safada entendeu o recado, ligou a câmera filmadora e partiu para a ação; me relatando o que rolou. Ela foi para o quarto, onde o rapaz estava trabalhando e chegou por trás, abraçando-o e dizendo:

- Vamos logo, que não temos muito tempo.

Ele entendeu o que ela estava querendo (rola), largou o que fazia e os dois foram para sala (desse instante em diante, eu vi o que rolou; pois a filmadora gravou tudo) e começaram uns amassos, de pé, ela se ajoelhou e fez um belo boquete no rapaz, que se sentou no sofá, levantou a saia dela e deu muito tapas em sua bunda (de noite, ela me mostrou o bumbum todo vermelho).



Enquanto os dois se pegavam na sala do meu apartamento; no clube eu percebi que minha esposa estava há mais de 20 minutos sem me mandar nenhuma nova mensagem. Entendi que esse silêncio denunciava o que estava ocorrendo em minha ausência. 

Voltando aos amantes, após mamar o Davis, a Luciana tirou sua saia e a blusa e se entregou de vez ao comedor; dessa vez no nosso sofá. O Davis comeu a Luciana em várias posições (só que sem anal, como rolou no primeiro encontro). 

O legal foi que nesse segundo encontro; ela pediu que ele tirasse fotos e fizesse filminhos com o celular. Durante a transa, os dois fizeram várias fotos, filminhos; com direito à poses de caras e bocas. 

No final, o amigo perguntou se poderia gozar nas costas dela (ela estava de quatro no sofá e ele por trás, de pé, bombando em sua bucetinha). A Luciana autorizou e o safado tirou a camisinha a lambuzou minha esposa. 

Finalizada a farra, os dois se limparam e se vestiram rapidamente. 

Cerca de 20 minutos depois; eu cheguei com as crianças e o rapaz ainda estava em nosso apartamento. Minha esposa me beijou e deu uma piscadinha dizendo que depois conversaríamos. Ela foi cuidar dos pequenos, enquanto eu fui até o nosso amigo Davis; perguntar se estava tudo bem e cumprimenta-lo pela “qualidade de seus serviços”. Tratei-o como se não soubesse de nada e ainda ofereci uma cerveja (estava muito calor).

Enquanto ele concluía seus trabalhos, ficamos quase uma hora conversando sobre os mais diversos assuntos, como se fossemos amigos comuns e tomando cerveja. Não falei absolutamente nada sobre o fato de ter plena ciência de que; por 2 sábados consecutivos, eu tinha sido corno desse cara dentro da minha própria casa. Fala sério, tá pra nascer um marido mais legal que eu. Né?

Após ele ir embora, tarde da noite, com as crianças já dormindo; eu e a Luciana fomos pra cama e ela me mostrou os filmes, as fotos e me relatou tudo o que aconteceu entre eles. Claro que ela também foi devidamente devorada pelo maridinho que estava cheio de tesão pela sua esposa putinha.




A Luciana elogiou a pegada do rapaz (que tem menos de 25 anos, mas que, segundo ela, sabe tratar uma mulher casada). Pela disposição da minha esposa, em breve ela terá novos encontros com o Davis.

RELATO ERÓTICO 100% REAL: O TÉCNICO DE TV (Parte 1)

INSTALADOR DE TV – Parte 1
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Relato erótico 100% real - Imagens meramente ilustrativas - Reprodução proibida

Depois que nos mudamos para Santa Catarina, a Luciana ficou mais solta (e safada) do que já estava em São Paulo. Acho que os ares catarinenses fizeram muito bem pra ela. Segundo minha esposa; ela está se sentindo um pouco mais anonima por aqui. Em São Paulo éramos muitos conhecidos por conta da intensa vida social e também das nossas profissões. Além disso, uma morena chama muito a atenção dos homens no Sul do Brasil; que estão acostumados com as famosas loiraças...

Após os primeiros dias de mudança, com o apartamento ainda meio bagunçado, vimos que seria necessário contratar uma pessoa para acabar de montar alguns móveis, fixar quadros em parede, instalar os suportes dos aparelhos de tv e também da internet.

Sugeri à Luciana que contratasse um rapaz que já tinha prestado serviços na minha empresa e com quem também eu já tinha tomado uma cerveja num bar da cidade. Alertei minha esposa que o rapaz só tinha um defeito: era bonitão e tinha fama de pegador de mulheres casadas durante os serviços que prestava a domicílio.

Ela entendeu o recado subliminar e pediu que lhe passasse os contatos do Davis (nome fictício) no Facebook e no Whatsapp

No mesmo dia, minha esposa disse que acessou o perfil dele no Facebook, viu suas fotos e ficou impressionada com a beleza do rapaz; mas que, independente disso, como estávamos precisando de seus serviços, iria chamá-lo e que, se após os trabalhos, pintasse um clima, ela tentaria um algo mais. A Luciana perguntou se eu autorizava que ela tentasse seduzir o rapaz e eu respondi que sim, que essa era uma das fantasias que tínhamos em mente para realizar (ela transar com algum técnico de manutenção em nossa casa).


O rapaz respondeu o contato dela e marcou de vir na minha casa num sábado, no período da tarde. Daí, percebendo a empolgação da Luciana, para facilitar o esquema dela, combinei que ficaria na empresa durante a tarde, para que ela ficasse sozinha com ele. Além disso, nossa empregada estava de folga e os nossos filhos estavam passando as férias escolares com a avó materna; ou seja, tudo bem esquematizado.

No sábado, após o almoço, me despedi da minha esposa, peguei o carro e fui para o escritório da minha empresa. O porteiro do prédio estranhou me ver chegando lá; perguntou se estava tudo bem. Eu disse que sim, que tinha muito serviço acumulado e que teria que fazer hora extra...

Quando liguei o computador, comecei a trocar mensagens com minha esposa. Que me mandou fotos mostrando a roupa que estava usando para esperar o rapaz: um maio preto, super decotado na frente e cavado atrás, com uma minissaia e um blusa por cima. Ela estaria vestida normalmente e, se percebesse que o rapaz estava dando mole, começaria a mostrar mais o corpo.

Deixei uma filmadora digital escondida no quarto e instrui minha esposa que a ligasse se percebesse que alguma coisa iria rolar.

Depois de uns 30 minutos, a Luciana me mandou mensagens pelo celular, informando que o rapaz estava chegando. Meu coração disparou. Vocês não tem noção da angústia que dá no marido liberal (corno) que libera a esposa assim sozinha com outro macho ...

O tempo foi passando e minha esposa mandava mensagens me falando como estava o andamento “dos serviços”. Ela disse que achou o rapaz “um gato” e que, no momento certo, tentaria sim uma abordagem. 

Passamos a trocar cada vez mais mensagens, onde ela me dizia o que estava rolando e que estava cada vez mais perto dele, dando mole. Aquilo me deixou louco de tesão. Num determinado momento, ela disse que o rapaz pediu sua ajuda para segurar uma tv enquanto a colocava no suporte e que ele roçou seu pau na bunda dela, enquanto teve que passar por trás da minha esposa.

Se eu estava já angustiado; imagino como estaria o rapaz, que tinha que tentar se concentrar no trabalho, enquanto uma mulherona daquelas, dando mole, oferecendo copos de água, perguntando se estava tudo bem, elogiando seus músculos, fazendo perguntas da vida pessoal dele (idade, se tinha namorada, o que gostava de fazer); ou seja, se insinuando descarada e despudoradamente pra ele.

Pelo fato de já ter prestado serviços pra mim, na empresa; o rapaz pisava em ovos enquanto começava a mostrar interesse pela minha esposa. 

Primeiro ele começou perguntando se ela estava gostando da cidade, do apartamento, da vida nova em Santa Catarina. Depois, perguntou sobre as nossas crianças e minha esposa disse que elas estavam na casa de parentes. Daí, sentindo mais confiança, ele perguntou por mim (o marido) e a Luciana propositalmente disse que eu tinha ido visitar um cliente e que deveria demorar pra voltar. 

O rapaz ficou mais de uma hora realizando seus serviços e quando já estava concluindo; minha esposa viu que era o momento de dar o bote. Chegou pra ele e perguntou se ele tinha que ir embora naquele instante ou se poderia “ficar mais um pouco”.

Essa foi a gota d`água. Imediatamente o Davis entendeu o recado e deixou de ser apenas um profissional, passando a ser sexual. Avançou em direção à minha esposa e pego-a pela cintura, puxando-a para si e tacando-lhe um beijo. Ela se entregou; mas conduziu-o para a nossa suíte, onde a filmadora já estava ligada.



A câmera captou os 2 chegando juntos ao quarto, se beijando e ele a despindo aos poucos, tirando seu casaco de moletom e se surpreendendo em ver o quanto ela estava gostosa, usando seu maiô cavado por baixo da roupa mais pesada. Logo após os amassos iniciais, minha esposa já estava mamando e se deliciando com a pica do amigo; que parecia não acreditar que aquela gata gostosa estava lhe proporcionando uma tarde de prazeres.

O Davis tirou sua roupa e a roupa dela, colocando-a de quatro na cama e após encapar o pau com uma camisinha (fornecida pela Luciana), passou a comer minha esposa de forma alucinada, típica de quem ainda tem o pique da juventude.

O clima entre os dois esquentou tanto, que ele conseguiu até mesmo a proeza de fatura o cuzinho da minha esposa; e tudo isso na casa e na cama do casal...

Aliás, vale o registro de que nunca vi a Luciana dar o rabo com tanta vontade. Vi (posteriormente, pelo vídeo) minha esposa até cavalgar com o pau do amigo em seu cuzinho...



Enquanto isso, no escritório, eu notei que minha esposa estava há uns 30 minutos sem me mandar mensagens e, com isso, concluí que ela deveria estar transando com o rapaz. Isso me deu muito tesão. Sensação de impotência, que se mistura com ciúmes, que se converte em prazer...

Após transarem por cerca de 40 minutos na minha cama; os 2 gozaram e foram tomar banho (quando cheguei em casa, vi que haviam 3 toalhas de banho estendidas no meu banheiro...). Enquanto o Davis estava na ducha, a Luciana me mandou fotos e mensagens dizendo “já foi” e mandando fotos das roupas dele estendidas sobre a poltrona do nosso quarto. Claro que tive que bater umazinha (mais uma), imaginando o que teria ocorrido.

Uma hora depois, quando o rapaz já tinha ido embora; voltei para casa e foi minha vez de gozar com a minha esposa; me relatando tudo o que tinha acontecido e me mostrando os vídeos. Para finalizar essa primeira parte da história, posso apenas adiantar que o rapaz teve que voltar na semana seguinte, para concluir seus serviços...

Aguardem a Parte 2

RELATO ERÓTICO 100% REAL: O TÉCNICO DE TV (Parte 1)

INSTALADOR DE TV – Parte 1
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Relato erótico 100% real - Imagens meramente ilustrativas - Reprodução proibida

Depois que nos mudamos para Santa Catarina, a Luciana ficou mais solta (e safada) do que já estava em São Paulo. Acho que os ares catarinenses fizeram muito bem pra ela. Segundo minha esposa; ela está se sentindo um pouco mais anonima por aqui. Em São Paulo éramos muitos conhecidos por conta da intensa vida social e também das nossas profissões. Além disso, uma morena chama muito a atenção dos homens no Sul do Brasil; que estão acostumados com as famosas loiraças...

Após os primeiros dias de mudança, com o apartamento ainda meio bagunçado, vimos que seria necessário contratar uma pessoa para acabar de montar alguns móveis, fixar quadros em parede, instalar os suportes dos aparelhos de tv e também da internet.

Sugeri à Luciana que contratasse um rapaz que já tinha prestado serviços na minha empresa e com quem também eu já tinha tomado uma cerveja num bar da cidade. Alertei minha esposa que o rapaz só tinha um defeito: era bonitão e tinha fama de pegador de mulheres casadas durante os serviços que prestava a domicílio.

Ela entendeu o recado subliminar e pediu que lhe passasse os contatos do Davis (nome fictício) no Facebook e no Whatsapp

No mesmo dia, minha esposa disse que acessou o perfil dele no Facebook, viu suas fotos e ficou impressionada com a beleza do rapaz; mas que, independente disso, como estávamos precisando de seus serviços, iria chamá-lo e que, se após os trabalhos, pintasse um clima, ela tentaria um algo mais. A Luciana perguntou se eu autorizava que ela tentasse seduzir o rapaz e eu respondi que sim, que essa era uma das fantasias que tínhamos em mente para realizar (ela transar com algum técnico de manutenção em nossa casa).


O rapaz respondeu o contato dela e marcou de vir na minha casa num sábado, no período da tarde. Daí, percebendo a empolgação da Luciana, para facilitar o esquema dela, combinei que ficaria na empresa durante a tarde, para que ela ficasse sozinha com ele. Além disso, nossa empregada estava de folga e os nossos filhos estavam passando as férias escolares com a avó materna; ou seja, tudo bem esquematizado.

No sábado, após o almoço, me despedi da minha esposa, peguei o carro e fui para o escritório da minha empresa. O porteiro do prédio estranhou me ver chegando lá; perguntou se estava tudo bem. Eu disse que sim, que tinha muito serviço acumulado e que teria que fazer hora extra...

Quando liguei o computador, comecei a trocar mensagens com minha esposa. Que me mandou fotos mostrando a roupa que estava usando para esperar o rapaz: um maio preto, super decotado na frente e cavado atrás, com uma minissaia e um blusa por cima. Ela estaria vestida normalmente e, se percebesse que o rapaz estava dando mole, começaria a mostrar mais o corpo.

Deixei uma filmadora digital escondida no quarto e instrui minha esposa que a ligasse se percebesse que alguma coisa iria rolar.

Depois de uns 30 minutos, a Luciana me mandou mensagens pelo celular, informando que o rapaz estava chegando. Meu coração disparou. Vocês não tem noção da angústia que dá no marido liberal (corno) que libera a esposa assim sozinha com outro macho ...

O tempo foi passando e minha esposa mandava mensagens me falando como estava o andamento “dos serviços”. Ela disse que achou o rapaz “um gato” e que, no momento certo, tentaria sim uma abordagem. 

Passamos a trocar cada vez mais mensagens, onde ela me dizia o que estava rolando e que estava cada vez mais perto dele, dando mole. Aquilo me deixou louco de tesão. Num determinado momento, ela disse que o rapaz pediu sua ajuda para segurar uma tv enquanto a colocava no suporte e que ele roçou seu pau na bunda dela, enquanto teve que passar por trás da minha esposa.

Se eu estava já angustiado; imagino como estaria o rapaz, que tinha que tentar se concentrar no trabalho, enquanto uma mulherona daquelas, dando mole, oferecendo copos de água, perguntando se estava tudo bem, elogiando seus músculos, fazendo perguntas da vida pessoal dele (idade, se tinha namorada, o que gostava de fazer); ou seja, se insinuando descarada e despudoradamente pra ele.

Pelo fato de já ter prestado serviços pra mim, na empresa; o rapaz pisava em ovos enquanto começava a mostrar interesse pela minha esposa. 

Começou perguntando se ela estava gostando da cidade, do apartamento, da vida nova em Santa Catarina. Depois, perguntou sobre as crianças e minha esposa disse que elas estavam na casa de parentes. Daí ele perguntou por mim (o marido) e a Luciana propositalmente disse que eu tinha ido visitar um cliente e que deveria demorar pra voltar. 

O rapaz ficou mais de uma hora realizando seus serviços e quando já estava concluindo; minha esposa viu que era o momento de dar o bote. Chegou pra ele e perguntou se ele tinha que ir embora naquele instante ou se poderia “ficar mais um pouco”.

Essa foi a gota d`água. Imediatamente o Davis entendeu o recado e deixou de ser apenas um profissional, passando a ser sexual. Avançou em direção à minha esposa e pego-a pela cintura, puxando-a para si e tacando-lhe um beijo. Ela se entregou; mas conduziu-o para a nossa suíte, onde a filmadora já estava ligada.

A câmera captou os 2 chegando juntos ao quarto, se beijando e ele a despindo aos poucos, tirando seu casaco de moletom e se surpreendendo em ver o quanto ela estava gostosa, usando seu maiô cavado por baixo da roupa mais pesada. Logo após os amassos iniciais, minha esposa já estava mamando e se deliciando com a pica do amigo; que parecia não acreditar que aquela gata gostosa estava lhe proporcionando uma tarde de prazeres.

O Davis tirou sua roupa e a roupa dela, colocando-a de quatro na cama e após encapar o pau com uma camisinha (fornecida pela Luciana), passou a comer minha esposa de forma alucinada, típica de quem ainda tem o pique da juventude.

O clima entre os dois esquentou tanto, que ele conseguiu até mesmo a proeza de fatura o cuzinho da minha esposa; e tudo isso na casa e na cama do casal...

Aliás, vale o registro de que nunca vi a Luciana dar o rabo com tanta vontade. Vi (posteriormente, pelo vídeo) minha esposa até cavalgar com o pau do amigo em seu cuzinho...

Enquanto isso, no escritório, eu notei que minha esposa estava há uns 30 minutos sem me mandar mensagens e, com isso, concluí que ela deveria estar transando com o rapaz. Isso me deu muito tesão. Sensação de impotência, que se mistura com ciúmes, que se converte em prazer...

Após transarem por cerca de 40 minutos na minha cama; os 2 gozaram e foram tomar banho (separados). Enquanto o Davis estava na ducha, a Luciana me mandou fotos e mensagens dizendo “já foi” e mandando fotos das roupas dele estendidas sobre a poltrona do nosso quarto. Claro que tive que bater umazinha (mais uma), imaginando o que teria ocorrido.

Uma hora depois, quando o rapaz já tinha ido embora; voltei para casa e foi minha vez de gozar com a minha esposa; me relatando tudo o que tinha acontecido e me mostrando os vídeos. Para finalizar essa primeira parte da história, posso apenas adiantar que o rapaz teve que voltar na semana seguinte, para concluir seus serviços...

Aguardem a Parte 2

sábado, 6 de agosto de 2016

RELATO ERÓTICO 100% REAL: DOGGING EM SANTA CATARINA

DOGGING EM SANTA CATARINA
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Relato erótico 100% reais
Fotos meramente ilustrativas
Reprodução proibida


Desde o começo de 2016, estamos morando em Balneário Camboriú/SC. Minha empresa é ligada ao setor portuário e agora estamos atuando mais fortemente junto aos portos catarinenses (Itapoá, São Francisco do Sul, Navegantes, Itajaí e Imbituba). 


No mês de julho de 2016, aproveitamos um evento de negócios em Blumenau/SC; e resolvemos curtir a noite e tentarmos realizar alguma fantasia ou festinha.

Como a cidade onde estamos morando em Santa Catarina é menor do que a cidade em que morávamos em São Paulo, precisamos tomar cuidados redobrados com nossa privacidade. Por isso, combinei tudo com minha esposa (Luciana) e juntos, traçamos os planos para nossa primeira festinha aqui em Santa Catarina.

Primeira festinha depois da mudança, pois já havíamos visitado uma casa de swing em Florianópolis (vide relatos anteriores).

O plano A seria o seguinte: Escolhemos uma baladinha num charmoso PUB do centro da cidade e bolamos um plano que seria o seguinte: ela iria bem gostosa, estilo periguete (vestido curtinho e colado, além de um par de botas com cano e salto altos). Depois de um tempo na mesa com o marido, ela iria para o balcão do bar e ficaria lá, bebendo e esperando pra ver se alguém chegaria junto. Eu ficaria de longe, só observando. Se a coisa evoluísse, o amigo poderia até mesmo acompanhar minha esposa até o nosso hotel.

O plano B seria parecido com o anterior. Iriamos para o mesmo PUB e lá encontraríamos algum amigo da região, selecionado através dos sites CRS, Sexlog e D4 Swing e ver se rolava algo bem leve (uma paquera) no bar e depois um dogging no carro, pelas ruas blumenauenses. Dentre todos os candidatos, o amigo escolhido para a participar da nossa brincadeira (na hipótese do plano B) foi o BLACKCATBNU.

Chegamos ao PUB por volta das 21h. O local é muito aconchegante, localizado bem ao lado do Hotel Ibis (onde estávamos hospedados); bem no centro da cidade e instalado no subsolo de uma loja.




Acomodamo-nos em nossa mesa, escolhemos bebidas e ficamos curtindo o ambiente; cuja decoração remete aos melhores pubs irlandeses. Tudo isso com direito à boa cerveja tipo stout e uma banda que mandava muito e bem e arrasava tocando com os sucessos do U2, The Cure, The Smiths e outras lendas do pop rock da terra da rainha.

Apesar de acharmos o pub muito agradável, logo concluímos que ali não era um local muito apropriado para uma paquera mais insinuante; pois as mesas ficavam muito coladas umas nas outras; o que comprometia em muito a privacidade das conversas. Não dá pra falar nem de coisas banais com outras pessoas estando a meio metro de distância.

Além disso, havia muitas famílias (pais com filhos adolescentes) e mesmo no balcão do bar não havia nenhum single muito interessante.

Falamos com o garçom e conseguimos trocar de mesa e fomos para um canto mais reservado, mas onde acabamos ficando isolados do resto do salão.

Após uma nova rodada de bebidas, resolvemos mandar mensagens para o BLACKCATBNU e confirmar se ele viria. O amigo estava num compromisso pessoal e disse que tão logo terminasse, viria sim ao nosso encontro.

Depois de 2 cervejas, a Luciana já estava bem mais solta. E atendendo minha sugestão, resolveu dar uma volta pelo salão e ir até o bar para ver se alguém colava nela. Fiquei de longe olhando. Um rapaz até chegou perto dela, mas não tomou nenhuma iniciativa de puxar papo.



Se ele soubesse a chance que perdeu...rs

Ficamos na casa até as 23h30. Pegamos nosso carro e demos uma volta rodando pelo centro da cidade; vendo se encontrávamos algum outro local onde estivesse rolando azaração. Perto da meia noite, o amigo BLACKCATBNU mandou mensagem e disse que estava livre e poderia vir ao nosso encontro.

Marcamos o encontro perto do Museu da Cerveja (Bier Garden), onde existe um estacionamento com vista panorâmica para o rio Itajaí. O local é bem discreto, com pouco movimento, com várias árvores, pouca iluminação; ideal para um dogging.

Paramos nosso carro numa parte afastada e ficamos fazendo um esquenta (a Luciana deu uma senhora mamada no marido). Ficamos ali nos curtindo e falando sobre putaria e outras coisas excitantes.

Cerca de 20 minutos depois, o amigo BLACKCAT chegou com sua moto. Paramos nossos amassos e descemos do carro e fomos recepcioná-lo. Após as apresentações e os cumprimentos iniciais (com direito a diversos elogios dele pela beleza da Luciana), resolvemos que era melhor entrar no carro, pois a noite estava bem gelada (10ºC).

Fomos todos para o banco de trás, com a minha esposa no meio. Começamos a nos beijar, enquanto o amigo lhe pegava por trás e começou a despi-la aos poucos. A coisa esquentou e eu resolvi deixar os dois sozinhos. Fui para o banco da frente onde comecei a filmar e fotografar a putaria que rolava entre eles.



O BLACKCAT colocou a Luciana de quatro, levantou seu vestido, colocou uma camisinha e meteu firme nela. Ficou bombando na safada por um bom tempo. Enquanto metia na bucetinha da minha esposa, ele enfiava um dedo no cuzinho dela; que gemia e rebolava enquanto levava rola. Essa minha esposa está cada vez mais safada e gostosa.

Os dois transaram no carro e também fora do carro; com ela em pé, apoiada no capô do carro. A essa altura, ninguém mais sentia o frio que fazia na noite blumenauense.

O rapaz ficou encantando com a Luciana e disse que a “Sra. Ninfogosa” tinha uma bunda que não era desse planeta. Concordei integralmente.


Agora estamos morando em Santa Catarina, mas viajaremos com frequência para São Paulo e Curitiba, onde temos filias da nossa empresa e apartamentos. Sem dúvida, foi uma noite bem agradável aqui no Sul do Brasil. A primeira de muitas noites que virão...

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

RELATO ERÓTICO 100% REAL: HOT BAR

HOT BAR
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Relato erótico 100% real.
Fotos meramente ilustrativas.
Reprodução proibida.


Em junho de 2016, realizamos um encontro com outros casais swinguer no HOT BAR, em São Paulo/SP; para promover a 1º Esquenta do Cruzeiro Marítimo EMOÇÕES AL MARE (veja matéria específica).

Para quem não conhece, o HOT BAR é uma balada liberal, com ambientes extremamente luxuosos e bem decorados, que reúne muita gente jovem e bonita no meio swinger da capital paulista. A casa tem uma estrutura de primeiríssima qualidade.



Logo que chegamos, fomos recepcionados pela promoter Ligia, que nos atendeu super bem e nos deixou bem à vontade. 

Após deixarmos nossos pertences na chapelaria, entramos no salão principal e encontramos nossos amigos, fizemos um brinde com espumante (cortesia da casa) e passamos a conversar sobre as expectativas para o cruzeiro de final de ano. Enquanto os homens ficaram na longe, as mulheres foram numa outra sala, assistir uma aula de defesa pessoal ministrada por ninguém menos que o ator Paulo Zulu. 

A casa estava bem cheia; pois além da programação normal, naquela noite a programação do Hot Bar tinha mais 2 eventos paralelos (além do nosso, havia o aniversário do Márcio, do casal Marcio e Marina; e também o evento do Paulo Zulu).



Essa era nossa segunda visita ao Hot Bar. Já tínhamos estado na casa no final de novembro de 2015 e, por isso, já tínhamos uma boa noção dos ambientes.

Após os bate-papos e brincadeiras iniciais com os amigos, resolvemos dar uma circulada pelos demais ambientes da casa. Passamos pela pista de dança, onde rolava um funk (volume absurdo, praticamente insuportável) e nos dirigimos passada pela área privativa.



Apesar de cedo (23h00), já havia bastante gente nos corredores escuros, cabines de toque, quartinhos, quartos coletivos. Nas áreas mais iluminadas, o pessoal não fazia nada explicito, porém, no dark room, o bicho estava pegando.

Fomos para o quarto escuro (nosso lugar preferido nas casas de swing) e encontramos um cantinho onde eu me posicionei na parede e puxei a Luciana pra mim; deixando-a de costas pra quem chegasse por trás. Demos uns beijos e em menos de um minuto já tinha gente se aproveitando do traseiro generoso da minha esposa.

A safada não tem dificuldades em cuidar de dois machos ao mesmo tempo, por isso, enquanto o amigo oculto lhe pegava por trás, ela mamava o marido.

Percebendo que ela estava entretida com o comedor, deixei-a a vontade e fui chegando num casal que estava ao meu lado. Apesar do breu, não perdi minha esposa de vista, pois havia uma pequena luz que piscava a cada 5 segundos em média e que permitia que tivéssemos alguma noção do que estava acontecendo. Além disso, sei reconhecer minha esposa pelos seus gemidos...

Enquanto minha esposa era deliciosamente fodida pelo seu primeiro comedor da noite; eu cheguei no casal que estava próximo de nós. Comecei passando as mãos, suavemente na bundinha da esposa. Percebi que não houve resistência; pelo contrário, a esposinha começou a rebolar nas minhas mãos, conforme o ritmo do carinho que eu fazia em sua bucetinha.


A Luciana já tinha dado para um rapaz e veio por trás de mim, me abraçando e me incentivando a comer a outra casada que estava fazendo a festa no dark room.

Percebi que alguém já estava bolinando a minha esposa por trás e deixei-a cuidar desse segundo rapaz.

Continuei dando atenção ao casal e comecei a dar beijinhos e mordidas na nuca da esposa, daí ela se entregou de vez. O marido percebeu que o clima estava quente e me passou uma camisinha. Enquanto eu encapava meu pau, percebi que o parceiro se sentou num sofá e a esposa se inclinou para mamar o seu corno, empinando a bunda pra mim. Levantei sua saia, puxei a calcinha para o lado e meti forte naquela gostosa. Segurei-a pela cintura e fiquei bombando gostoso, até gozar.

Finalizei a brincadeira e agradeci ao casal por terem me permitido compartilhar com eles aquele momento de prazer. Apesar de gostar de ser corno, também me considero um comedor. Embora eventualmente, quando viajo sozinho à trabalho, eu dê umas saídas com casais swingers, já fazia um bom tempo que eu não pegava outra gata casada numa casa de swing. Normalmente tem sido minha esposa quem mais se dá bem (literalmente), enquanto eu fico apenas curtindo ela se entregar pra outros caras.

Quando olhei pra trás, vi o vulto da Luciana no outro canto do dark room. Ela estava de quatro no sofá, com um rapaz lhe segurando pela cintura e bombando freneticamente atrás dela. Não quis interromper, me aproximei e dei um beijo em minha esposa e esperei o amigo concluir a foda.

Nos arrumamos; passamos no banheiro para fazer uma higiene básica (álcool gel nas mãos, duchinha genital e enxaguante bucal) e fomos pro bar, rever os amigos e beber algo.

Nossos amigos estavam curiosos,e quiseram saber o motivo do nosso “sumiço”. Brincamos despistando nosso paradeiro e desconversamos. Continuamos conversando com eles sobre diversos assuntos. Ainda tive a oportunidade de ver o ator Marcos Oliver (do programa “Teste de Fidelidade”, que era apresentado pelo João Kleber na Rede TV!) passar por nós. Cumprimentei-o com um aceno. O cara é meu ídolo nesse mundo da putaria.



Após as bebidas, resolvemos dar outra volta pela casa. Novamente passamos pelas áreas privativas, que estavam bem cheias. Mas acabamos voltando ao nosso recanto preferido: o dark room.

Mais uma vez, a Luciana se deu bem e em questão de minutos já fez mais um rapaz feliz, em plena escuridão. Dessa vez, ela deu de pé, apoiada nos meus braços e me beijando enquanto o comedor metia em sua bucetinha por trás.

Após esse segundo round, nos arrumamos, nos despedimos dos amigos e fomos embora, satisfeitos com a noite deliciosa que tivemos no Hot Bar, ao lado de nossos amigos e parceiros.

Estamos estudando promover novas festas esquenta do cruzeiro Emoções Al Mare. Alguma sugestão?


sexta-feira, 22 de julho de 2016

RELATO ERÓTICO 100% REAL: O DENTISTA

O DENTISTA
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Relato erótico 100% real. Fotos meramente ilustrativas.
Reprodução proibida.

Eu e minha esposa participamos de diversos grupos sociais no Whatsapp e, como não poderia deixar de ser, existem os grupos de putaria. Ela tem grupos com outras amigas casadas, eu tenho grupos com outros maridos que curtem a brincadeira de serem cornos e também participamos em conjunto de grupos de casais liberais, onde combinamos encontros, festas e viagens.

Em maio de 2016, eu e minha esposa estávamos participando em conjunto (cada um com seu perfil) de um grupo do Whatsapp que reunia casais e singles liberais interessados num cruzeiro marítimo. Nesse grupo, o pessoal fazia contatos, planejava a viagem, marcava encontros, contava piadas e trocavam fotos e vídeos de pornografia.

Num determinado dia, ao chegar em casa; minha esposa veio até mim, toda dengosa e sedutora. Percebi que estava mais alegre que o normal. Disse que tinha uma novidade para me contar. Daí me mostrou seu celular e li a conversa que ela estava tendo com um dos participantes do grupo do Whatsapp.



O rapaz era dentista, novo, sarado e da mesma cidade que nós. Na conversa os dois fizeram uma paquera e percebendo o interesse em comum, combinavam um encontro para fazer uma surpresa ao marido (eu). Pelos planos iniciais, o encontro seria no consultório dele, num horários especial (depois da última consulta normal); sendo que, a princípio, o marido, sem saber de nada, ficaria na sala de espera enquanto ela entraria para uma consulta mais demorada. Depois de um tempo, passaria a ouvir gemidos e o marido seria chamado no consultório; para flagrar sua putinha e entrar na festa.

Confesso que a ideia deles era bem excitante, mas, agora que já havia sido revelada, tinha perdido um pouco da originalidade. Minha esposa disse que acabou me revelando a surpresa, pois não sabia qual seria a minha reação ao me deparar com ela e o dentista se pegando...

Ela perguntou se estava tudo bem e se eu achava interessante a ideia dela se encontrar com ele. Eu disse que sim, que achava que seria um baita tesão e que curtiríamos muito. Liberei minha puta.


Dai passamos a pensar numa alternativa para que rolasse a brincadeira da forma mais prazerosa possível. Concluímos que ela poderia ir sozinha na “consulta”, e que eu ficaria no carro. Que depois de um tempo ela me chamaria ao consultório e eu participaria também da farra.

Aideia de deixa-la sozinha serviria para que eles ficassem mais à vontade; sem o marido por perto. Porém, combinamos que ela levaria nossa micro-filmadora e também usarIa a câmera de seu celular para registrar os momentos de ação com seu amante. Além disso, também combinamos que ela ligaria para o marido corninho; inclusive para avisar a hora em que eu deveria retornar ao consultório (fosse pra participar, fosse pra buscá-la).

Como já somos experientes em termos de swing, sabemos que, num encontro, nem tudo sai conforme o planejado. Por isso, pensamos em várias situações que poderiam ocorrer e como faríamos para enfrentar cada uma delas.

Combinaram tudo, marcaram a data e horário. Era uma quinta-feira, 20h. A Luciana se arrumou toda gostosa. Usava uma saia de couro, que ia até a altura dos joelhos, bem justa, apertando e realçando sua bunda suculenta. Uma blusa que expunha um pouco de seu decote e saltos altos. Uma verdadeira loba. No elevador do nosso prédio, se alguém à visse, acharia que era uma mulher gostosa, sem dúvida, mas não imaginaria o motivo dela estar arrumada assim. 





Pegamos o carro e em poucos minutos chegamos ao consultório do dentista. Como bom marido corninho, beijei carinhosamente a minha esposa e disse a ela que aproveitasse ao máximo sua consulta. Fiquei estacionado em frente ao local enquanto ela entrava; rebolando elegantemente seu rabão e exibindo para o marido. A Luciana tocou a campainha e o dentista veio atendê-la. Pela porta de vidro, pude vê-la entrando e seguindo para dentro do imóvel acompanhada do rapaz.

Sabia que tinha deixado minha esposa para ser fodida. Dá muito tesão entregar a esposa de bandeja, toda produzida e gostosa, sabendo que ela será devorada por outro macho.

Estacionei o carro do outro lado da avenida e fiquei massageando meu pau, duraço, imaginando o que estariam fazendo.

Após uns 10 minutos, desconfiado com a demora em receber notícias; mandei mensagens pelo celular perguntando se ela já estava sendo “atendida” e depois de alguns minutos, ela respondeu, enigmaticamente, dizendo apenas que sim.




Enquanto esperava, me distrai com o celular e entrei num grupo do whatsapp que reúne só maridos cornos e descaramente, assumindo minha condição de manso, passei a transmitir o chifre ao vivo para os meus amigos. O pessoal vibrava, dava palpites, elogiava e ficava na torcida, pedindo fotos.

Fiquei um bom tempo naquela mistura de angústia e tesão. Alisava o pau e batia uma punheta de leve, para aliviar a tensão. Controlei o gozo pra não sujar minha roupa e o carro. 

Passaram uns 40 minutos após o início da “consulta”, e finalmente comecei a receber fotos e mensagens da minha esposa. A safada já tinha sido comida (e muito bem comida) pelo amigo dentista; mandou fotos toda lambuzada com a porra dele (gozou na barriguinha da minha esposa); dizendo que o dentista estava tratando “seu canal”.




Mais alguns minutos e ela mandou mensagem perguntando onde eu estava e dizendo que já estava vindo. De dentro do carro vi o dentista a acompanhar até a porta de vidro do consultório e, de longe, o sacana ainda acenou pra mim.

A Luciana entrou no carro, me olhou com cara de putinha, me beijou e pediu desculpas por não me chamar; justificando que, bastou entrar na sala (fora do meu alcance visual) que o dentista não deu chances e já lhe agarrou; começando com os amassos, que evoluíram para o sexo. Minha esposa contou que o rapaz lhe comeu no consultório, na cadeira de dentista, de pé contra a parede e de tudo que foi jeito.

Pena que a privacidade nos impeça de postar o vídeo e as fotos que eles fizeram.

Ela conseguiu filmar a maior parte da transa e disse que, quando chegássemos em casa, me recompensaria com uma transa deliciosa. Foi o que fizemos. Voltamos correndo pro nosso ninho de amor e transamos demoradamente, enquanto assistíamos na tv da nossa suíte o filminho em que a minha esposa tinha acabado de ser a protagonista juntamente com seu dentista.


É uma delícia ter uma esposa tão linda, gostosa e desejada por outros e que sabe curtir a liberdade que o marido lhe dá. Agora, estamos curtindo quando sai sozinha (como se estivesse traindo o marido). Antes de liberá-la, porém, fazemos todo um levantamento para saber mais sobre o parceiro e detalhes de segurança e privacidade.