sábado, 23 de janeiro de 2016

RELATO ERÓTICO 100% REAL - MENÁGE COM ZEUS

MENÁGE COM ZEUS

2016 começou à todo vapor. Dando sequência às nossas aventuras; no começo de janeiro de 2016, a Luciana começou a conversar com um amigo do CRS (site de casais liberais). O nome desse amigo é Zeus (nome de guerra). Esse amigo já estava cortejando minha esposa desde o mês de novembro de 2015, quando participamos da “festa Country”, em São Paulo.

Percebendo a receptividade da Luciana; o safado mandou fotos sensuais e propostas que atiçaram a Ninfogosa. Entre elas, estava a promessa do amigo de que ela seria tratada como uma putinha e eu (o marido) como um legítimo corninho; segundo ele.






O Zeus é promoter de uma casa de swing de São Paulo. Apesar de ser jovem (31 anos), trata-se de um comedor experiente; sarado, pirocudo; com um currículo de fazer inveja para qualquer homem. Já se deu bem, passou o rodo e pegou algumas das mulheres mais lindas e gostosas do circuito swinguer paulistano.

Durante alguns dias, os dois trocaram mensagens no celular. No final de cada dia, minha esposa mostrava tudo pra mim, me provocando e querendo saber se eu autorizava que ela seguisse em frente na ideia do amigo. Claro que eu concordei e dei total apoio.

Adoro ver minha mulher sendo paquerada. Ela fica tarada e desconta em mim esse tesão.

Como tínhamos uma reunião de trabalho na capital; marcamos o encontro com o Zeus no nosso flat, que fica na região da avenida Paulista. Eu trabalharia durante o dia, minha esposa ficaria no flat (pegando sol na piscina) e a noite o amigo nos encontraria. Até imaginei que ele quisesse antecipar sua chegada ao flat, para poder pegar a Luciana sozinha, sem a minha presença. Mas o sacana deixou bem claro que ele curtia mesmo era pegar a casadinha na frente do corno. Ou seja, eu teria que assistir a putaria deles.

Tudo combinado. Chegou o dia do encontro. Deixei minha esposa no flat e fui trabalhar. Durante as reuniões que tive ao longo do dia, fiquei pensando no que a Luciana estaria aprontando para logo mais à noite. Será que eles estariam trocando mensagens pelo telefone? Será que eles resolveriam antecipar o encontro e fazer uma surpresa para o marido?

O dia passou rápido. No final da tarde; minha esposa me mandou uma mensagem com um print da conversa que tinha tido com o Zeus. Estavam confirmando o encontro para as 21 horas.

Tão logo encerrei a última reunião do dia; peguei minhas coisas e parti para o flat. Estava em Alphaville e mesmo respeitando toda a sinalização de trânsito, acho que bati o recorde de velocidade no trajeto até a Paulista. Toda vez que parava nos semáforos; olhava o celular e via que minha esposa estava experimentando roupinhas para usar com o amante. Ela tirava fotos e me mandava. A Luciana agora pegou gosto em fazer selfies sensuais.




Quando abri a porta do apartamento, vi minha esposa usando uma roupa totalmente sexy. Era um vestido de crochê (tipo saída de praia) e, por baixo, um sutiã e calcinha bem sensuais. A Safada estava na varanda e quando eu fui até ela, recebi uma advertência: “ - Não venha aqui, senão você vai queimar o meu filme.”

Embora ela tenha falado em tom de brincadeira, a verdade é que a Luciana estava na varanda se insinuando para 2 rapazes que estavam no prédio vizinho. Percebi que minha putinha estava sedenta por uma boa putaria. 

Deixei-a bem à vontade na brincadeira. Fui até a geladeira, peguei uma stellinha gelada e fui pra sala. Sentei no sofá, afrouxei a gravata e enquanto degustava a cerveja, também contemplava minha mulher, na varanda, dando mole pros machos. Tirei algumas fotos.

Depois de alguns minutos, a putinha veio me dar atenção. A Luciana me mostrou o celular e eu pude ver as mensagens e fotos que ela havia trocado com o Zeus ao longo da tarde. Percebendo minha excitação, a safada resolveu aliviar minha tensão. Fomos pra cama e eu a comi gostoso. Como sempre digo: o marido tem o direito de ser o primeiro da noite a traçar a própria esposa. Nem sempre dá certo; mas na medida do possível eu tento.

Nossa brincadeira começou na varanda do apartamento. Mas, por incrível que pareça; em pleno verão paulistano, naquele começo de noite a temperatura marcava incomuns 18ºC e esse friozinho incomodava uma brincadeira ao ar livre. Fomos pra cama do quarto de casal. Gozei com minha esposa cavalgando em mim, enquanto me provocava dizendo um monte de sacanagens que pretendia fazer logo mais, com o comedor que viria.

Após a nossa transa; fomos tomar banho e nos arrumar. Ela se arrumou deliciosamente para o encontro. Vestido branco de piriguete, bem curto; que a cada passo ou rebolada subia um pouco mais; também usava micro calcinha e sandálias de saltos alto, finos. Caprichou no perfume e no batom. Uma verdadeira putinha. Pior é que pedia opiniões pra mim, querendo saber se estava bem vestida, senão pareceria muito oferecida e outras coisas.

Por volta das 20h30, minha esposa já estava pronta (deliciosamente pronta) esperando o amigo que viria comê-la. Ligamos na recepção e informamos que “um primo” viria nos visitar. Enquanto isso, minha esposa arrumou os cômodos do flat. Quando eu digo “arrumou”, significa que ela deixou pacotes de camisinhas e toalhas brancas nos 2 quartos e nos 2 banheiros. Na suíte, além das toalhas e dos preservativos, havia também um tubo de lubrificante Ky. Ou seja; ela queria meter muito.

Pouco depois das nove da noite; nosso amigo Zeus mandou mensagem no celular da Lu dizendo que já estava estacionando o carro e que iria subir. Mais cinco minutos e ele bateu na porta. Quem atendeu foi a Luciana. Chegou a hora da Luciana se transformar na Ninfogosa.

O amigo entrou no nosso apartamento e foi recepcionado pela Lu. Os dois se apresentaram e se cumprimentaram com beijinhos no rosto. Imagino que o Zeus tenha ficado encantado com o visual da minha esposa. Após cumprimenta-la, ele veio até mim, me cumprimentou também e, na sequência, disse que precisava carregar a bateria do seu telefone celular. A Luciana indicou uma tomada que ficava na bancada da copa e foi pessoalmente mostrar onde ficava.

Enquanto isso; fiquei na sala de estar. De lá, pude ouvir que o amigo elogiou a beleza e gostosura da minha esposa e os dois imediatamente já começaram a se pegar. Longe da minha visão. Os dois não perderam tempo e passaram a se dedicar um ao outro, ignorando o corninho que estava na sala. E eu fiz questão de deixa-los à vontade, se curtindo.




Ficaram uns 2 minutos (longos 2 minutos) longe de mim, até que saíram da copa e eu finalmente pude vê-los. Estavam atracados, se beijando, se pegando; dando amassos. Colaram na parede e a putaria começou a esquentar. Minha esposa já estava com sua bunda exposta e o safado do Zeus pegando nela; ao mesmo tempo em que à beijava na boca, alternando com mordidinhas na nuca e no pescoço da Luciana.  




Nesse momento coloquei a filmadora na direção deles e também comecei a fotografar com meu celular. A cena era muito excitante. Ver a minha esposa namorando com o amigo, como se fosse uma vadia; sem se importar com a minha presença, é algo quase indescritível. Só quem já foi corno entende isso.

Os dois ficaram nessa brincadeira por uns 10 minutos. Nesse meio tempo, a coisa evoluiu e o safado deixou minha esposa com o corpo todo exposto. Também assisti a Luciana abaixar a calça do comedor, pegando em seu pau e começando a punhetá-lo. Quando ela se ajoelhou para mamá-lo, eu também cheguei junto e ganhei um boquetinho. Nesse momento pude ver que a pica do amigo era maior que a minha e que tinha o dobro da largura do meu pau. Tudo bem, faz parte; não dá pra ser perfeito...rs

Então minha esposa começou a mamar o pau do Zeus. Mamava igual à uma verdadeira vagabunda. Putinha profissional; que sabia como dar prazer ao seu macho.




Depois dos amassos, a Luciana e o Zeus foram para o sofá, onde continuaram se pegando. O amigo vestiu uma camisinha e comeu minha esposa. Durante a foda; o Zeus dizia uma monte de sacanagens no ouvido da minha esposa e a estimulava à provocar o corninho. A putinha obedecia o comedor e perguntava pra mim coisas do tipo: “- Tá gostando de ver seu corninho?”

Estava sim. O corninho estava adorando ver sua esposa sendo a putinha de outro macho. No final das contas; quem se dá bem é o marido, que tem aquela gostosura de esposa à sua disposição antes e depois dela ser puta.

Após cavalgar bastante naquela picona, o amigo se levantou e foi bater uma punheta perto do rostinho da Luciana, que ficou de 4 no sofá, rebolando e provocando. Não demorou para ele gozar e melecar a minha esposa.

Ela foi ao banheiro se limpar e eu e meu “sócio” ficamos no sofá da sala, conversando; como bons amigos. A Luciana voltou. Tinha trocado de roupa. Roupa? Aquilo não era uma roupa... Ela vestiu um conjunto de lingerie (calcinha e sutiã) e por cima um vestidinho de crochê que deixava a lingerie aparecendo (era o mesmo que tinha usado mais cedo). Sentou-se conosco e ficamos ali, tomando uma cerveja (o Zeus só tomou Coca-Cola) e conversando.

Ficamos ali no sofá batendo papo e o amigo nos mostrou uns vídeos no celular. Eu sentado à esquerda, o Zeus no meio e a Luciana à direita. Após uns 30 minutos de descanso; o Zeus perguntou se eles poderiam brincar mais um pouco. Claro que a Luciana, topou e imediatamente começaram a se beijar. Percebi que estava sobrando, liguei a câmera filmadora e fui ao banheiro. Bastou eles perceberem que estavam sozinhos, que se levantaram e foram para a suíte.

Quando sai do banheiro, os dois já estavam no quarto, se beijando; de pé. Ele pelado e ela pegando na sua rola. Logo ele sentou-se na cama e ela ficou de pé em sua frente. Peguei a filmadora que havia ficado na sala e fui ao quarto. Os dois continuaram se pegando. Perguntei se podia ficar ali e Luciana me olhou e disse: “- Claro corninho...”

Mas o amigo deu uma de sacana e disse pra minha esposa: “- Mas até que seria bem legal se ele nos deixasse sozinhos um pouco, né?”

Entendi o que eles queriam. Mas condicionei minha retirada a um pedido direto da Luciana. E ela me encarou e pediu: “ – Corninho; deixa a gente aqui um pouquinho, deixa?”

Dá pra resistir a um pedido desses? Deixei a filmadora ligada e saí. Antes de fechar a porta, disse que seria só por 5 minutos. Fui pra sala e fiquei lá, curtindo minha cornitude e pensando quão deliciosa estava sendo aquela experiência. Mais ou menos 5 minutos depois de deixa-los sozinhos; minha esposa abriu a porta da suíte e disse: “ - Xu, vem cá...”



Quando cheguei ao quarto; o amigo estava sentado na cama, recebendo um boquete da Luciana. Comecei a tirar fotos. E aproveitando que minha esposa estava de bunda pra cima e eu de pau duraço; meti nela e bombei até gozar em sua bucetinha.

Vendo isso, o Zeus esperou a Luciana se limpar (o marido come a esposa sem camisinha) e a pegou e fodeu também. Ficamos quase uma hora brincando no quarto. Ela mamava um, mamava o outro; mamava os dois. Volta e meia ele pedia pra Luciana me provocar. E a fada provocava. Eles fizeram um 69; ela cavalgou, ele a pegou de quatro. Fizeram tudo o que tinham direito, exceto sexo anal; pois minha esposa não é louca pra ser enrabada por uma pica daquelas.




Viramos a Ninfogosa na cama e o Zeus bateu uma punheta até gozar nos peitos da minha esposa; que mamava minha pica.



Depois fomos pra sala e ficamos convesando, enquanto bebíamos e comíamos uma pizza. Já era quase 2 horas da manhã e o amigo se arrumou para ir embora. Até achei que ele pernoitaria no flat, conosco. Mas ele tinha compromisso cedo e preferiu dormir em sua casa (disse que sua mãe não o deixa dormir fora...rs).

Mesmo assim, não tenho dúvidas de que o Zeus se tornou nosso amigo e que em breve teremos novas aventuras para relatar.







RELATO ERÓTICO 100% REAL - NO CARRO COM O AVENTUREIRO


NO CARRO COM O AVENTUREIRO


Relato erótico 100% real, escrito pelo amigo AventureiroSts.



Ano novo, sonho antigo. Acho que poderia resumir assim minha primeira aventura desse ano de 2016. Como sempre deixei evidente e demonstrei algumas vezes no meu Sexlog (desde meados de 2013), um dos meus grandes sonhos e grandes objetivos desde que estou no meio era conhecer a tão famosa e deliciosa Ninfogosa.

Posso dizer que minha saga foi árdua, porém prazerosa, sempre com o pensamento positivo e confiança que um dia conseguiria tal proeza, afinal sempre percebi pelas fotos e relatos que se tratavam de um casal diferenciado e do melhor nível.

O começo de um contato com o casal demorou um pouco, pois uma putinha casada tão deliciosa como a Ninfogosa, é sempre desejada por inúmeros machos, por isso convites pra meter rola nela não faltam e deixarão de existir.



Mas tive sorte e honra de ser aceito no Skype para os primeiros contatos, através de conversas sempre respeitosas elogiando a safada para o corninho, e demonstrando meu real interesse de comer aquela gostosa de rabo irresistível.

Confesso que sou um cara safado e que adora uma boa putaria, assim o casal (Alex e Luciana), mas afinal quem não é, e quem não tem fantasias e desejos né rs...rs. Mas também tenho meu lado centrado, educado e respeitador, que sabe diferenciar os momentos e conversas. Creio que todo macho que deseja uma puta casada do melhor nível e qualidade como a deusa Ninfogosa, deveria seguir um pouco desses princípios simples, porém que fazem toda diferença.

Talvez seja esse o ponto, e principalmente a paciência que sempre tive, que chamou um pouco da atenção do marido, que sempre me tratou bem nas poucas conversas que tivemos no Skype, e deixou claro que chances teriam, bastasse esperar uma oportunidade.

Foi a partir dai, que passei a admirar ainda mais o casal, e comecei a acompanhar assiduamente as postagens do Sexlog e o blog da Ninfogosa. Feita a apresentação inicial, vamos ao começo do relato.

Começo de ano, madrugada de sábado para domingo dia 03/01/2016, fim de semana de chuva em casa, pois tinha exagerado um pouco na bebida num churrasco com amigos no dia anterior rsrs. Estava de bobeira pela internet procurando uma boa putaria pra semana, entrei no Sexlog e como de praxe tive que fazer aquela visita na página da tão desejada Ninfogosa. Mais uma vez fiquei vendo e admirando as belas fotos sempre sexys da minha musa, e meu pau pra variar começava a se animar, foi ai que resolvi fazer a primeira visita no blog e pude constatar que havia o novo relato do cruzeiro, que tanto estava esperando pra conferir.

A partir desse momento me preparei psicologicamente e ajeitei minha rola, porque sabia que iria mais uma vez entrar de cabeça no relato real do casal e me imaginar na situação dos comedores da putinha linda da Lu.

Fiquei cerca de meia hora lendo todos os detalhes, sempre dando ênfase para cada safadeza que eles passaram naquele cruzeiro e ficando cada vez mais tarado pela a casadinha do meu novo amigo corno.

Terminado mais um dos vários relatos deliciosos postados, acabei vendo um pequeno post do casal no mesmo blog, onde estava sendo direcionado para que os fãs que tanto sonham e desejam aquela safada deliciosa da Ninfogosa, mandassem um e-mail demonstrando alguns tipos de situações excitantes e fantasias que desejariam realizar com aquela esposa do corninho manso.

Neste momento acreditei que seria minha chance de conseguir a grande oportunidade que sempre desejei de estar com essa tesuda. Não medi esforços e madruguei nesse mesmo dia, desenvolvendo e criando um e-mail caprichado com algumas deliciosas ideias e fantasias que desejava com a Ninfogosa. Terminado a elaboração das sugestões para passar uma tarde / noite ao lado da esposinha, deixei uma mensagem para o corninho via Skype informando sobre o envio do meu e-mail, e fiquei rezando para ser o escolhido rs.

Passou a primeira semana útil do ano, e diante da correria do dia a dia, mesmo ansioso por uma resposta, só pude entrar no meu e-mail uma única vez e nenhum retorno sobre o assunto. Mas mesmo assim; estava tranquilo, pois imaginei que deveria ter milhares de machos loucos de ideias e cheios de vontade de serem premiados com a cia dela.

Até que chegou a tão esperada e desejada sexta-feira, dia de relaxar e tomar uma boa cerveja.

Nesse dia em questão (08/01/2016), me reuni com uns amigos num barzinho próximo ao canal 3 aqui em Santos para colocar o papo em dia, dar risadas, tomar uma boa cerveja e azarar as gatas safadas. E foi nesse dia no barzinho que por volta da 23:00, que recebi uma notificação de mensagem pelo Skype. Quando fui ver era meu amigo corno me informando que tinha uma boa noticia pra mim, a sua deliciosa putinha comentou com ele que gostou do meu e-mail e achou interessantes as minhas ideias e a forma como escrevi.

Minha reação foi única, muita excitação e pau duro (no meio do bar) só de saber que aquela cachorra gostosa demonstrou algum tipo de interesse em me conhecer. Perguntei pro corno qual das ideias que tive ela ficou interessada, e ele disse que ainda não sabia, mas me manteria informado e nos comunicaríamos tão logo a Ninfogosa tivesse vontade de uma nova putaria.

Depois disso, na maior paciência e calma possível, apesar do tesão da noticia falei que aguardaria retorno dele, e mais animado continuei na breja e conversa com os amigos, esperando ansioso o marido me procurar novamente.




Chegou o tão desejado sábado, dia de boas putarias e quem sabe com novidades sobre a Ninfogosa. Não demorou muito e no começo da tarde o amigo corno já me contatou no Skype perguntando meu número de celular, dizendo que sua putinha havia pedido pra passar pra ela. Nesse momento deu aquele frio na barriga e ao mesmo tempo tesão de saber que agora estaria mais próximo daquela safada.

Conversei mais um pouco no começo da noite com o marido, que falou que ela se interessou pela forma como eu escrevi o e-mail, e eu falando que achava sensacional os relatos do blog, ai ele me perguntou meu real nome, e como tive bastante confiança no casal não havia o porque de omitir, e ele me passou o whatsapp da sua esposa.

Foi a oportunidade de ouro de conhecer melhor a safada, demonstrar meu interesse nela e provocá-la. Começamos a conversar por volta das 22h e pouco no mesmo sábado pelo whats, nos apresentamos inicialmente sempre com muita educação, e ela disse que lembrava que eu a acompanhava muito e comentava as fotos no Sexlog. Fiquei surpreso e feliz em saber que aquela deusa estava atenta aos detalhes e elogios que sempre fiz pra ela.

Ela disse também que achou interessante meu e-mail, iria escolher alguma das fantasias e pensar com carinho na situação. Além disso, ela falou que lembrava apenas de uma foto do meu log no carro com outra casada. Foi a deixa pra eu começar a provocar a putinha, afinal se ela lembrava apenas dessa foto, deveria querer ver algo mais né rs...

A noite meio chuvosa estava propicia pra esquentar um pouco o clima, foi ai que resolvi enviar uma foto minha, (de cueca com o volume a mostra), já estava cheio de tesão pra provocar a Ninfogosa, tinha quase certeza de que ela iria corresponder e topar a safadeza, e a resposta foi imediata, a tesuda mandou uma foto sexy com um decote provocante, demonstrando a perfeição dos seus seios.

Iniciou ai aquele jogo de sedução e provocação através de fotos excitantes e palavras provocantes de ambos (Putinha Ninfogosa e seu novo macho Comedor Aventureirosts). Ficamos um bom tempo nos falando pelo whatssapp (até um pouco depois da meia noite), até que meu tesão atingiu o ápice a ponto de propor pra safada uma voltinha de carro por ruas vazias durante a madrugada chuvosa na cidade. Me coloquei a disposição pra ir buscá-la e depois devolvê-la pro corno bem comida e cuidada, mas infelizmente a gostosa estava um pouco cansada e tinha que cuidar dos seus filhos.

Mesmo com e negativa, não desanimei e continuei mandando algumas fotos tiradas no Google, onde demonstrava algumas situações de fodas no carro e outras das fantasias que tinha colocado no e-mail. Ela parecia estar gostando e refiz meu convite para uma volta de carro no domingo, assim a vadia teria tempo de pensar, se programar, além claro de pedir alvará pro corno (conforme ela mesmo disse que iria pedir).

Posso dizer que esse primeiro contato com a Lu, foi muito excitante e proveitoso. Percebi na conversa que ela demonstrou mesmo interesse e vontade de ser abusada pelo meu pau. Dormi de pau duro e cheio de esperança que no dia seguinte seria a minha vez de comer e pegar a melhor putinha da baixada.

Eis que o Domingo (10/01/2016) chegou. Acordei meio tarde, por volta das 11hrs, afinal dormir com tesão pensando nessa deusa foi difícil. Mas aquele mesmo tesão que me deixou de pau duro ao dormir, continuou ao acordar. Não demorou e minha animação e vontade de provocar a gostosa, tomou conta de mim mais uma vez. Como tarado e louco pela Ninfogosa, tive que mandar aquela mensagem de bom dia mostrando a maneira como acordei, então mais uma vez posicionei a rola dura na cueca e tirei uma foto pra deliciosa. Ela visualizou rápido, dando aquela risadinha safada e de quem estava gostando e me deu bom dia também.

Como a minha ansiedade era grande, já perguntei se ela tinha pedido o aval do corno pra uma voltinha de carro comigo nesse dia, e continuei nos elogios e demonstração de admiração que ela sempre mereceu de minha parte. A safada parecia ocupada e não tinha respondido minha pergunta, apenas falou que iriamos nos falando durante e dia e que iria dar uma saída pra cuidar daquele corpão na academia.

Esperei um pouco, e me lembrei que ela tinha comentado no inicio do nosso papo que pelo whatssapp no sábado, onde ela mencionou que se recordava apenas de uma foto minha do Sexlog no carro com uma outra casadinha. Para provocar e deixar ela com vontade de repetir o mesmo tipo de aventura no carro comigo, peguei a foto do log e mandei pelo whatss pra danada ver, falando que hoje poderia ser ela pegando na minha rola dura. Aproveitei pra mandar outra foto do meu instrumento do mesmo site, onde eu tinha homenageado ela. Mais uma vez a resposta veio rápida com risos e aquela carinha de diabinha safada rs.

Diante disso, pensei que estava indo no caminho certo, e novamente perguntei se o corno tinha liberado aquela puta pra foder gostoso comigo. E para minha surpresa o marido não só tinha liberado, como também se prontificou a ser o motorista da noite onde eu iria usar e abusar da cachorra da esposa dele no banco de trás.

Surpreso sim, pois imaginava estar sozinho com ela, mas como grande fã, admirador e tarado pela Ninfogosa, jamais poderia negar de ir para o "abate" com a mulher que tanto atiça meu imaginário. Mesmo na presença do corninho sabia que iria adorar e aproveitar muito daquela deliciosa esposa.

Aquela resposta dela pra mim já foi a confirmação de que eu seria o próximo comedor, por isso começamos a planejar como seria o encontro. A safada que parecia estar com muito tesão e sedenta por uma nova rola no começo de 2016 (e a pica era a minha rs), já tinha quase tudo planejado e me deu de imediato o plano da aventura.

Combinou comigo numa rua tranquila pelo bairro da PP, com uma fácil referência e disse para que eu fosse com meu carro, e ao encontrá-los no horário (já meio planejado também) e local, eu passaria para o carro deles. Terminada e realizada nossa programação e planejamento para a noite de pegação e putaria, fui almoçar e dar uma descansada para recarregar as energias.

Procurei também não incomodá-la e deixá-la tranquila descansando e curtindo o domingo em família, esperando um retorno da confirmação final com o horário exato para curtir a noite na presença da puta e o corno. Mas quem disse que uma puta casada e safada aguenta ficar quieta, sem querer provocar seu macho comedor? Pois é, a deliciosa por volta das 15:30 me mandou mais uma foto sexy e provocativa dizendo que estava experimentando a roupa da noite (uma calcinha preta fio dental socada no rabão perfeito e um corpete também preto lindo). Não resisti, fiz alguns elogios e falei do prazer que seria ver ela de perto daquele jeito nos meus braços. A puta deu risadas e mandou mais carinha de diabinha safada, como não sou de ferro e cai na tentação fácil, tive que retribuir a foto mostrando o tesão que ela continuava me deixando, abri o ziper da minha bermuda, saquei e rola dura babona pra fora e mandei a foto pra minha cachorra.

Resposta da Ninfogosa: "Delicia. Vou mamar bem gostoso". Começou ai aquela putaria e sedução de ambos os lados, com palavras, demonstração de desejos e mais fotos provocantes. Recebi uma dos seios lindos e perfeitos que me deixou com água na boca, e fui mandando a resposta do meu material que ela iria se lambuzar.

Aquele final de tarde começou a esquentar tanto pelo whatssapp não só na troca de fotos, mas também nas mensagens sempre safadas e deliciosas. Algumas que recebi da putinha: "Quero dar bem gostoso pra vc." "Promete que vai me foder bem gostoso?"

Mandei mais fotos minhas e ela: "Delicia" / "Gostoso" / "Vou querer sentar bem gostoso no seu pau."

Já estava quase terminando a tarde quando resolvi fazer um teste com ela, fazendo uma pergunta ousada e provocante. Eis a questão que mandei: "Lu, como você quer ser tratada hoje na frente do seu marido?"
Alternativa A - Igual uma putinha com palavras fortes e estimulantes;
Alternativa B - De forma mais carinhosa. 

Ninfogosa simples e objetiva: Alternativa A.

O que falar de uma mulher dessas? Irresistível, safada, putinha e deliciosa....me deixou com o pau encharcado de tesão, antes mesmo de foder ela. Essa sim é uma esposa puta de um marido corno de verdade. Como faltavam poucas horas para o encontro, diminuimos a empolgação e ficamos de nos comunicar quando ela estivesse pra sair de casa com o marido, por volta das 22:00 como já tínhamos programado.

Era questão de tempo de meu sonho e desejo se realizar e passar um tempinho ao lado daquela Deusa, desfrutando das suas curvas sempre perfeitas.

Conforme nossa programação, a Ninfogosa me mandou mensagem pouco antes das 22hrs e disse q estaria saindo de casa e me aguardaria no local combinado. Eu já estava pronto, afinal quando marco com um casal não gosto de deixá-los esperando, por isso me programo com antecedência pra dar tudo certo.

Como o lugar onde combinamos é próximo tanto pra mim quanto para eles, não demorou nem 10 minutos que saímos cada um de suas respectivas casas e já nos encontramos, por coincidência chegamos ao mesmo tempo na rua um atrás do outro. O marido motorista parou o carro um pouco à frente e eu, logo atrás estacionei o meu veiculo.

Sem muita demora, peguei minhas coisas desci do meu carro e fui ao encontro deles. Como macho comedor, entrei pela porta de trás da direita, e ao abrir me deparei com a mais incrível e espetacular mulher casada que desejei, sim era a lindíssima e safada Ninfogosa no banco de trás me esperando, com aquele ar de mulher fatal e sexy.

Entrei dando boa noite para o casal, e inicialmente cumprimentei meu mais novo sócio (o marido motorista corno), afinal era ele que tinha dado o alvará de liberação pra eu comer sua esposa, então nada mais justo do que ele ser apresentado para o macho da esposa e tratá-lo como meu mais novo grande "sócio" rs.

Depois cheguei bem perto da putinha (que estava na ponta esquerda do carro) e dei um beijo nela de "oi", me apresentando rapidamente. A partir de então o marido deu partida e saiu com o carro, para quebrar o gelo e ficarmos a vontade (o que era questão de minutos), demonstrei minha felicidade e realização de estar na cia deles, e acima de tudo ter o privilégio de conhecer de perto a minha musa deliciosa Ninfogosa.

O começo era como esperado, nos respeitamos e tivemos os 3 alguns breves papos e conversas (sobre o e-mail que enviei e alguns fantasias), enquanto o marido já estava na ativa dirigindo o carro procurando ruas tranquilas e vazias. Só que é impossível qualquer macho resistir a tentação de ter ao seu lado a tão sonhada putinha casada e gostosa e não partir para o ataque, ainda mais vendo ela pertinho de mim e com aquela perna linda despida.




Não tive alternativa, cheguei junto passando a mão nas coxas deliciosas dela, sentindo aquela pele macia e lisinha. A safada não cedeu e viu meu olhar tarado nos olhos dela, e começou a se ajeitar querendo ser abusada pelo seu mais novo macho. Automaticamente vendo a situação fluindo naturalmente não tive como resistir e cheguei junto da putinha tascando um beijão na boca, e que boca. Nossos lábios estavam sedentos por aquele momento de prazer e pegação.

Sim; muita pegação, beijando aquela bela mulher fui aproveitando que a vadia estava entregue nos meus braços e fui deslizando minhas mãos por todo corpo maravilhoso dela. A cada beijo ardente eu ia deslizando minha boca e língua pelo pescoço dela, chegando nos seios lindos e perfeitos que são da medida certa encaixando na minha boca, enquanto isso a tesuda gemia e pedia pra eu comer ela gostoso. Não poderia esquecer no meio daquele "esquenta" e pegação do pedido dela, de ser tratada como putinha com palavras provocantes e estimulantes na frente do corninho, que ainda estava no volante procurando o melhor local pra putaria pegar mais fogo ainda.

Confesso que melhor sensação que essa não há, estar com uma casada deliciosa nos seus braços curtindo gostoso enquanto o marido encontra uma forma de proporcionar o melhor prazer pra todos os envolvidos no contexto.

Ao ver que estava saindo "faísca" entre a Ninfogosa e seu novo amante comedor, o corninho encontrou um local tranquilo numa rua, e parou o carro atrás de um caminhão. Deu aval pra que a safadeza rolasse solta, e não pensamos duas vezes. A putinha já entregue pra mim nos beijos e amassos, foi abrindo as pernas e liberando a bucetinha pra ser abusada. Coloquei de ladinho sua calcinha e ao colocar minha mão senti aquela buceta toda meladinha de tesão. 

Nossaaaaaaaaaaaa que buceta é essa???? Pqp!!! Com o perdão da palavra veio na minha cabeça, vou secar essa xaninha com a boca, e fui descendo, descendo pelas curvas do corpo dela até chegar com a boca na bucetinha deliciosa dela. Me vi diante daquela Deusa de pernas abertas com a buceta exposta pra mim, que cena maravilhosa! Cai de boca e fiquei alguns minutos chupando aquela bucetuda suculenta, enquanto a puta gemia para o corninho que perguntava se ela estava gostando.

A cachorra safada dizia "ahan", e pegava no meu cabelo com tesão em sentir minha língua deslizando pela buceta macia, cheirosa e melada dela. Soquei minha língua dentro enquanto abria a buceta dela, e ao esticar as pernas dela vi um detalhe que saberia que precisava provar. O cuzinho da Ninfogosa, sim aquela mulher de rabão espetacular tem um cuzinho sensacional, e ao chupar a buceta dela, inevitavelmente também desejei e quis muito chupar e socar minha língua dentro.




Que tesão de cu ela tem, chupei e soquei um pouco a língua nela, e a safada percebendo aumentou seu gemido, ou seja, sabia que o macho dela estava louco pra abusar daquele rabão também. Claro que nesse meio tempo, de pegação e oral nela, interagimos com palavras provocantes e estimulantes. Eu chamando-a de "putinha", "cachorra", "gostosa", "deliciosa", e também a cada momento de prazer entre nós, iamos falando para o corninho como estava delicioso aquele momento. Falei que ele tinha uma esposa bem puta e que a safada estava louca pra sentir minha rola, e ela afirmando tudo e gemendo gostoso, provocando tesão em mim e também no corno que assistia de camarote no banco da frente a situação de a esposa ser abusada pelo novo macho dela.

Só que a Ninfogosa não resistiu por muito tempo em apenas receber oral, e logo inverteu a posição e veio pra cima de mim querendo provar minha rola. A safada abriu minha calça e pra facilitar os tramites eu abaixei e fiquei apenas de cueca. A putinha ao ver o volume não pediu nem permissão e encheu a mão na minha rola pra conferir o quanto estava dura de tesão por ela. Alisou e admirou a tora, mas de imediato tirou pra fora e caiu de boca sem cerimonias.

O que dizer desse momento que tanto desejei, descrever não é tão simples quanto parece pois já de relembrar as cenas me sinto com o mesmo tesão e sentindo novamente aquele chupeta de primeira. A constatação que estava tendo naquele momento é q a vadia é uma exímia boqueteira, ela mamou demais meu pau! Chupava de todas as formas, engolia quase a rola toda, lambia a cabeça, chupava as bolas e ainda por cima teve a safadeza de chupar com aquela cara de cachorra sedenta olhando nos meus olhos. Somente quem conhece e conheceu ela na intimidade sabe o que estou dizendo e quão maravilhoso é fazer uma putaria gostosa com essa morena.

Aquele mamada deliciosa dela durou bastante, e eu desfrutando daquele corpão dela, passando a mão pelos seios e rabão perfeito; com o qual me esbaldei, além de socar os dedos na bucetinha e cuzinho enquanto a safada gemia mamando meu pau duro. E nessa pegação ainda rolava aquela interação com o marido corno, vendo sua esposa sendo abusada e se deliciando com o novo amigo, não deixei claro de falar que ele tinha uma esposa gostosa e bem putinha, "né corninho?"

Vendo aquela deliciosa mulher se deliciando com a minha rola, me lembrei da "indireta" que falei pra ela numa das conversas pelo whatssapp, e falei se a vadia não queria colocar em prática aquele 69 que ela disse adorar. O marido achou uma boa, e ela claro topou no mesmo momento, e deixou eu me posicionar deitado no banco de trás do carro onde já estávamos durante toda noite, e por cima abriu as pernas e posicionou aquele rabão na minha cara. Nossa, que visão maravilhosa eu tinha naquela posição! A Deusa de rabo perfeito e que tanto atrai olhares por onde passa, estava com aquela bunda linda e cheirosa na minha boca, minha única alternativa era encher a mão naquele monumental rabo abrindo a buceta e cuzinho e socando minha língua e chupando a safada até ela dizer chega.

Enquanto eu me acabava abusando da bunda dela, a safada continuava a mamar minha pica com vontade e sem previsão de parar. Quando a clima começava a pegar fogo, o marido percebeu que do lado de fora havia algumas pequenas movimentações de puta de rua e caminhoneiros, ai por segurança e descrição que todos nós prezamos muito, resolvemos dar uma parada na pegação e sair daquele local em busca de outra rua sossegada para mais safadeza.

O marido partiu para encontrar outro local e depois de poucos minutos, encontrou uma ruazinha sossegada sem nenhum carro e movimentação. Estacionou e voltamos à interação. Demos uma pequena esfriada; mas nada que atrapalhasse a animação e tesão do momento, rapidamente a Ninfogosa começou a me atiçar diante de suas curvas e novamente começamos a nos pegar.

A tesuda voltou a pegar no meu dote duro e mamar mais um pouco, enquanto eu novamente deslizava minhas mãos por todo corpo dela sentindo aquela pele macia e deliciosa. Só que nesse "2º round" e pit stop, não tivemos muita sorte, pois logo o corno avistou do lado de fora uma movimentação estranha de pessoas, e portanto nos alertou e saímos prontamente do lugar.

Lembro-me que nessas duas paradas de bastante tesão e safadeza, passou-se quase 1 hora de deliciosas preliminares, e no caminho para o terceiro pit stop do motorista corno, o casal lembrava conversando comigo que tinha que voltar logo logo pra casa, pois tinham compromissos familiares. O marido perguntou as horas e eram quase 23hrs, confesso que pensei que ele não faria outra parada, mas eles disseram que daria pra curtir mais uns 20 minutos.

Isso pra mim foi um alento e alivio, pois eu acabaria ficando na vontade se não socasse minha rola na buceta da minha safada preferida. Diante do tempo que restava, o próprio marido deu uma agilizada e foi para um local próximo ao primeiro onde conseguimos brincar gostoso. Logo ele encontrou um pequeno beco sem saída, e posicionou o carro atrás de um caminhão. Ao parar o carro, foi o marido que não aguentou o tesão e se virou pro banco de trás e agarrou a esposa dando um beijão nela e também passando a mão sentindo aquele corpo dela que só ele tem no dia a dia. A safada claro que estava adorando aquela situação de estar no meio de dois homens loucos por ela. Enquanto o marido aproveitava um pouco o momento com sua esposa, eu por trás ia também passando minhas mãos pelos seios e rabão dela, louco de vontade de curtir ainda mais a minha puta preferida.

Vendo que estava sendo abusada pelos dois, a tesuda que continuava a beijar o marido (que estava no banco da frente), veio com aquele super rabo sentar de costas no meu colo, nesse momento fiquei louco de tesão e meu pau duro começava a pulsar se esfregando na bunda mais Top da Baixada!

A putinha percebeu a animação da minha rola dura no rabão dela e minhas mãos enchendo ela de apertões e tapinhas, logo deu a letra pro corno e pediu a camisinha. Naquele momento me deparei com a Ninfogosa virando-se de frente pra mim, me entregando a camisinha e pedindo pra foder ela gostoso.

Como o pedido de uma casadinha putinha é uma ordem pra mim, afinal eu estava lá pra dar aquela assistência gostosa pra danada, rapidamente posicionei a capa no dote e falei pra safada sentar. Ela claro estava cheia de tesão em provar sua nova pica fudendo a bucetinha dela tão deliciosa, se ajeitou e sentou fundo bem gostoso.

Esse era o momento de ápice pra mim, que tanto desejei e ainda desejo a Ninfogosa. Sentir a putinha sentando no meu pau, com seus seios tão lindos expostos na minha boca sendo chupados vorazmente, aliados ao rabão dela sendo pressionado pelas minhas mãos; que encheram com vontade aquela bunda, ouvindo-a gemer no meu ouvido pedido pra foder sua bucetinha apertada e melada, e ver o marido corno punhetando. Somente quem vivenciou momentos de prazer ao lado dela sabem o quanto é especial e delicioso ter essa mulher nos seus braços.

Descrever o prazer que estava tendo aquela hora, não é simples. Mas o fato é que pude ver aquela cavala safada fodendo gostoso comigo, enquanto o marido presenciava em melhor angulo meu pau entrando na buceta dela. Entre as metidas entre eu e a esposa, rolava algumas pegadas fortes e gemidos de prazer de ambos, enquanto relatei pra marido o quanto é delicioso comer a buceta daquela tesuda.

Depois de algumas cravadas, sentadas e reboladas da safada na minha rola, e diante de todo tesão que já estávamos sentindo um pelo outro, acabei não resistindo e gozei gostoso. Afinal terminar aquela noite sem gozar com a mulher dos meus desejos e fantasias não seria uma noite completa.

Após comer aquela casada linda, nos recuperamos, limpamos e nos vestimos rumo ao local onde nos encontramos. Chegando lá, nos despedimos e ficamos na promessa de novos contatos e aventuras, diante da amizade sadia e bacana que fizemos. 

Em resumo, o prazer de momento que tive foi único e sensacional, pois eu estava diante de uma mulher bem casada e bem putinha e; além disso, uma mulher diferenciada e perfeitamente deliciosa e gostosa. Qual macho não desejaria essa Deusa né?

O fato é que ela é única e merece acima de tudo muito respeito a admiração. Mesmo diante de safadezas e putarias. O que posso garantir é que não ganhei apenas uma noite de muito prazer e sim ganhei uma grande amizade com um casal diferenciado e do bem, que sabem curtir a vida com responsabilidade e com prazer.

Vale ressaltar que na minha visão a identificação e respeito com o casal foi imediata.

Fica aqui também meu agradecimento ao casal pela oportunidade de ser o felizardo de escrever esse relato de um momento que mesmo rápido foi bem intenso e gostoso.

E aproveito também para dizer que as fantasias e desejos do e-mail que enviei para passar uma tarde / noite com a Ninfogosa ainda não foram colocados em prática.

Será que teremos novos capítulos da dupla Ninfogosa e Aventureirosts??? rsrsrs

Fica a dica. 

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Se você também é fã da NINFOGOSA e sonha em conhecê-la; mande um e-mail pra gente e diga o que faria para passar uma tarde/noite com a putinha casada que povoa nosso imaginário.

Estamos sempre atentos à pessoas de bom nível, que possam ajudar na realização nossas fantasias com situações novas e excitantes.

Fique atento aos sinais, desenvolva sua ideia e sua proposta e mande seu e-mail.

ninfogosa@hotmail.com


segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

RELATO ERÓTICO 100% REAL - O CRUZEIRO

O CRUZEIRO

Relato erótico 100% real. Fotos meramente ilustrativas. Cópia e reprodução proibidas.


Em ... de 2015, embarcamos no navio ..., para um minicruzeiro de 3 dias pelo litoral brasileiro. O navio saia de Santos, passava por ... e ... . Trata-se de uma viagem que entre colegas de faculdade (é o terceiro ano consecutivo que fazemos esse passeio); em que a turma se reúne antes do Natal e viaja sem os filhos, para poderem se confraternizar melhor.

Lógico que eu e a Luciana combinamos que dessa vez faríamos de tudo para vivermos grandes e deliciosas aventuras sexuais em alto-mar.

Para não ter furo, elaboramos uma estratégia que consistia nos planos A, B, C e D. O plano A era uma turma de 3 amigos que estava numa cabine interna localizada no deck 2 (nós no deck 9, numa cabine com varanda) e que conhecemos virtualmente num grupo do whatsapp, antes ainda do embarque e que visava aproxima a galera do cruzeiro. O plano B eram 2 casais do CRS (site de casais swinguers), que anunciaram que viajariam também no mesmo navio acompanhados de 2 singles. O Plano C era minha esposa tentar abordar um tripulante. A safada da Luciana sempre teve a fantasia de transar com um oficial italiano usando farda. O plano D era um amigão nosso da faculdade, negro, sarado e gente boa.

Para agitar o plano A; a Luciana selecionou os perfis mais interessantes do tal grupo do whatsapp e chamou um desses rapazes (vamos chamá-lo de Marcos) numa conversa privada desse aplicativo e ai lhe disse que tinha uma amiga, casada, que estaria no cruzeiro e que ficou interessada nele. O cara não se fez de rogado e disse que estava viajando com mais 2 amigos, que eles adoravam mulheres casadas, mas que se “amiga” fosse na cabine dele, teria que dar conta dos outros 2 rapazes. O sacana ainda disse que se minha esposa quisesse, ela poderia ir junto da “amiga” e ajudá-la a cuidar dos 3 solteiros.

Mal sabia ele que essa amiga não existia e que a Luciana queria mesmo era cuidar sozinha dos 3, afinal; minha esposa adora uma gangbang. A conversa esquentou e os dois trocaram fotos e também trocaram os números das cabines. O encontro ficou pré-agendado.

Eu também fiz alguns contatos via Sexlog e CRS (sites de casais swinguers) dizendo que estaríamos a bordo. Recebi a resposta de uma mulher (“Sra. I.”) do Sexlog e de um casal (D...) do CRS. A “Sra. I.” disse que estaria num grupo de amigos; sendo que, destes, uns 2 seriam singles que curtiam casais. Porém, ela não me passou nem o número da cabine e nem o número do celular; o que, num navio com quase 3800 passageiros e 1100 tripulantes a bordo (entre tripulantes e passageiros) dificulta muito um encontro. Já o casal D... mandou cabine e número de telefone. Ficamos de nos encontrar no navio, para um papo sem compromisso. O “Sr. J.”; marido do casal D... ainda disse que estariam junto de outro belo casal do CRS (casal C...) e ainda de dois singles comedores. Ou seja, as possibilidades de farra eram das mais variadas.

1º DIA - Chegou o dia do cruzeiro. Embarcamos, deixamos nossas bolsas de mão na cabine e fomos almoçar. A Luciana já usava a tornozeleira com pimentinha; símbolo de mulher casada liberada para swing e ménage. Após a refeição, perto da piscina encontramos um grupo de amigos e ficamos com eles conversando e tomando cerveja; próximo da piscina central. Nessa hora, o navio ainda estava atracado no porto e o whastapp funcionava.

Minha esposa recomeçou a trocar mensagens com o Marcos, que dizia que já estava no navio, na piscina da popa (parte de trás do navio). O rapaz já nem perguntava mais da “amiga” da Luciana, deixando claro que o foco agora era apenas ela; dizia que queria “conhece-la” ainda no primeiro dia de cruzeiro.

Como estávamos com amigos que nada sabem da nossa vida liberal, minha esposa disfarçou o assedio que estava sofrendo pelo celular. Depois de algum tempinho, fomos pra cabine, pegamos nossos coletes salva-vidas e fizemos o treinamento de evacuação (que agora é obrigatório). Voltamos pra nossa cabine e da varanda ficamos assistindo o navio saindo lentamente do Porto de Santos.





Foi só o navio sair do porto e avançar um pouco mar adentro, que da nossa varanda, reparei que havia um oficial de prontidão na ponte de comando (deck 8) logo abaixo de onde estávamos. A distância entre a nossa cabine e ponte de comando era curta. Havia apenas mais 3 cabines; ou seja, estávamos bem perto. Meu instinto de corno sacou a possibilidade de flerte.



Sentei-me numa cadeira da varanda e deixei minha esposa à vontade, sozinha, de pé apoiada no guarda-corpo da varanda. Não demorou nem um minuto para ela começar a sorrir de forma sacana e mandar “tchauzinhos” para o oficial italiano.

Da ponte de comando, o italiano fez gestos com as mãos indicando o número do seu telefone de bordo. A Luciana anotou os números, entrou na cabine, pegou o telefone da cabine e ligou para ele. O safado atendeu a ligação e falando um português meio misturado com italiano; disse seu nome (vamos chamá-lo de Paolo) e perguntou se ela estava gostando do navio e em que horas (turno) ela iria jantar. A Luciana disse que estava adorando o navio e que jantaria no 2º turno (por volta das 22h). Em nenhum momento o italiano perguntou se ela era casada, mas foi direto e convidou-a para um primeiro encontro: - Te espero às 22h30 no Grand Bar, no deck 5.

Minha esposa disse que nesse horário não poderia, e ai o comedor disse que quando ela estivesse livre que ligasse em seu telefone. Pronto. O primeiro chifre do navio estava bem encaminhado. E curioso é que o plano C passou a ser plano A. Presta atenção...rs

Quando a Luciana voltou pra varanda e me contou; achei aquele lance delicioso. Fiquei sentado numa cadeira e ela de pé na minha frente, continuava a sorrir despudoradamente para o marujo; enquanto eu acariciava sua bunda e dava beijinho no corpo gostoso da minha mulher.

Depois de alguns minutos, entramos na cabine e não tive alternativa senão a de ser o primeiro a comer minha esposa naquele navio; com aquele tesão de corno que sabe que é o dono de uma verdadeira puta e que estava pressentindo que realizaríamos novas fantasias durante os três dias de viagem.

Acontece que, depois da primeira sessão de sexo; tocou o interfone da cabine e era o Marcos (o comedor do plano A). Minha esposa atendeu e ele, para disfarçar e fazer graça disse que “do serviço de quarto”. A Luciana sacou na hora, deu risada e ai o rapaz disse que estava sozinho na cabine e que queria muito que ela fosse lá; “conhecê-lo”. Minha mulher tinha acabado de dar pra mim, disse que não podia ir naquele horário, perguntou pelos demais amigos dele e outras coisas mais. Eu, da cama, assistia minha mulher sendo cortejada por outro macho ao telefone. O Marcos disse que os amigos estavam no deck das piscinas e que se ela fosse até sua cabine, seria só ele e ela. Mesmo assim minha esposa resistiu um pouco e disse que retornaria a ligação com uma resposta em 5 minutos, pois ela iria conversar com o marido.

A safada veio se deitar em meus braços, contando o que tinha sido conversado (da cama, enquanto a observava, eu já tinha sacado quase tudo) e perguntar o que eu achava do convite do Marcos para que fosse naquele instante à sua cabine.

Como bom corno, perguntei se ela estava afim. Ela disse que “não sabia” (ou seja, é claro que ela queria, afinal, mulher quando não quer algo, corta logo e diz não). Dai eu dei uma incentivada básica e lembrei que o cruzeiro era curto e que ela deveria aproveitar todas as oportunidades que surgissem e que lhe despertassem tesão e interesse. Foi o que bastou, a putinha pegou o telefone, ligou pro Marcos e disse que tomaria um banho rápido e iria até a cabine dele, para “conhece-lo”, com a condição de que o encontro fosse filmado com nossa máquina digital; pois ela precisava prestar contas ao marido. O rapaz topou, eles desligaram o telefone e a minha esposa foi tomar sua ducha e se arrumar.

Em 10 minutos ela estava pronta. Usava um maiô preto (body), uma calcinha bem sensual, que realçava ainda mais sua bundona gostosa; e também uma minissaia jeans. Passou batom, perfume, se penteou, me beijou e partiu para ser abatida pelo comedor. Foi só ela sair, que o telefone da nossa cabine tocou. Quando eu atendi desligaram na minha cara. Óbvio que era o comedor confirmando se ela estava a caminho. No percurso para a cabine do “abatedouro”, a Luciana tomou cuidado para não encontrar nenhum dos nossos amigos do grupo de viagem. Se encontrasse, disfarçaria.




Desempenhando meu papel de marido corno manso, fiquei na cabine, ansioso esperando minha mulherzinha voltar toda fodidinha. Aproveitei para começar a escrever a primeira página deste relato. O coração batendo forte. Ser corno já é emocionante; mas deixar a esposa sair sozinha é algo que altera os batimentos cardíacos. É uma angústia boa de ser sentida. Para aliviar a tensão e o tesão; bati uma bela punheta e gozei imaginando o que estaria acontecendo. O que será que o safado estaria fazendo com a minha esposa? E ela, como estaria se comportando? Que delícia relembrar o que vivi.

Como estávamos num grupo de amigos que não é do meio swinguer/liberal; tivemos que tomar diversos cuidados a bordo do navio. Minha esposa estava liberada para agir como uma putinha e conquistar seus comedores (sempre me contando antes). Acontece que apesar disso, ela tinha que tomar todo o cuidado para não ser vista em público conversando com outro macho, quem dirá fazendo outras coisas. A minha mulher quando quer “dar” fica com um sorriso aberto, generoso e indisfarçável e apenas isso já revelaria para os nossos amigos e nos colocaria numa situação delicada.

Para complicar ainda mais, esse rapaz (Marcos) era um cara boa pinta, novo, sarado, bonito; ou seja, um dos homens mais assediados pela mulherada do navio. Já pensou se minha esposa estivesse na cabine com ele e uma dos nossos amigos lhe visse entrando ou saindo daquela cabine?

Mas não era só isso. Não conhecíamos direito o rapaz. E se quando ela chegasse na cabine dele, outras pessoas estivessem lá esperando por ela também?


O fato é que deu (deu, literalmente) tudo certo e uma hora depois de sair, a putinha voltou. Bateu na porta da nossa cabine e quanto eu abri, ela estava sorridente, entrou, estendeu o braço, abriu a mão e me entregou nossa máquina filmadora (uma mini filmadora) dizendo simplesmente: - Tá tudo aqui meu corninho...

Aproveitei que ela tomava mais uma ducha e assisti ao filme. Percebi que o encontro entre eles foi bastante quente. A Luciana me contou que chegou na cabine, bateu na porta e o Marcos demorou um pouco para lhe atender, pois estava tomando banho. Ele a atendeu nu e molhado; convidando-a para entrar rapidamente. A safada entrou na cabine e ele voltou para o banho. 


video

Ela sabia exatamente para o quê estava ali; nesse instante ela arrumou a câmera, colocando-a sobre a pia do banheiro, tirou a saia e entrou no box junto com o comedor. Começou a putaria caindo de boca e mamando a rola do comedor. Primeiro em pé, inclinada; e depois ajoelhada. Se beijaram intensamente e foram pro sofá, onde o Marcos encapou sua rola e comeu minha esposa de tudo que é jeito.

O rapaz, apesar de ser novinho; sabia como tratar uma esposa safada. Dava tapas, puxava ela pelos cabelos, virava a mulher para inverter as posições, estocava firme e ainda falava um monte de putarias deliciosas de serem ouvidas na hora da foda.

Após uns 30 minutos de sexo; ele se levantou, colocou minha esposa de joelhos, bateu uma punheta e gozou no rostinho dela, lambuzando-a bastante. Por isso que quanto ela chegou de volta em nossa cabine, me disse que tinha que lavar seus cabelos...

Quando minha esposa saiu do banho, veio se juntar a mim na cama e perguntou o que eu tinha achado do vídeo. Tive que contar que achei maravilhoso, que estava superexcitado e que tive que bater mais uma punheta enquanto ela estava na ducha. A safada me beijou, se levantou e foi na varanda da cabine. Viu que sua segunda vítima (o oficial italiano) estava na ponte de comando do navio e trocou novos gestos e sorrisos com ele. Voltou para a cabine, pegou o telefone e na minha frente conversou com o amigo. O clima era de total cumplicidade e sedução.

Minha esposa explicou que estava um pouco cansada (naquele dia já tinha se relacionado para o marido e para o Marcos) e o italiano disse que também estava com problemas de escala de serviço e que não sabia se seria liberado para estar no Grand Bar às 22h; mas que se a Luciana quisesse ele sairia da ponte de comando às 4h da manhã. A Luciana achou muito tarde e disse que ele ficasse tranquilo que ainda teriam mais dois dias de cruzeiro para se encontrarem. Se despediram provisoriamente.

Depois disso, nós nos arrumamos e fomos ao teatro assistir o show da noite. Na sequência jantamos com os amigos do nosso grupo. Encontramos algumas das nossas amigas solteiras, que estavam “galinhando e agitando” pelo navio, mas que nem de longe imaginavam que somos um casal liberal e que a minha esposa tinha tido passado uma rasteira nelas e ficado com um dos homens mais disputados daquela viagem.

Depois do jantar, passeamos pelos corredores do deck 5, paramos num bar para tomar um drink e papear com os amigos. Em determinado momento, a Luciana apertou meu braço e me disse ao pé do ouvido: - É aquele ali. E me indicou o seu comedor (Marcos) passando com os seus amigos de cabine. Ficamos com a impressão de que ele não a viu sentada ao meu lado. Fomos ao cassino e por volta da 1h da manhã voltamos à nossa cabine para dormir

2º DIA - Acordamos por volta das 10h, tomamos café da manhã na cabine. O dia estava ensolarado. Após navegar por toda a noite, o navio já estava ancorado na primeira escala do cruzeiro (cidade de ...). Muita gente iria desembarcar para conhecer as atrações turísticas da cidade. Nossa ideia era aproveitar o dia no navio, tomando sol próximo das piscinas.

Antes de sairmos da cabine, a Luciana foi à varanda ver se o “seu italiano” estava na ponte de comando. E estava. Daí ela voltou pra cabine e telefonou para ele. Conversaram um pouco e ele passou como estava a sua escala de trabalho naquele dia; voltando a sugerir que se encontrassem por volta das 21 horas, num local discreto do navio. Minha esposa concordou e disse que, mais tarde, voltaria a ligar para ele para combinar os detalhes.

A Luciana me perguntou se estava tudo bem, como relação à proposta do italiano. Era um pedido de autorização; que foi prontamente deferida.

Partimos pra sessão de bronzeamento. No deck 12, próximo da quadra de tênis, encontramos um local com pouca gente e a minha esposa pode deitar numa espreguiçadeira e ficar à vontade com seu biquininho. Tomamos algumas cervejas e eu tive o privilégio de passar o protetor solar nela. Perto de nós, algumas outras mulheres bem gostosas desfilavam com seus biquínis.

Aproveitamos para conversar sobre o que já tinha rolado no primeiro dia de viagem e sobre o que ainda estava por vir. O clima de cumplicidade entre nós estava à mil. Casal que se assume e que é feliz brincando de corninho e putinha.

Por volta das 14 horas fomos almoçar no restaurante buffet e, depois, voltamos pra nossa cabine, para descansar. Ficamos na varanda e é claro que nosso amigo italiano estava lá, de plantão. Só que dessa vez, enquanto minha esposa tomava uma ducha; resolvi ir mostrar para o Paolo que a Luciana não estava sozinha naquela cabine (ele ainda não tinha me visto) e que na nossa cabine também tinha macho (corno sim, mas um corno muito macho).

Desde a ponte de comando, o italiano Paolo me viu na varanda da minha cabine e tentou disfarçar. Mas eu me mantive ali; encarando o candidato à comedor da minha esposa. A Luciana saiu do banho e eu fui falar com ela. Disse que estava dando um susto no italiano e pedi que ela viesse ficar comigo lá; para deixa-lo confuso. A safada deu risada com a brincadeira, mas protestou: - Não vai espantar o italiano.”

Mesmo assim ela se vestiu e veio me fazer companhia na varanda. Dai o italiano deve ter ficado confuso, pois imaginava que aquela mulher gostosa que lhe dava bola estivesse sozinha ou que ao menos não fosse comprometida. Eu e minha esposa trocamos até alguns beijinhos e carinhos para não deixar dúvidas de que éramos casados. O Paolo pegou um binóculo e fez que estava olhando para o horizonte, mas eu desconfio que o que ele queria era ver se havia aliança de casamento em nossos dedos.

Ficamos ali por alguns minutos, provocando o jovem italiano. Minha esposa entrou na cabine, ligou pra ele e confirmou o encontro para as 21hs; no deck 10, perto da piscina central do navio (local de pouco movimento nesse horário). O Paolo questionou se ela estava viajando sozinha; pois tinha visto um homem com ela na varanda da cabine. A Luciana riu e disse que não. Mas em nenhum momento ele perguntou se ela era casada.

Cheios de tesão; fomos pra cama e acabei comendo a Luciana. Afinal, o marido corno tem que pelo menos ter o direito de ser o primeiro do dia a faturar a própria esposa. Minha putinha estava tão sedenta de sexo que quis eu gozasse na sua bundinha, num sexo anal alucinante. Meu pau não é dos maiores (15 cm), mas isso tem uma vantagem: é o tamanho ideal para comer um rabo sem machucar, sem dor, só prazer.

Perto das 21 horas; a Luciana já estava toda produzida. Vestido preto de paetês, colado, por baixo uma microcalcinha e um body de renda preta; além de sandálias com salto alto e fino. Uma verdadeira puta. Toda maquiada, cheirosa, perfumada, decidida a dar para outro macho. Ligou para o Genaro e ele disse que estava lhe esperando no local combinado.




Fomos juntos de mãos dadas; até porque minha ideia era de assistir e até filmar a transa deles (fosse na cabine dele ou na nossa). O encontro seria no deck 10, no espaço chamado ..., de onde era possível ver a piscina central (no deck 9) e que contava com algumas mesas e cadeiras. Tão logo chegamos; a Luciana avistou o italiano antes que ele nos visse juntos. Largou minha mão, me olhou e disse: “- Fica aqui.”. Partiu para realizar o plano B.




Não esperava por isso, mas como corno obediente que sou, aceitei e me sentei numa cadeira próxima; enquanto a minha cachorra foi em frente e sentou-se à mesa em que estava o tripulante italiano. No fundo, achei que aquele seria apenas um primeiro encontro, para depois, mais tarde da noite, nos encontrarmos os três e curtirmos um gostoso ménage.

De longe pude ver quando ela chegou junto a ele, se cumprimentaram, os dois se sentaram e começaram uma breve conversa. Eu achava que o italiano já havia se ligado que o marido dela estava ali. Minha preocupação era que algum conhecido nos visse. Era um pouco constrangedor ficar sozinho numa mesa e de pelo canto dos olhos assistir minha esposa na outra mesa com um jovem oficial italiano. Peguei meu celular e disfarcei (o navio ainda estava ancorado próximo ao litoral e havia sinal) que estava numa ligação (de fato estava trocando mensagens com o Sr. J, do casal D...; narrando para ele pelo whatsapp o que minha esposa estava fazendo naquele exato momento).

Usar o celular também ajudava a disfarçar, pois se alguém chegasse, eu poderia dizer que me afastei da esposa para atender uma ligação.

Aproveitei que estava com meu celular na mão e fiz algumas fotos do casal de amantes na mesa.  Dai, subitamente, vi os 2 se levantarem e virem em minha direção. Ele na frente e ela atrás. O rapaz passou por mim sem me olhar (aquilo me deixou puto; vai comer minha mulher e nem sequer me cumprimenta?) e a putinha veio logo atrás, sorrindo, com cara de quem estava prestes à aprontar, se abaixou, e disse no meu ouvido: - Ele vai me mostrar o caminho para a cabine dele.

Surpreso com o rumo que a coisa tomou; segurei-a pela mão e reclamei: – Pera aí. Você vai transar com ele agora? E ela respondeu: – Não, só vou ver onde é, volto logo.

Confesso que aquilo me deixou chateado, afinal, não era o que havíamos combinado. Até tínhamos considerado que ela fosse sozinha, desde que levasse nossa filmadora e registrasse o encontro. Acontece que, da forma como a coisa estava se desenrolando, ficou claro que nem eu participaria da brincadeira e nem haveria filmagem. Caiu a ficha e me deu uma baita crise de ciúme. Ciúme de corno, eu sei. Mas fiquei frustrado e me senti deixado para trás. Esperei uns 5 minutos e como ela não voltou, liguei para ela e perguntei onde estava. Ela não soube explicar, disse que estava num local de acesso exclusivo da tripulação (only crew).

Ela aproveitou a ligação e me contou que o rapaz estava convidando-a para que fossem à cabine dele naquele instante. Percebi que ela queria ir; mas mesmo assim neguei. Uma porque o combinado era que eu iria junto, outra que nossos amigos de excursão estavam no restaurante, nos esperando para jantar. Tivemos uma pequena discussão. Cheguei a ser rude e questionei se ela já estava sem roupa. Ela disse que claro que não, que eu estava enganado, que eles “só estavam conversando” num local mais discreto (depois, na cabine, me confessou que nesse instante já havia trocado dois beijos com o amante).



Percebi que minha esposa ficou contrariada, mas ela respeitou meu pedido e disse que tudo bem; se despediria do amigo e que já voltaria para me encontrar.

Não sei explicar. Não tenho respostas pra tudo. Sei lá. Só sei que de repente me deu uma sensação ruim. Fiquei confuso, um pouco triste, me senti abandonado, deixado pra trás, quase enganado, talvez até descartado. Desde que começamos na vida liberal, nunca tinha sentido nada parecido. Pra ser sincero, senti algo levemente parecido quando minha esposa estava ensaiando um encontro com nosso amigo Luis (vide relatos do mês de novembro de 2015) e chegou a combinar com ele um encontro no carro, sem que eu soubesse. É bom ressaltar que esse encontro não chegou a ocorrer. Mas voltando à rasteira que me deram no navio de cruzeiros; ali estava eu, sozinho, com um sentimento que conflitava com meu desejo sexual. Naquele instante, o ciúme que senti foi mais forte que o tesão.

Mais ou menos uns cinco minutos após desligar o telefone, minha esposa chegou de volta. Eu estava com a cara fechada e ela sorrindo, meio que pedindo desculpas e tentando entender o que tinha feito de errado ou o que tinha ocorrido.

Conversamos e ela explicou o que tinha ocorrido; que enquanto estavam na mesa, conversando próximo de mim; ela contou ao italiano que era casada, que ele tomou um susto com essa notícia; mas que ela explicou que o marido era liberal.

O italiano teria respondido que em seu país essas coisas de sexo liberal não existiam (não sabe de nada...) e que a teria convidado para conhecer um local do navio, no qual apenas os tripulantes tem acesso em seus raros momentos de folga. Segundo minha esposa, quando os dois passaram por mim, o italiano ainda não sabia que aquele cara sentado numa mesa próxima deles era o seu marido e que quando soube ficou um apreensivo, pensando que havia corrido algum risco.

A Luciana me contou que quando após falar comigo ao telefone, contou ao italiano que não poderia acompanha-lo, naquele momento, até sua cabine; pois tínhamos assumido o compromisso de jantar com nossos amigos. O oficial então teria dito que se ela fosse com ele, se divertiria mais do que no jantar. Como consolo, o safado ganhou um belo beijo da minha esposa. Isso explica o motivo do batom dela estar visivelmente borrado.

Nesse instante, caiu a ficha em mim. Percebi que minha esposa era fiel e me amava; pois bastou eu dizer não e ela voltou pra mim. Percebi também que ela queria estar sozinha com o italiano e que aquela era uma oportunidade que deveria ser aproveitada, pois não sabíamos se haveria uma segunda chance. Então eu pedi desculpas pelo meu egoísmo e perguntei se ela ainda queria sair com ele. Ela respondeu que sim e perguntou sobre o jantar. Eu disse que não se importasse com o jantar; que a deixaria ir sozinha encontrar o amante, com a condição de que filmasse o encontro para o meu posterior deleite.




Fomos rapidamente para a cabine e enquanto eu pegava a micro filmadora no cofre, minha esposa ligou para o Genaro e perguntou se ele ainda queria ficar com ela naquela noite. Ele respondeu afirmativamente. Dai a Luciana disse que o maridão tinha liberado, desde que o encontro fosse filmado. O italiano parece que realmente não conhece nada sobre os casais cuckold e hotwife; ficou com medo, disse que não podia deixar-se ser filmado e simplesmente desligou o telefone. Novo impasse; mas diante da visível excitação da Luciana, e até mesmo para não frustrá-la novamente, concordei que ela fosse sozinha e sem filmadora. Porém, quando ela ligou pro Paolo, ele simplesmente não atendeu a ligação.

Diante disso, resolvemos jantar. Corremos para o restaurante; cuja entrada era permitida apenas até às 22h. Chegamos um pouco atrasados e logo que nos sentamos nossos colegas de mesa brincaram dizendo que a Luciana estava com o batom um pouco borrado. Disfarçamos e dissemos que tinha sido um beijo entre nós (marido e mulher).

Estávamos lá com os amigos, mas a cabeça estava um pouco distante. Por dentro, eu e a Luciana sabíamos que algo tinha ficado mal resolvido.

Após o jantar, fomos com a turma para um bar do deck 5 e ficamos conversando por algum tempo e degustando alguns drinks. Até que, cheguei próximo do ouvido da minha esposa e disse que queria conversar com ela em particular, sobre o ocorrido mais cedo. Nos despedimos dos amigos e fomos pra nossa cabine. Lá chegando, perguntei se ela estava chateada com o desencontro ocorrido com o italiano. A Lu disse que não; que estava tudo bem e que eu ficasse tranquilo. Daí eu perguntei se ela ainda estava interessada em encontra-lo (pois ele havia dito que ficaria na ponte de comando até às 4 horas da manhã); sozinha, sem marido e sem filmadora. Pra essa primeira pergunta ela disse sim e perguntou se eu a liberaria mesmo naquele horário. Respondi que liberaria, com as seguintes condições: que no dia seguinte realizássemos alguma festinha onde o marido também participasse e que ela fizesse um minucioso relato erótico sobre o encontro com o Paolo.

A safada aceitou minhas condições, me beijou agradecendo o marido bonzinho e compreensivo que possui. Pegou o telefone e ligou para o italiano. Dessa vez o Paolo atendeu. A Lu perguntou se ele estava bravo e disse que tinha sido um mal entendido; que se ele quisesse; ela iria sozinha em sua cabine, sem câmera, às 4 da manhã. Claro que o comedor aceitou e assim ficou combinado.



O navio navegava entre ... e ... . O relógio marcava 1 e meia da manhã; ou seja faltavam quase mais ou menos 2 horas e meia para o encontro. Fui pra cama com a minha esposa e bati uma deliciosa punheta com ela alternando entre me beijar, me chupar e lamber meu saco, sempre me provocando com as sacanagens que pretendia iria fazer com o amante.

Precisa descarregar minha adrenalina e tesão acumulados, mas mesmo assim me contentei só com a putaria mais light e não quis “comê-la”, uma porque já havíamos transado à tarde e outra que achei que ela precisava guardar suas energias para o novo amigo. Após gozar, descansamos um pouco.

03h45min, ela se arrumou para o encontro. Ainda experimentei a deliciosa humilhação de ajudar a escolher a lingerie que ela usaria com o amante. Tirei várias fotos dela se arrumando e cheguei a gravar um filminho onde ela me chamava de corno e dizia que era uma putinha casada e que estava se arrumando para ir até a cabine do Paolo. Por volta das 4h10min, ela ligou para o italiano que disse que a estava esperando no mesmo local em que horas antes eles haviam estados a sós. Esse local ficava no deck 6, bem na proa (parte da frente do navio), logo abaixo da ponte de comando. De noite, ficava totalmente escuro e poucos passageiros conhecem seu acesso; portanto, é o local ideal para um encontro e uns amassos. Desde onde estavam, era fácil o acesso aos corredores internos, onde ficam as cabines da tripulação.

Após desligar o telefone; minha esposa me beijou e foi se encontrar com o italiano Paolo. Era a segunda vez, naquele cruzeiro, que ela me deixava sozinho na cabine pra ir ficar com outro macho e se transformar na putinha Ninfogosa.




Fiquei na cabine, tentando não pensar no que eles estariam fazendo juntos. Era impossível não pensar. Também era impossível não desejar estar junto e assistir pessoalmente, registrando cada detalhe na lembrança e na filmadora; bem como aproveitar e pegar aquela gatona também; ajudando o italiano a saciar seu fogo. Mas no fundo eu sabia que minha esposa também queria se divertir longe dos olhos do marido; pois assim ela conseguiria se soltar ainda mais e ser ela mesma.

Não tive alternativa senão de me masturbar mais uma vez; assistindo ao filme do dia anterior, quando ela tinha visitado a cabine do Marcos. Após concluir essa tarefa, peguei meu notebook e continuei escrevendo as primeiras páginas desse relato que vocês estão lendo agora.

Uma hora e meia após de sair, minha esposa voltou. Sorriso aberto, cansada (pelo sexo e pelo horário). Sentou-se ao meu lado, na cama, me beijou e começou a relatar tudo o que tinha acontecido entre ela e o italiano. Abrirei um espaço para que ela mesma relate os detalhes do seu encontro:


O CRUZEIRO. Por ela.
Versão escrita pela Luciana (Ninfogosa)


Desde cedo sempre tive um fascínio pelas fardas. Não as verdes e nem as fardas marrons, mas sim as brancas. Meu encantamento sempre foi por homens vestidos de branco, ou seja, com fardas da marinha. Talvez estimulada por Tom Cruise nos filmes Top Gun e Questão de Honra.

Aquela roupa sempre impecável demonstrava a que o rigor militar fazia jus. Quando comecei a viajar em navios de cruzeiros, esse poder de sedução da farda branca retornou. Eram tantos tripulantes circulando que eu ficava meio zonza mais eram os oficiais italianos; que comandavam o navio, que me deixavam mais estonteada; pois eram másculos e extremamente sedutores. Naturalmente lindos. E ainda aquele sotaque italiano... aiaiai... sempre muito solícitos atendendo aos diversos pedidos das passageiras brasileiras.

Sempre que podia fazia questão de tirar alguma selfie com um desses tripulantes italianos bonitões. Nunca perdi uma foto no coquetel de gala com o comandante. No meu subconsciente ficava imaginando como eles seriam dentre quatro paredes e confesso já tive alguns sonhos eróticos em que algum tripulante já visto fazia parte.

Era uma fantasia. Não tinha a pretensão de que acontecesse, mas imaginava que se um dia acontecesse, poderia ser bom. Até que esse dia chegou...

Tudo começou mais ou menos assim. Embarquei no navio ... e já no primeiro dia quando fui a varanda percebi que estávamos muito próximos da ponte de comando. E dali dava pra ver perfeitamente os oficiais que auxiliavam o comandante. Até aí tudo corria tranquilamente, porém, meu marido me avisou de que “o que gostaria de ver acabava de chegar por ali”.

Não perdi tempo e fui conferir. De fato, ali estava um rapaz de farda branca, cabelos pretos e usando óculos escuros, estilo Rayban. Não posso negar que fiquei alguns segundos com o olhar fixo nele. Mas mesmo estando de óculos ele percebeu e retribuiu o olhar com um breve aceno.




Passamos nossa primeira tarde de cruzeiro assim. Flertando. Eu na varanda da cabine e ele na ponte de comando. Até que ele começou a me indicar números com as mãos. Primeiro eu pensei que ele queria dizer a hora que sairia ou o número da minha cabine rsrs. Mas foi uma sequência de 5 números e ele mostrou o telefone. Sim aquele era o número dele na ponte de comando. Corri ao telefone e disquei os números 45614 e do outro lado da linha uma voz italiana me disse: “- Oi tudo bom com você?”

Ele já sabia falar português muito bem, mas ainda com sotaque. Perguntou meu nome. De onde eu era e se podia me encontrar mais tarde num dos bares do navio. Eu disse que sim, pois sabia que meu marido estava de acordo.

Acontece que se encontrar com um tripulante de navio era um tanto arriscado pra mim e para ele. Mesmo assim, escolhemos um local discreto para o nosso primeiro contato. Por volta das 21 horas, eu e meu marido saímos da cabine e fomos ao encontro do Paolo. Como meu marido sabia que aquela era uma fantasia minha; deixou-me ir sozinha até a mesa do tal tripulante e ficou apenas nos observando, numa distância de uns 20 metros.

Aquela era a noite do jantar de gala do comandante, e por conta disso eu vesti um tubinho preto e justo de paetê; que valorizava ainda mais a minha silhueta. Salto alto, Maquiagem e perfume completaram o meu visual. Quando cheguei percebi que o tal tripulante era uns 10 anos mais novo que eu. O que me instigou ainda mais pela virilidade.



Conversamos rapidamente e, após identificarmos os interesses comuns; perguntei se ele poderia ir até minha cabine ele disse que era impossível por ser proibido, mas que ele poderia me mostrar aonde era a dele (o que também não era permitido, mas segundo ele todos faziam).

Passamos pela mesa do meu marido e sem que o Paolo soubesse que aquele homem era o meu esposo, rapidamente avisei à ele que iria ver aonde era a cabine do italiano. Descemos para o deck 6 e o italiano me mostrou o caminho que eu teria que percorrer mais tarde, caso resolvesse ir até sua cabine (área identificada como “only crew” ou seja, restrita aos hospedes).

Dali, seguimos em frente e passamos por duas portas; chegando numa área aberta bem na frente do navio e logo abaixo da ponte de comando. Estava totalmente escuro. Só havia a luz da lua. E que lua...

O italiano pegou na minha mão e me puxou. Nessa hora, lembrei que não havia combinado isso com o meu marido. Então a culpa caiu sobre mim e num primeiro impulso eu disse não, mesmo querendo dizer sim eu recuei. Ficamos ali parados. Nos olhando. Mas parecia que não seria por muito tempo assim.

De repente, Paolo me pegou pela cintura e me puxou de um jeito que eu não pude resistir e me deu um beijo. Logo senti seu membro duro encostado em mim. Como eu estava de vestido ele acariciou levemente meu bumbum o que me deu ainda mais tesão.





O vento tentava apagar o fogo. Mas eu precisava voltar pro meu marido e falei: “- Que pena, mas eu não posso agora tenho que ir jantar com meu marido e alguns amigos”. Paolo disse: “- Se você vier comigo, será muito melhor do que seu jantar.” Eu sorri e me despedi dizendo: “- Mais tarde a gente continua...”

Genaro tinha uma jornada de trabalho dura. Acabamos perdendo o horário da folga dele que era das 22hs até a meia noite. Depois que jantei, liguei para ele e marquei de encontra-lo novamente, na ponte 06, só que às 04 da manhã; após o término do seu turno.

04:10 liguei para o italiano e ele disse que já estava a minha espera, no local combinado. No final do corredor do deck 6; rumo a proa, passei pela placa que dizia “only crew”. Estava bem escuro. Desci uma escada pela área externa e então ele percebeu meu vulto e iluminou o caminho com a luz do seu telefone. Quando cheguei próximo à ele, o italiano me segurou pela mão para me ajudar a descer os degraus que faltavam. Não perdemos tempo. Descemos até o corredor onde ficavam as cabines dos oficiais. Ele entrou primeiro e destravou a porta da cabine e fez sinal para que eu entrasse.

Assim que entrei, ele fechou a porta e rapidamente me puxou pela cintura e me beijou no pescoço. Começou a acariciar os meus seios e o meu bumbum. Suavemente retirou meu vestido. Me deitou na cama, afastou minha lingerie (body) e começou a me devorar por baixo sugando meus lábios e chupando minha buceta.

Enquanto ele me chupava, lambia e sugava; eu gemia baixinho com receio de que alguém nos pudesse ouvir. Ele me olhava e continuava ali embaixo me consumindo e me deixando molhada em tão pouco tempo. Tanto que eu decidi inverter de posição a fim de evitar que eu gozasse antes da hora.

Então ele ficou de pé e eu ajoelhei em sua frente e comecei a acariciar o pênis dele que já estava duro e para fora da calça. Cai de boca naquele pênis italiano. E assim fiquei por um tempo. Subindo e descendo. Acariciando e chupando suas bolas.

Mamei o de tal forma, que deixei o italiano excitadíssimo. Ele me levantou e me virou de costas e me fez ajoelhar em uma cadeira enquanto ele vestia a camisinha e em seguida. passou a meter na minha buceta. Metia e gemia com muita vontade.

Dizia algumas palavras em italiano que na hora eu não pude compreender. E metia com força e depois diminuía; depois entrava e saía lentamente e assim ia... aumentava o ritmo e depois continuava lentamente até que de repente seu pênis escorregou e ele tentou entrar no meu cuzinho; mas eu escapei de ser enrabada e ele soltou: “ – Ah, eu gosto tanto...”.


Mesmo assim, fiz sinal de que não queria dar o rabinho pra ele. Saímos da cadeira para o sofá e ali ele passou a bombar freneticamente em minha bucetinha parecia que estava quase chegando ao auge. Porém, antes de gozar, enquanto ele metia e me acariciava os seios; pediu novamente para comer o meu cú. Daí eu liberei. Apenas disse para mudarmos de posição.

Fomos para a cama e lhe entreguei o gel lubrificante que havia trazido em minha bolsa. prevendo que algo do tipo pudesse acontecer. Ele lambuzou o meu cuzinho e lentamente me possuiu por trás e após algumas estocadas e gemidos ele soltou um gemido de satisfação.




Ele confidenciou que havia acabado de gozar e que tinha adorado me conhecer. Foi até o banheiro se lavar e depois me entregou uma toalha branca. Antes de ir embora, ainda conversamos um pouco e ele me contou sobre suas aventuras com as brasileiras durante as temporadas de cruzeiros em nosso litoral.

Como seu navio tinha acabado de chegar da travessia da Europa para o Brasil, ele contou que tinha dado uns pegas numa tripulante e que em cruzeiros curtos ele pegava 1 mulher só é em outros mais longos duas ou três.

Mal sabia ele que o que tinha acabado de acontecer entre nos fazia parte de uma das minhas mais antigas fantasias eróticas. Subi para minha cabine dando risada e fui dar um trato no maridão.


Apenas adiantarei que a ela me disse que adorou a aventura que acabara de viver, mas que até mesmo pelo avançar da hora, achou que o rapaz estava um pouco cansado. Por isso, ficou um gosto de “quero mais”; sendo que ela teria se despedido dele dizendo que, se fosse possível, ainda o encontraria no último dia de cruzeiro.

Já era quase 6 horas da manhã; o navio singrava o mar rumo à ...; após ela trocar de roupa e cuidar da sua higiene, me beijou, apagamos as luzes e dormimos apaixonados.

3º DIA - Pedi o café da manhã na cabine. Nós nos levantamos por volta das 11hs. Cedo, pra quem foi dormir quase às 6. Após tomarmos o café e nos arrumarmos, conversamos um pouco e resolvemos dar uma volta pelo navio. Não sem antes ela passar na varanda para ver se o amante italiano estava na ponte de comando. Dessa vez a ponte estava vazia. Como o navio estava fundeado em frente à ...; o desembarque de passageiros era feito pelos botes (tenders); sendo que o Genaro havia dito pra Luciana que estava escalado para trabalhar como piloto de uma dessas embarcações.

Como o navio estava próximo da cidade; o sinal de celular funcionava e, via whatsapp, acabei finalmente localizando os dois casais do CRS que também estavam a bordo. Eles estavam na loja de bebidas. Após os cumprimentos iniciais, conversamos um pouco e pude contar pro Sr. “J.” (casal D...) as farras que já tínhamos feito no navio. Ele disse que estava cheio de vontade de aprontar também, porém, que sua esposa ainda não tinha encontrado ninguém interessante; além do que estavam solidários ao amigo marido do casal C..., que desde o embarque estava meio doente, com garganta inflamada; tendo saído pouco da cabine.

Continuamos nosso passeio pelo navio, encontramos nossos amigos de excursão e ficamos batendo papo com eles perto da piscina central. Almoçamos no restaurante ... e tivemos que dividir uma mesa com um casal do litoral de São Paulo. O almoço se estendeu até às 15 horas e foi bem agradável e o casal era bastante simpático. Fomos pra cabine e na, varanda, minha esposa localizou qual o tender era pilotado por seu amante italiano. Mesmo distante, ela tirou algumas fotos dele.

Aproveitei para perguntar se ela estava planejando a festinha para o marido participar no último dia do cruzeiro; conforme combinamos no dia anterior, como condição para que ela saísse com o italiano. Ela disse que estava tentando contato com o Marcos (o comedor do primeiro dia), mas que ele não estava respondendo pelo whatsapp.

Cheguei a ficar um pouco desanimado e achar que ficaria literalmente na mão. Porém, no meio da tarde, após um evento de despedida do nosso grupo de amigos da faculdade; tudo mudou. Eu e minha esposa voltamos para a cabine e o telefone tocou. Era o Marcos, dizendo que havia recebido a mensagem da Luciana, mas que não poderia vir. Entretanto, o safado estava escalando um amigo chamado Fernando para vir à nossa cabine, brincar de ménage à trois e saciar o casal.

Minha esposa desligou o telefone; veio até mim, me olhou, explicou tudo e perguntou se eu estava de acordo. Claro que concordei. Daí ela retornou a ligação e confirmou tudo com o Marcos, pedindo que o Fernando viesse à nossa cabine em 15 minutos.

Arrumamos a bagunça da cabine, preparamos e máquina filmadora e ficamos à espera do novo amigo. A Luciana vestiu um sutiã e calcinha preta (a menor de toda a sua coleção); daquelas que é apenas um fiozinho. Por cima disso, um vestidinho preto.

Ouvimos batidas na porta e eu fui atender. A cena era hilária. Um negão, alto, forte, sem camisa, usando apenas um cap de marinheiro, óculos de sol e uma toalha branca como se fosse uma fralda (por baixo cueca) e sandálias estilo Havaianas. Abri a porta e ele entrou rapidamente (antes que algum conhecido visse aquela cena). A cabine é pequena e logo o rapaz deu de cara com a Luciana (sentada na cama, passando um creme hidratante nas pernas), foi até ela e se apresentou. Demos risadas e conversamos um pouco sobre o figurino do nosso amigo. Não dava pra acreditar que alguém circulava pelo navio daquele jeito. Mas a molecada de hoje em dia é assim mesmo; estão a bordo para aprontar (nós também), sem grandes preocupações. E quer saber? Eles é que estão certos. Sabendo brincar com respeito, não há mal algum.

O Fernando logo ficou à vontade e foi se chegando próximo da Luciana, abraçando e tomando-a para si. Começaram os beijos, os amassos e a pegação. A puta se entregando para o negão e o corno só nas fotos e filmagem. Depois de alguns minutos, ela já estava despida (ficou só com a calcinha) e as mãos do amigo passeavam por todo seu corpo. A safada se ajoelhou e fez um belo boquete no amante. Concluíram a foda na cama; com direito à participação do marido, que colocou pau na boca da cachorra, enquanto o negão a comia de quatro. Após o Fernando ter gozado (sempre com camisinha); foi a minha vez de comer a minha esposa.

Cuidei da minha esposa no sofá da cabine e em pouco tempo o negão se juntou a nós, para um segundo round com a Luciana. Após me saciar, me afastei um pouco e deixei os dois se pegando e se comendo. Fiquei de longe assistindo o quanto minha esposa é gostosa; sabe e gosta de ser puta na mão de outros machos.



Não demorou muito para que o Fernando enchesse sua camisinha pela segunda vez e deixasse a Luciana de pernas bambas no sofá. Respiraram, se secaram do suor e se vestiram. Demos adeus ao amigo e eu o acompanhei até a porta. Coloquei a cabeça pra fora, olhei para os dois lados e vi que não havia ninguém; dai dei o sinal e o rapaz foi embora, vestido com a mesma fantasia com a qual tinha chegado.

Voltei pra cabine fui namorar um pouco com a esposa, comentando sobre o ménage que havíamos acabado de fazer. Que cruzeiro intenso. Que esposa dedicada. Como recompensa; disse que se, ela quisesse, deixaria que ela fizesse a “saideira” com o italiano, após o jantar. A safada adorou e perguntou se eu estava certo disso. Eu confirmei e ela pegou o telefone e ligou pra ele. Porém, infelizmente, naquele horário ele não atendeu. A Luciana ficou de ligar mais tarde novamente. Ou seja, a puta estava mesmo interessada em foder com o oficial do navio.

Fomos nos vestir para o jantar. Daí, quando olhei num canto próximo da cama; vi que o negão havia esquecido suas sandálias. Avisei pra Luciana e ela ligou na cabine dos meninos (Marcos e Fernando) para avisar sobre o achado e pedir que ele viesse buscar seus chinelos. Quem atendeu foi um terceiro rapaz, que fez algumas gracinhas (provavelmente já sabia que aquela era a putinha que havia dado para dois de seus amigos) e disse que o Fernando não estava; mas que viria buscar as sandálias em nome do amigo.

Cinco minutos depois, bateram na porta da nossa cabine e minha esposa foi atender. Ouvi a Luciana rindo e dizendo seu maluco, o que é isso?”. Acontece que o rapaz (vamos chamá-lo de Cláudio) veio vestido com a mesma fantasia que o negão (Fernando) e provavelmente com a mesma intenção. Vendo que não haveria muita resistência, ele forçou entrar na nossa cabine e ai minha esposa veio em minha direção dizendo: “- Olha isso”.

Também dei risadas tanto da fantasia, quanto do empenho do rapaz; que ainda foi cara de pau e disse que pensava que a busca das sandálias iria demorar mais. Só que nisso bateram na porta novamente e Luciana espiou pelo olho mágico e viu que lá fora também estava o Marcos, o Fernando e mais um amigo. Os quatro combinaram de vir à nossa cabine e provavelmente os chinelos do negão tenham sido “esquecidos” de propósito.

A Luciana deixou que os outros três entrassem na cabine (era melhor do que ficarem no corredor em frente à porta da nossa cabine). Conversamos rapidamente e expliquei aos rapazes que infelizmente não seria possível fazer nada agora, pois realmente tínhamos um compromisso (último jantar do cruzeiro) com nossos colegas de excursão. Disse ainda que, “conforme fosse”, após o jantar, se nos encontrássemos pelo navio poderíamos ver se rolava algo.

Era uma cena curiosa, divertida e excitante. Estar numa cabine de navio com a esposa e quatro rapazes; dois quais dois já haviam comido minha mulher e os outros dois também queriam. De qualquer forma, os meninos entenderam e foram extremamente respeitadores e foram embora numa boa.

Terminamos de nos arrumar e saímos pelo navio para jantar com os amigos. Após a refeição, fizemos um brinde e nos despedimos do grupo de amigos da faculdade, com a promessa de que no ano seguinte teremos mais um encontro da turma a bordo de algum navio de cruzeiros. Na sequência fomos até o deck 10 assistir o pessoal dançando e curtindo a Noite do Branco; em frente à piscina central. Após algum tempo, voltamos pra nossa cabine e fomos arrumar as malas.

Ainda pensei que minha esposa fosse tentar contato com o italiano, mas ela devia estar cansada de todas as farras dos 3 dias de cruzeiro; bem como derrubada pelo vinho do jantar. Optamos em dormir relativamente cedo (1 hora da manhã).

No dia seguinte acordamos, tomamos o café da manhã e desembarcamos. Agora estamos pensando num próximo cruzeiro ainda para essa temporada de férias. De preferência no mesmo navio; onde minha esposa foi muito bem servida pela tripulação...

FIM