sexta-feira, 22 de julho de 2016

RELATO ERÓTICO 100% REAL: O DENTISTA

O DENTISTA
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Relato erótico 100% real. Fotos meramente ilustrativas.
Reprodução proibida.

Eu e minha esposa participamos de diversos grupos sociais no Whatsapp e, como não poderia deixar de ser, existem os grupos de putaria. Ela tem grupos com outras amigas casadas, eu tenho grupos com outros maridos que curtem a brincadeira de serem cornos e também participamos em conjunto de grupos de casais liberais, onde combinamos encontros, festas e viagens.

Em maio de 2016, eu e minha esposa estávamos participando em conjunto (cada um com seu perfil) de um grupo do Whatsapp que reunia casais e singles liberais interessados num cruzeiro marítimo. Nesse grupo, o pessoal fazia contatos, planejava a viagem, marcava encontros, contava piadas e trocavam fotos e vídeos de pornografia.

Num determinado dia, ao chegar em casa; minha esposa veio até mim, toda dengosa e sedutora. Percebi que estava mais alegre que o normal. Disse que tinha uma novidade para me contar. Daí me mostrou seu celular e li a conversa que ela estava tendo com um dos participantes do grupo do Whatsapp.



O rapaz era dentista, novo, sarado e da mesma cidade que nós. Na conversa os dois fizeram uma paquera e percebendo o interesse em comum, combinavam um encontro para fazer uma surpresa ao marido (eu). Pelos planos iniciais, o encontro seria no consultório dele, num horários especial (depois da última consulta normal); sendo que, a princípio, o marido, sem saber de nada, ficaria na sala de espera enquanto ela entraria para uma consulta mais demorada. Depois de um tempo, passaria a ouvir gemidos e o marido seria chamado no consultório; para flagrar sua putinha e entrar na festa.

Confesso que a ideia deles era bem excitante, mas, agora que já havia sido revelada, tinha perdido um pouco da originalidade. Minha esposa disse que acabou me revelando a surpresa, pois não sabia qual seria a minha reação ao me deparar com ela e o dentista se pegando...

Ela perguntou se estava tudo bem e se eu achava interessante a ideia dela se encontrar com ele. Eu disse que sim, que achava que seria um baita tesão e que curtiríamos muito. Liberei minha puta.


Dai passamos a pensar numa alternativa para que rolasse a brincadeira da forma mais prazerosa possível. Concluímos que ela poderia ir sozinha na “consulta”, e que eu ficaria no carro. Que depois de um tempo ela me chamaria ao consultório e eu participaria também da farra.

Aideia de deixa-la sozinha serviria para que eles ficassem mais à vontade; sem o marido por perto. Porém, combinamos que ela levaria nossa micro-filmadora e também usarIa a câmera de seu celular para registrar os momentos de ação com seu amante. Além disso, também combinamos que ela ligaria para o marido corninho; inclusive para avisar a hora em que eu deveria retornar ao consultório (fosse pra participar, fosse pra buscá-la).

Como já somos experientes em termos de swing, sabemos que, num encontro, nem tudo sai conforme o planejado. Por isso, pensamos em várias situações que poderiam ocorrer e como faríamos para enfrentar cada uma delas.

Combinaram tudo, marcaram a data e horário. Era uma quinta-feira, 20h. A Luciana se arrumou toda gostosa. Usava uma saia de couro, que ia até a altura dos joelhos, bem justa, apertando e realçando sua bunda suculenta. Uma blusa que expunha um pouco de seu decote e saltos altos. Uma verdadeira loba. No elevador do nosso prédio, se alguém à visse, acharia que era uma mulher gostosa, sem dúvida, mas não imaginaria o motivo dela estar arrumada assim. 





Pegamos o carro e em poucos minutos chegamos ao consultório do dentista. Como bom marido corninho, beijei carinhosamente a minha esposa e disse a ela que aproveitasse ao máximo sua consulta. Fiquei estacionado em frente ao local enquanto ela entrava; rebolando elegantemente seu rabão e exibindo para o marido. A Luciana tocou a campainha e o dentista veio atendê-la. Pela porta de vidro, pude vê-la entrando e seguindo para dentro do imóvel acompanhada do rapaz.

Sabia que tinha deixado minha esposa para ser fodida. Dá muito tesão entregar a esposa de bandeja, toda produzida e gostosa, sabendo que ela será devorada por outro macho.

Estacionei o carro do outro lado da avenida e fiquei massageando meu pau, duraço, imaginando o que estariam fazendo.

Após uns 10 minutos, desconfiado com a demora em receber notícias; mandei mensagens pelo celular perguntando se ela já estava sendo “atendida” e depois de alguns minutos, ela respondeu, enigmaticamente, dizendo apenas que sim.




Enquanto esperava, me distrai com o celular e entrei num grupo do whatsapp que reúne só maridos cornos e descaramente, assumindo minha condição de manso, passei a transmitir o chifre ao vivo para os meus amigos. O pessoal vibrava, dava palpites, elogiava e ficava na torcida, pedindo fotos.

Fiquei um bom tempo naquela mistura de angústia e tesão. Alisava o pau e batia uma punheta de leve, para aliviar a tensão. Controlei o gozo pra não sujar minha roupa e o carro. 

Passaram uns 40 minutos após o início da “consulta”, e finalmente comecei a receber fotos e mensagens da minha esposa. A safada já tinha sido comida (e muito bem comida) pelo amigo dentista; mandou fotos toda lambuzada com a porra dele (gozou na barriguinha da minha esposa); dizendo que o dentista estava tratando “seu canal”.




Mais alguns minutos e ela mandou mensagem perguntando onde eu estava e dizendo que já estava vindo. De dentro do carro vi o dentista a acompanhar até a porta de vidro do consultório e, de longe, o sacana ainda acenou pra mim.

A Luciana entrou no carro, me olhou com cara de putinha, me beijou e pediu desculpas por não me chamar; justificando que, bastou entrar na sala (fora do meu alcance visual) que o dentista não deu chances e já lhe agarrou; começando com os amassos, que evoluíram para o sexo. Minha esposa contou que o rapaz lhe comeu no consultório, na cadeira de dentista, de pé contra a parede e de tudo que foi jeito.

Pena que a privacidade nos impeça de postar o vídeo e as fotos que eles fizeram.

Ela conseguiu filmar a maior parte da transa e disse que, quando chegássemos em casa, me recompensaria com uma transa deliciosa. Foi o que fizemos. Voltamos correndo pro nosso ninho de amor e transamos demoradamente, enquanto assistíamos na tv da nossa suíte o filminho em que a minha esposa tinha acabado de ser a protagonista juntamente com seu dentista.


É uma delícia ter uma esposa tão linda, gostosa e desejada por outros e que sabe curtir a liberdade que o marido lhe dá. Agora, estamos curtindo quando sai sozinha (como se estivesse traindo o marido). Antes de liberá-la, porém, fazemos todo um levantamento para saber mais sobre o parceiro e detalhes de segurança e privacidade.



domingo, 3 de julho de 2016

RELATO ERÓTICO 100% REAL: ENIGMA CLUB

ENIGMA CLUB

Relato erótico 100% real. Reprodução proibida.
Fotos meramente ilustrativas.


No mês de maio de 2016, aproveitamos uma viagem de trabalho que fizemos para São Paulo e resolvemos dar uma esticada pra curtir a noite em alguma casa de swing. Nosso clube preferido é o Inner; mas dessa vez estávamos querendo variar um pouco e conhecer alguma casa nova ou matar a saudade de alguma outra casa em que tivéssemos ido anteriormente.

Como era uma quarta-feira, não eram todas as casas paulistanas que estavam funcionando; por isso, tratamos de verificar bem as opções.

Acabamos optando pelo ENIGMA CLUB, casa de swing que já conhecíamos, mas que fazia muito tempo (alguns anos) desde que tínhamos ido. Tanto tempo que já nem lembrávamos mais como era. Pelo site, a programação parecia ser boa e, devido à fama da casa (famosa pelo público mais jovem, de perfil universitário), pensamos que seria uma boa opção.




Como era o meio da semana e no dia seguinte teríamos que trabalhar cedo; tratamos de chegar cedo também; por volta das 23h00. Deixamos o carro com o manobrista. Fomos para a recepção onde pegamos nossa comanda (ficha de consumação) e deixamos nossos casacos e a bolsas da Luciana.

Quando saímos da recepção; passamos pela porta e nos deparamos com um belo bar, mas também com um ambiente quase que vazio. A casa estava às moscas. Contando conosco, eram apenas uns 5 casais e 1 único single. Frustrante. Desanimador...




Começamos a pensar no que teria ocorrido para esse fracasso de pública. Talvez fosse o fato de ser uma quarta-feira, meio da semana, noite fria e chuvosa; os “universitários” poderiam estar na semana de prova; e que ainda tinha o jogo do São Paulo na TV (Atlético/MG 2 X 1 São Paulo) pela Copa Libertadores 2016. Se bem que o São Paulo não tem tanta torcida assim.

Passamos a procurar uma mesa. Quando digo procurar; na verdade quero dizer escolher. Pois havia dezenas de mesas disponíveis. Curiosamente, apesar de absolutamente vazia, diversas mesas (justamente as mais confortáveis e melhor localizadas) estavam com avisos de “Reservado”. Não dá pra entender.

Dizem que quem está na chuva é pra se molhar; por isso, já que estávamos lá; resolvemos ficar e ver o que a noite nos reservava. Sentamos numa mesa com banquetas, próximas ao bar e ficamos assistindo um pouco do jogo de futebol que passava na tv e esperando para ver se chegava mais gente.

Logo um garçom (o único garçom da casa naquela noite) veio nos atender. Percebendo nosso desanimo, ele ainda tentou nos animar dizendo que depois de acabado o jogo de futebol, o público chegaria; pois, segundo ele, a média de público nas quartas-feiras era de cerca de 30 casais e mais uns 10 singles. Pedimos 2 energéticos e ficamos ali conversando sobre nossas primeiras impressões e expectativas.

Após uma meia hora esperando e avaliando as opções; resolvemos dar uma volta pela área privada, para conhecer as instalações da casa.

Entramos no primeiro labirinto. Bem escuro (do jeito que gostamos) e bem planejado. Com diversas cabines e salas de toque. No centro do labirinto existe um pequeno corredor onde o breu é total (um autêntico dark room). 




Pena que não havia ninguém ali.

Seguimos devagar, de mãos dadas explorando todos os cantinhos e recantos. Chegamos ao segundo labirinto. Esse é ainda mais escuro que o primeiro. Para andar nele sem bater com a cara nas divisórias, você precisa esticar o braço e ir tateando pelos corredores estreitos que fazem L pra cá e L pra lá. O local estava tão vazio, que dava pra ouvir nossos passos.

Após acharmos a saída do labirinto, demos de cara com o único single da noite. Na hora pensei que, até por falta de outras opções; esse cara ia se dar bem.

Seguimos em frente e voltamos para o primeiro labirinto, sempre com o single na nossa espreita; rondando e esperando o momento de dar o bote. Entramos no dark room e ficamos quietinhos num canto. O rapaz não nos viu (vimos o vulto dele passando).

Percebi que a Luciana estava gostando da brincadeira e que ficou receptiva ao rapaz. Daí, sutilmente lhe propus: - Quer brincar de esconde-esconde?

Ela perguntou como seria; dai combinamos que ela iria entrar sozinha nos labirintos e eu daria um tempinho e depois iria procura-la. Óbvio que corria o risco do single encontra-la antes de mim; mas a ideia era essa mesma. Estava tudo tão vazio e tranquilo, que chegamos a pensar em realizar a fantasia dela entrar no banheiro masculino e esperar alguém chegar para brincar lá dentro. Sempre tivemos essa vontade, mas até hoje ainda falta coragem. Afinal, como seria a reação da rapaziada vendo uma gostosa entrar no banheiro masculino de uma casa de swing. Convenhamos que é um pouco arriscado. Só que nessa noite, ela corria o risco de entrar e ficar sozinha no banheiro.

Enquanto ela foi para o labirinto mais escuro, eu fui ao banheiro e demorei um pouco mais que o normal.




Quando saí do banheiro, passei a procurar minha esposa. Bem devagar passei pelo primeiro labirinto e não vi nenhum sinal dela. Segui em frente, imaginando como ela estaria.

Nesse instante, o single passou perto de mim. Estava sozinho. Logo, conclui que a Ninfogosa também estaria sozinha. Desviei o caminho pra ver se o single seguia em frente e encontrava minha esposa antes de mim. Deu certo. Ele tomou o rumo do segundo labirinto (ou eu presumia que ela estivesse) e passou pela passagem de entrada do labirinto.

Esperei um pouco e fui atrás; só que, optei em entrar pela passagem que normalmente (nos dias de movimento) o pessoal usa como saída do labirinto.

Fiquei em silêncio e em pouco tempo, ouvi a risada da minha esposa, e algumas palavras e sussurros. Os dois tinham se encontrado e estavam começando os trabalhos. Ouvi minha esposa dizer sorrindo: - Achei que era o meu marido...rs




Lentamente, caminhei em direção a eles. Fui avançando pelo corredor escuro. Curva após curva; sabia que em segundos encontraria os dois. O solado de borracha do meu sapato fazia um barulho que me denunciava a cada passada.

Finalmente cheguei até eles. Estavam num cantinho bem escuro, mas dava pra ver os vultos de ambos. Se pegando, se beijando. Juntei-me à dupla e minha esposa veio me beijar também. A putinha se virava para cuidar dos dois machos que lhe faziam de recheio de sanduiche. Nossos amassos foram ficando mais quentes, até que a própria Ninfogosa propôs que fossemos para uma cabine; onde poderíamos ficar mais à vontade.




Saímos do labirinto e pegamos a primeira cabine que encontramos. Fechamos a porta e recomeçamos os amassos. Em pouco tempo, tiramos a roupa da Ninfogosa e eu fui o primeiro da dupla a comê-la. Enquanto um metia na cachorra (ela de quatro, apoiada sobre um sofázinho); ela brincava punhetando o outro. Depois que gozei, cedi a vaga e foi a vez do single vestir uma camisinha e comer a minha esposinha.


Ficamos com esse amigo, na cabine, por uns quinze minutos e depois de concluído o ménage a trois, nos vestimos, nos arrumamos e nos despedimos dele; partindo em direção ao bar, para tomar mais um energético.

Conversamos um pouco sobre a brincadeira que tinha acabado de rolar; e, como a casa ainda estava vazia, apesar da promessa do garçom de que, depois do jogo de futebol, a casa encheria.

No máximo, havia uns 8 ou 9 casais e uns 2 singles rodando pra cá e pra lá. Transando que é bom; ninguém. O pessoal ficava no bar, no fumódromo, mas sexo que é bom nada. Bem que dizem que o Inner é a casa onde o bicho pega. Não consigo entender quem se dispõe à sair de casa, pra ir num clube de swing; durante a semana e fica fumando, bebendo e conversando.

Com relação aos dois singles, não dava nem pra ter certeza se eles eram clientes ou se eram funcionários da casa; pois percebemos que eles conversavam bastante com o garçom e o segurança. Nada muito animador.

Após uns 15 minutos de descanso, resolvemos dar mais uma volta na área privada, para ver o que rolava (se é que rolaria algo). Ainda pensei: Isso aqui tá tão devagar que só falta a gente ter que repetir a brincadeira com o mesmo single novamente. Mas, sinceramente, só o fato de estar lá com minha esposa já me sacia e satisfaz; afinal, sou um homem de muita sorte em poder ter pra mim, tantas vezes; essa mulher que é tão desejada por outros caras.




Peguei a mão da Luciana e a conduzi para a área privativa. Fui na frente e ela logo atrás de mim. Sem surpresa, a área privada completamente vazia. Passamos pelo primeiro corredor e seguimos até a parte mais escura. Então notamos que havia um single sozinho. Era o outro. Por exclusão e pura falta de opção, ele tinha tudo pra se dar bem (também) com minha esposa.

Ficamos juntinhos num canto bem escuro do labirinto. Maior penumbra. Começamos nossos beijos e amassos; permanecendo à espera do rapaz. Se ele fosse minimamente esperto, sacaria as intenções de um casal andando sozinho na área privativa. O silêncio era tanto que, dava pra saber exatamente quando ele andava, quando parava e quando voltava. 

Houve um momento em que concluímos que ele desistiria (por achar que não havia nenhum casal no labirinto). Dai a Luciana fez barulho, batendo os pés no chão. O rapaz ouviu e veio andando em nossa direção. 

Percebemos que ele se aproximava. Experiente nesse tipo de ambiente e situação, estrategicamente deixei a minha esposa de costas para quem chegasse; tivesse sua bunda como cartão de boas vindas.




O rapaz percebeu nossa presença e já chegou pegando a Luciana pela cintura e passando as mãos na sua bunda e coxas. A minha esposa não resistiu e se entregou toda facinha ao amante; enquanto isso eu me acabava na punheta e deixei que ela se virasse para encarar seu comedor e dar atenção a ele.




A coisa esquentou e, em pouco tempo, o comedor já estava comendo a bucetinha da Luciana, de pé, no corredor do labirinto; enquanto ela se apoiava nos braços do marido e empinava a bunda pra facilitar o serviço. 

Essa posição é fatal, não tem quem resista bombar na minha esposa por trás. Não demorou e o rapaz gozou (sempre com camisinha). Feito isso, nos despedimos do amigo, nos arrumamos; então fomos até as mesinhas perto do bar, passamos no banheiro e, considerando que a noite já estava concluída; fomos embora.



Conclusão: A casa é boa. Pena que estava vazia.

quinta-feira, 23 de junho de 2016

CRUZEIRO LIBERAL 2016 - Emoções Al Mare











CRUZEIRO MARÍTIMO 
EMOÇÕES AL MARE

O cruzeiro mais liberal do Brasil

Para casais e singles.
Saída 10/12/2016

Navio MSC PREZIOSA
SANTOS/SP - BÚZIOS/RJ - NAVEGAÇÃO - SALVADOR/BA - NAVEGAÇÃO - ILHA GRANDE/RJ

PARA CASAIS E SINGLES

MAIS INFORMAÇÕES: ninfogosa@hotmail.com




Observação: Trata-se de um cruzeiro normal; onde haverá encontro de casais e singles do meio liberal. 
No swing, tudo é permitido, nada é obrigatório. Use camisinha sempre. 

domingo, 22 de maio de 2016

RELATO ERÓTICO 100% REAL: ROOM SERVICE

ROOM SERVICE
Relato erótico 100% real.
Fotos meramente ilustrativas.
Reprodução proibida.
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Após um tempo parados, sem aprontar nada, no início do mês de maio, eu e minha esposa resolvemos aproveitar uma folga que tivemos em nossas agendas para fazermos uma viagem de descanso para a região dos Lagos, no Rio de Janeiro. As vezes os casais casados precisam tirar um tempo só pra eles e desligar do resto do mundo.

Optamos por um hotel que ficava em frente à praia; num local cheio de dunas. O apartamento era bem confortável e contava com uma suíte (quarto e banheiro), mais uma sala de estar, uma copa e uma sacada. Por ser época de baixa temporada, o hotel estava praticamente vazio e no nosso andar, acho que éramos os únicos hóspedes.

Já no primeiro dia, tão logo nos acomodamos, tratamos de ir para praia em frente ao hotel, para aproveitamos o sol de Outono, o mar (gelado...bruuuuu) e as belas paisagens. Almoçamos num quiosque e nos curtimos durante toda aquela tarde, colocando o papo em dia. 




No fim da tarde, voltamos pro hotel, tomamos banho e fizemos nosso amor gostoso e durante nossa transa tivemos a ideia de aprontar algo; fazer uma festinha e realizar alguma nova fantasia. Mas o que seria?

Enquanto pensávamos no que fazer, resolvemos pedir o jantar para o serviço de quarto. Cerca de 30 minutos depois de fazermos o pedido, o garçom tocou a campainha do nosso apartamento e trouxe nossa refeição.

Acontece que eu estava no quarto da suíte, numa ligação telefônica. Por isso, pedi para a minha esposa que fosse atender a porta. Primeiro a Luciana fez cara feia, pois estava vestida apenas com uma camisola (que não chegava ser escandalosa). Mesmo assim fiz sinal insistindo que ela fosse atender a porta e ela acabou aceitando; enquanto eu continuei ao telefone. 

O funcionário do hotel não me viu (mas deve ter me ouvido falando no telefone) fez a entrega e rapidamente saiu. 

Nesse instante bateu a ideia. Que tal a Sra. Ninfogosa se insinuasse para o rapaz do serviço de quarto? 
Propus isso pra minha esposa e achei que ela rejeitaria. Mas ela deu risada e disse que era uma boa ideia.

Jantamos e durante a refeição pensamos nos detalhes de como funcionaria a nossa brincadeira. Decidimos que ela se arrumaria com uma roupinha sensual e chamaria o garçom de volta, para recolher as louças e restos do jantar. Eu ficaria no quarto, com a porta fechada; enquanto ela ficaria toda “facinha” próxima ao funcionário do hotel. Combinamos que eu não apareceria na sala e que, se fosse perguntado, ela diria que o marido estava dormindo.



Imaginei que a minha esposa fosse se enrolar numa toalha de banho, com cabelos molhados, como se tivesse acabado de sair do banho. Mas a Luciana me surpreendeu. 

Ela colocou um conjunto de lingerie bem sensual e uma roupinha de crochê (ou será tricô?), que deixava à roupa íntima bem amostra. A roupinha escolhida para seduzir o funcionário do hotel era espécie de body com sainha, que deixava a polpa do bumbum de fora. Coisa linda. 

Pra completar, ela passou um batom vermelho bem forte e uma sandália de salto alto. Ficou linda. Impossível de resistir. Na hora tive certeza que o garçom entenderia a mensagem subliminar e avançaria. Vale lembrar que, quando propus a brincadeira, não achei que a coisa iria além de um exibicionismo. No fundo, achei que ela se vestiria de forma, mais decente, digamos. Mas ela preferiu fazer o estilo mulher fatal.



Enquanto ela finalizava seu visual, eu preparei a filmadora que ficaria escondida (sobre a geladeira da copa, pegando o ângulo da sala de estar). Combinamos os últimos detalhes, sobre como seria a recepção dela e a abordagem ao funcionário do hotel. Ela abriu um energético, serviu-se num copo; pegou o interfone, ligou para Room Service e solicitou que viessem buscar os restos e louça do nosso jantar.

Tirei uma foto de minha esposa com o celular e postei num grupo do whatsapp que reúne maridos liberais. Era um chifre ao vivo. A campainha tocou, beijei minha esposa e fechei a porta do quarto, deixando-a na sala de estar. Ela atendeu a porta (ficando atrás dela) e pediu que o funcionário entrasse.

Do quarto, eu ouvia tudo o que acontecia (e depois conferi tudo assistindo ao vídeo). O rapaz entrou no apartamento e minha esposa disse que estava tudo (louças e restos do jantar) na sala. Ele passou por ela sem reparar no que lhe aguardava. A Sra. Ninfogosa fechou a porta e foi atrás dele, com o copo de energético na mão.

Inicialmente o rapaz estava fazendo seu trabalho e colocando pratos e copos numa bandeja; daí ele notou que minha esposa estava próxima e quando levantou a cabeça, tomou um susto ao avistar aquele mulherão lhe encarando, com um sorriso safado:

Ela: - Estava tudo muito gostoso, viu?
Ele: (levantando a cabeça e vendo a Ninfa na sua frente) - Nossa senhora... obrigado.
Ela: - Você está sozinho lá embaixo?
Ele: - Não.
Ela: - Tem mais gente lá?
Ele: - Tem...
Ela: - É?
Ele: - É... você está sozinha ai no quarto?
Ela: - Meu marido está dormindo...
Ele: - Sério?
Ela: - Uhm hummm... porque?


A safada perguntou: - Gostou da minha roupa?
E o rapaz respondeu que sim. Perguntou pelo marido e a Ninfogosa disse: - Ele está dormindo.


Ninfogosa viu o interesse do funcionário e foi dando confiança, perguntando quantos funcionários estavam trabalhando no hotel naquele horário, elogiando a qualidade do jantar; e na sequência  começou a fazer perguntas de caráter mais pessoa; como, se ele era casado; no que a resposta foi afirmativa. Daí ela deu o bote fatal: - E ela é gostosa assim?

O garçom exitou um pouco, mas colocou a bandeja sobre a mesinha e já avançou sobre a minha esposa, abraçando-a e conferindo a consistência da sua bunda com as mãos. Os dois começaram as dar gostosos amassos, onde minha esposa incentivava a safadeza do rapaz; que, por sua vez, se fartava com aquela mulher gostosa.



Do quarto eu ouvia quase e batia uma punheta, em silêncio. Vez ou outra eu postava alguma coisa no grupo do whatsapp. Enquanto isso, na sala, minha esposa e seu amante ficaram se pegando por exatos 7 minutos (controlei o tempo pelo vídeo que estava sendo feito escondido). O rapaz teve direito a ganhar uma chupetinha, mamou nos peitos da minha esposa; mas se empolgou tanto que quando vestiu uma camisinha para comê-la, acabou gozando antes e estragando o final da brincadeira.

O garçom ficou meio sem graça e chegou a pedir desculpas para a Ninfogosa pela sua ejaculação precoce. Ela disse que estava tudo bem e ele sugeriu que poderia mandar um dos outros funcionários do restaurante do hotel para “finalizar o atendimento”. Ela gostou da ideia e disse que seria interessante. O rapaz pegou sua bandeja e foi embora; sem acreditar no que tinha acabado de acontecer.

Minha esposa veio até o quarto e me beijou. Demos boas risadas e ficamos conversando sobre o ocorrido. Pegamos a filmadora e baixamos o vídeo no notebook. A filmagem ficou boa, pegou tudo o que ocorreu na sala do apartamento. Pena que não dá pra postar pros nossos fãs assistirem...



Enquanto isso, minha esposa disse que o rapaz voltaria ao restaurante e cozinha do hotel, para dar a dica de que tinha uma hóspede carente de rola no apartamento 316.

Nessa noite, a Ninfogosa parecia que estava realmente com fogo, tanto que chegou a dizer que ia ligar no restaurante para saber se o outro funcionário viria ou não. Contive a sua empolgação e sugeri que ela esperasse mais 5 minutos antes de ligar; pois imaginei que não seria necessário usar o interfone. Estava certo, passaram uns 3 minutos e a campainha da porta tocou.

- Um minutinho, já vai!
Gritou minha esposa, enquanto rapidamente pegava a filmadora e a colocava num local estratégico da sala, para filmar a segunda brincadeira da noite. Ela me beijou, fechou a porta do quarto e foi atender o funcionário do hotel.

Novamente, do quarto, em silêncio total, ouvi minha esposa recepcionando o rapaz e depois, assistindo ao vídeo, vi o que aconteceu durante a minha ausência.

A Ninfogosa atendeu a porta e o rapaz disse que tinha vindo “buscar o resto das coisas”. Ai ela sorriu, sabendo que o safado tinha vindo para abatê-la e não para trabalhar. Mas era isso mesmo que ela queria, por isso, convidou-o para entrar e fechou a porta. Os dois caminharam pra sala. Minha esposa na frente, se exibindo e o rapaz atrás; babando de tesão e já passando a mão em sua bunda exposta pela roupinha de crochet. 

Os diálogos que se seguiram foram assim:

Ela: - Oi?
Ele: - Vim buscar o resto das coisas...
Ela: - Ah tá, entra...tudo bom?
Ele: - Bom... tá sozinha ai?
Ela: (sussurando) - Meu marido tá dormindo ali... mas ele é corno, vem pra cá... teu amigo falou de mim?

Esse segundo comedor não foi pego de surpresa; já veio decidido, sabendo que ia se dar bem. Foi só chegarem na sala e ele já foi lhe puxando, pegando-a pela cintura e trazendo-a para si e deslizando suas mãos pelo corpo dela. Beijou sua nuca e, por trás, pegou em seus peitos; encoxando-a. 

O garçom balançou a cabeça positivamente.

Ela: - É? E você veio conferir seu safado?
Ele: - Teu marido é corno é?
Ela: - É... gostou safadão? ... Uhmmmfff (os dois já se pegando)
Ele: - É corno?
Ela: - Sim corno...

Os dois ficaram longe da câmera e sussurando (para não serem ouvidos pelo marido...rs). Por isso, não deu pra ouvir muito bem o que diziam nesse trecho da brincadeira. 

Em nenhum momento a Ninfogosa resistiu. Pelo contrário, se entregou imediatamente e os dois começaram a putaria e fez questão de mostrar o quanto era safada. O rapaz abaixou suas calças e sentou-se no sofá. Minha esposa se ajoelhou em sua frente e caiu de boca em seu pau. Entre uma mamada e outra, ela punhetava o comedor e os dois cochichavam algumas palavras.




Após os amassos iniciais e o sexo oral, o garçom pediu uma camisinha pra Ninfogosa. Ela entregou tão rapidamente (já estava estrategicamente deixada próximo ao sofá) que o rapaz ficou desconfiado, mas acabou aceitando. Nisso eles chegaram mais perto da câmera e eu pude voltar a compreender o que diziam:

Ele: - Bota com a boca (a camisinha)
Ela: - Então deixa tirar isso (a roupinha de crochet)... safado...

Vestiu o preservativo, e de pé, com minha esposa inclinada à sua frente, apoiada numa poltrona. Quando a Ninfogosa arrastou a poltrona, fez-se um barulhão e o garçom olhou na direção do quarto, onde o marido "estava dormindo".

Minha esposa percebeu, mas tranquilizou-o: - Ele está cansado, vem... gostoso, safado mete na minha bucetinha...

Com a bunda empinada em sua frente, o funcionário do hotel meteu gostou gostoso na safada e ficou bombando na cachorra.

Num determinado momento, o rapaz viu a filmadora e questionou o motivo da filmagem. A Ninfogosa disse que era pra mostrar pro marido, que gostava de ver filminhos.

Enquanto fodiam, os dois sussurravam uma série de palavras obscenas e sensuais. Não demorou muito pro rapaz gozar. Após atingir o ápice, o garçom se vestiu e se despediu da Ninfogosa com um beijo.



Tão logo o funcionário do hotel saiu, ela fechou a porta, pegou a filmadora e voltou pro quarto; para saber o que eu tinha achado. Eu estava maravilhado com o show que não assisti. Confessei pra minha esposa que tive que bater mais uma punheta (a segunda da noite) pra me acalmar e tive que ir banheiro me limpar.




A Luciana disse que lá da sala, teve uma hora que eles realmente ouviram um barulho vindo do quarto; mas que ela soube disfarçar bem. E como soube...

Uns 10 minutos após o segundo comedor ir embora; enquanto conversávamos sobre a farra; o interfone tocou novamente e a Luciana correu para atender. Era um terceiro funcionário, perguntando se ela “ainda precisava de algo do serviço de quarto”. Minha esposa riu, agradeceu, mas disse que não, que já estava muito satisfeita com o atendimento recebido.

Nos demais dias, chegamos a ensaiar repetir a brincadeira. A Ninfogosa se produziu toda e ficou esperando o garçom na sala do apartamento. Infelizmente, o rapaz que veio servi-la era muito abaixo do nível que ela está acostumada. O curioso é que nenhum dos dois comedores que pegaram a Ninfa no hotel chegava a ser lindo e nem sarado. Mas a excitação provocada pela situação compensou esse fator estético.

Mais uma deliciosa aventura pro currículo da Ninfogosa.

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sexta-feira, 20 de maio de 2016

RELATO ERÓTICO 100% REAL: O CRUZEIRO - 2

O CRUZEIRO 2
Relato erótico 100% real. (Apenas nomes, datas e lugares são alterados)
Fotos meramente ilustrativas.
Reprodução proibida.


Conforme relatamos anteriormente (relato “O Cruzeiro”); em dezembro de 2015; eu e minha esposa fizemos um cruzeiro marítimo onde realizamos nada menos que 3 festinhas (em 3 dias). Realmente gostamos muito de fazer cruzeiro. Vicia. Swing e cruzeiro são dois dos nossos maiores vícios.

O clima do navio é algo sedutor e mágico; que favorece a realização de fantasias. O sol, o mar, os portos de escalas. Além dos drinks, da música e dos ambientes sofisticados; um navio leva em torno de 3 a 4 mil pessoas; sendo que dentre estas, sempre existe alguém interessante. Isso sem falar na atração e fetiche que as mulheres em geral possuem pelos tripulantes fardados (oficiais).



Além disso, num cruzeiro, você viaja alguns dias com pessoas que provavelmente nunca mais vai encontrar; o que permite que se solte ainda mais. Por isso, sempre que desembarcamos de um cruzeiro, já começamos a pensar nos próximo.  

Por questões de privacidade; vou omitir ou modificar nomes do navio, dos portos visitados e das pessoas com as quais interagimos.

Para o novo cruzeiro, escolhemos o mês de janeiro de 2016 e optamos pelo mesmo navio em que estivemos anteriormente. Fizemos assim, pois, além do navio e do roteiro serem muito bons; foi nessa embarcação, no cruzeiro anterior, que a Luciana conheceu o Paolo, um oficial italiano e com ele realizado a fantasia de transar com um tripulante de navio, usando farda branca.

Dessa vez o cruzeiro era de sete dias; portanto, tínhamos a chance de aprontar bastante à bordo (não necessariamente 1 festa por dia, como fizemos no cruzeiro passado). Até mesmo porque, dessa vez estávamos viajando com nossos filhos adolescentes (em cabines separadas).


Já na primeira tarde do cruzeiro (logo após embarcarmos no navio); enquanto estávamos na cabine esperando o navio zarpar; a Luciana pegou o telefone (interfone) e ligou para o italiano. Minha esposa não lembrava o nome dele (só tinha anotado os cinco números do telefone que ficaram anotados desde o cruzeiro passado) e por isso, num primeiro momento, o rapaz estranhou aquela ligação. Deitado na cama de casal, eu assistia e me deliciava com a minha esposa se oferecendo para sair com o outro macho.

Usando seu charme e seu jeitinho sedutor, a Lu conseguiu refrescar a memória do italiano. O carcamano disse que naquele dia estava com excesso de trabalho, e um pouco cansado para um vê-la; mas que no dia seguinte, seria a noite da “festa de gala” no navio e eles poderiam se encontrar.

Finalizada a conversa; aproveitamos aquele fim de tarde entre nós.

Naquela noite, depois do jantar; fomos para a proa do navio. No mesmo local onde a Luciana havia se encontrado com o Paolo no cruzeiro anterior. O navio navegava calmamente num mar bem mais sereno que o normal. Quase não havia vento. O local é ideal para um encontro com segundas intenções. Bem escuro, de acesso discreto, pouco conhecido e por isso mesmo, pouco frequentado pela maioria dos passageiros. Fica na frente do navio e logo abaixo da ponte de comando (que fica no deck 8). 







Começamos a dar gostosos amassos. 





Combinando com a escuridão da noite, a ponte de comando também estava apagada, quase que totalmente escura. Mesmo assim; entre um beijo e outro; conseguimos notar uns três vultos, passando de um canto pro outro. Talvez um deles fosse o próprio Paolo. Não dava pra ter certeza que eles nos viam, mas era quase certo que sim.

Analisando os vultos na ponte de comando, deu pra perceber que um desses tripulantes pegou um binóculo (provavelmente com lente infravermelha). Aquela exibição nos excitou. Intensificamos a brincadeira.

Virei a minha esposa de costas para onde estavam os expectadores. Levantei seu vestido e atochei as mãos na sua bunda, marcada com a calcinha fio dental. A Luciana rebolava para provocar ainda mais os seus potenciais admiradores.




Continuamos com a nossa brincadeira. Coloquei o pau pra fora da calça e mandei minha esposa se ajoelhar e mamar. E ela obedeceu. Pensem na visão que o pessoal da ponte de comando tinha (ou poderia ter) e pensem no tesão da situação. Em determinado momento, me sentei num banco de madeira (nesse local, o pessoal da ponte de comando não tinha visão) e a Luciana continuou a mamada. 

Após uns minutos, disse a ela pra voltar sozinha pra murada do navio, onde os seus expectadores poderiam lhe avistar novamente. E ela foi, ficou ali, “dando sopa”; provocando.




Após uns 30 minutos dessa putaria; fomos para a nossa cabine e dormimos pensando no que já tínhamos feito e também nas possibilidades e nas farras possíveis para o dia seguinte.

No segundo dia de cruzeiro, era dia de navegação em alto-mar, ou seja, sem escala em nenhum porto. Curtimos as piscinas, os restaurantes e as demais atrações do navio. No final da tarde, a Luciana ligou para o Paolo, que fez um pouco de doce, mas disse que depois da meia-noite, estaria com outros oficiais num bar chamado Around Of The Clock e localizado no deck 5.

Jantamos no restaurante Club; onde degustamos um delicioso vinho frisante. Durante a refeição, conversamos sobre as expectativas da noite. Como de costume, a Luciana estava linda. Usava um vestido preto, bem curto, sandálias de salto alto; toda gostosa, bem putinha.

No horário marcado, lá estávamos nós. A putinha e o corninho. Logo que entramos no bar, vimos que o Paolo estava próximo ao balcão. Sabendo que estava sobrando e que seria mero coadjuvante naquela noite, perguntei pra minha esposa: “– Você vai me dispensar agora ou mais tarde?” 

Surpresa e um pouco constrangida com minha súbita sinceridade; ela mostrou-se decidida e ousada. Sorriu e respondeu: “- Ainda não, vem cá comigo”.

Procuramos uma mesa discreta, num canto mais escuro do salão e fomos pra lá. De longe ficamos vendo a movimentação próxima ao balcão do bar. Dava pra ver que o italiano estava rodeado de outros colegas oficiais do navio e que, em torno deles, diversos passageiros (principalmente mulheres) pediam para tirar fotos e puxar papo.

Concluímos que ela deveria tomar a iniciativa da aproximação. Fiquei na mesa e ela foi até o bar; pra que pudesse ser vista pelo Paolo. Enquanto isso, eu fiquei de longe, num canto do salão, vendo minha putinha partir para a ação. O balcão do bar era no formato circular (com o bar no centro). A Luciana chegou bem próxima ao Paolo, e conseguiu encará-lo. Acontece que, enquanto esperava seu drink, o italiano simplesmente saiu andando do salão, na companhia de um grupo.

Visivelmente decepcionada, a Luciana voltou para a nossa mesa, se sentou e disse: “- Acho que levei um toco (fora)...”. Minha esposa disse que tinha certeza que o Paolo tinha lhe visto e que sorriu cumprimentando-a; mas que não demonstrou nenhum interesse em ir até ela.

Acabamos de tomar o drink que ela havia pegado e saímos daquele bar. Passamos pelo cassino e demais espaços do deck 5. Então resolvemos ir à discoteca. Chegando lá, encontramos novamente o Paolo. O italiano estava acompanhado dos mesmos oficiais e demais pessoas com as quais havia saído do bar Around.

Novamente me recolhi numa mesa lateral, num canto escuro da discoteca enquanto a Luciana partiu para o ataque e foi ao balcão do bar; onde estava o italiano. Ela pediu uma bebida e ficou ali, dando mole; mas nada do Paolo chegar junto. Ao contrário; o jovem marujo a ignorava deliberadamente. Realmente, era uma situação broxante e desanimador. Uma mulher casada, toda gostosa, toda produzida; facinha, facinha; querendo foder e o cara lhe ignora. Perdeu uma chance desejada por muitos.



Percebendo que não ia rolar nada; a Luciana voltou pra mim. Nos levantamentos e fomos embora. Pior é que naquela noite eu já tinha virado uma garrafa inteira de vinho; nem me dispus a apagar o fogo da minha mulher. Antes de dormir, ainda fizemos planos para a terceira noite do cruzeiro: ela ficaria sozinha (eu olhando de longe) para ver se pintava alguém interessante na Festa do Branco; onde o pessoal faz uma grande festa em torno da piscina central do navio.

Terceiro dia de cruzeiro. Mais um dia de navegação sem escala em portos. Novamente aproveitamos as piscinas e demais atrações do navio. Durante a tarde, demos “umazinha” na cabine e de forma bem sacana, disse pra minha esposa que estava sentindo que não seria o único a comê-la naquele dia.

Chegou a noite e após o jantar, nos arrumamos e fomos curtir a Festa do Branco. Conforme combinado, deixei a Luciana sozinha no deck 9, junto ao palco da piscina central e subi ao deck 10, de onde podia vê-la circulando no meio da muvuca. A ideia é que ela ficasse dando mole, pra ver se alguém chegava junto. Se alguém o fizesse, ela diria que era casada e que o comedor teria que pedir autorização para o marido.



Nova decepção. Apesar de estar ali toda gostosa e querendo encontrar um comedor; mais uma vez ninguém chegou junto na Luciana. Talvez o perfil do público daquele cruzeiro (rumo Bueno Aires, a maioria do público é formado por famílias) fosse menos propício para putarias; pois haviam muitos casais e poucos solteiros interessantes.

Depois de algum tempo, percebendo que naquela noite não iria render nada, resolvemos voltar aos nossos aposentos, para dormir. Quando estávamos entrando na nossa cabine; vi que minha esposa ficou parada na porta, com o celular na mão, como se estivesse vendo alguma coisa ou mandando mensagens pelo aplicativo mobile via wifi. Chamei para entrar, mas ela relutou e disse para esperar um segundo.



Nisso, percebi que o rapaz da cabine em frente a nossa chegou, abriu sua porta e entrou na sua acomodação. Era uma cabine interna, localizada imediatamente em frente à nossa (externa com varanda).

Dai a minha esposa entrou na nossa cabine, sorrindo com cara de safada e disse que havia reparado nesse rapaz lá na festa; e que havia achado ele “um gatinho interessante”. Me deitei na cama e pedi mais informações pra ela; que me explicou que já havia visto ele vindo pelo corredor do nosso deck e que, por isso, tinha retardado sua entrada na cabine. Perguntei se ela havia gostado dele e ela disse que sim. 



Então propus: “– Liga na cabine dele.”

Não imaginei que ela teria tanta ousadia; mas teve. A Luciana foi até a porta da nossa cabine abriu e conferiu o numero da cabine do rapaz. Voltou para dentro da nossa cabine, pegou nosso telefone e ligou pra ele. Depois de uns 3 toques, o rapaz atendeu: -Oi, tudo bem?” Perguntou a minha esposa. 

Pelo visto o rapaz respondeu que sim, estava tudo bem; pois a segunda pergunta da minha esposa foi uma direta: - Você está sozinho ai?”

Nesse instante vi que o rosto da Luciana mudou. Ela franziu a testa e desligou. Virou pra mim e disse que o rapaz respondeu que não estava sozinho. Demos muitas risadas com a ousadia dela em ligar para o rapaz, bem como com o rápido desfecho da situação. No fundo, consideramos essa como a terceira bola fora que tivemos naquele cruzeiro. Fazer o quê? Isso acontece.

Nos deitamos e tentamos dormir, de conchinha, com o balanço gostoso e suave do navio. Até que, por volta da 1h30 da manhã; o telefone da nossa cabine deu sinal de vida. Foi um toque apenas, mas serviu para nos despertar. Estranhamos (ainda estávamos acordados) e brincamos. No fundo imaginamos que poderia ser um engano, mas que também poderia ser o italiano Paolo. Também imaginamos que poderia ser o vizinho da cabine em frente (que de alguma forma poderia ter descoberto que minha esposa tinha sido a autora do trote anterior). E se fosse a mulher do vizinho querendo tirar satisfação?

Ficamos ali deitados cochichando nossas impressões, tentando desvendar o enigma e também tentando embalar no sono.

Passaram mais cinco minutos e o telefone voltou a tocar. Dessa vez foram vários toques. Agora não haveriam mais dúvidas. Minha esposa correu para atender. Era o Paolo. Apesar da cabine estar com as luzes apagadas; percebi que a conversa começou a ficar animada e que ele a estava convidando para um encontro, naquela hora. Ela ficou empolgada e disse que iria ver com o marido e já retornaria a ligação.

A safada desligou o telefone, acendeu a luz da cabeceira da cama, sentou ao meu lado e falou que o italiano a estava chamando e seu a deixaria ir. Eu ri e disse que sim. Que ela estava liberada. A Luciana me abraçou e beijou, agradecendo e dizendo que eu era “o melhor marido do mundo”. Pegou o telefone e ligou pro Paolo; disse que tudo bem, que em 15 minutos o encontraria. Os dois combinaram o encontro no deck 6, na proa do navio, logo embaixo da ponte de comando. Era o mesmo local do encontro ocorrido no cruzeiro anterior.

Ela começou a se arrumar e me pediu sugestões de roupa; e eu dei. Ajudei-a na escolha do vestido, da calcinha e das sandálias que ela usaria com o amante. Também lhe entreguei um pacote de camisinhas e perguntei se ela queria levar creme lubrificante (Ky). A safada disse que não pretendia dar o cuzinho; mas, pelo sim pelo não, colocou o tubo na bolsa. Na bolsa também estava nossa câmera filmadora e ela prometeu que dessa vez tentaria convencer o italiano a deixar filmar e fotografar, sem mostrar o rosto dele.

Enquanto passava baton; eu provocava minha esposa, brincando e dizendo que ela era uma cachorra por sair de madrugada, deixando o marido pra trás para ir encontrar-se com seu amante. Mas a Luciana, toda dengosa, se defendeu e justificou-se: “- Ai, amor, você sabe né? Se eu não fosse, nós dois ficaríamos o resto da noite pensando na oportunidade perdida.”




Pior é que ela estava certa. Antes de sair, fiz um pequeno vídeo e umas fotos, mostrando o visual da putinha. Ela ainda pegou uma taça de vinho e foi ser feliz.

Fiquei na cabine esperando-a voltar. Mas ai bateu uma vontade de surpreender minha esposa e seu amante. Eu não sabia exatamente qual a cabine deles; mas sabia por onde era a entrada e acesso. Resolvi me arrumar e ficar esperando-os nesse local (no deck 6, proa). Minha ideia era recepcionar a minha putinha diretamente dos braços do amante. Da primeira vez, o encontro entre eles tinha durado uma hora. Portanto, fiquei na cabine por uns 40 minutos e parti.



Quando sai da cabine e peguei o corredor para encontrá-los, já dei de frente com minha esposa voltando sozinha e com a taça de vinho na mão (vazia). Primeiro ela tomou um susto e perguntou onde eu estava indo. Expliquei qual era a minha ideia; ela sorriu e lamentou que meu plano tenha dado errado e que eu não tivesse conseguido surpreendê-los. Voltamos pra nossa cabine. Ela estava satisfeita e feliz com o encontro que teve. Dai em diante; ela me relatou como foi seu encontro:

Quando cheguei ao local de encontro (deck 6, na proa; logo abaixo da ponte de comando), o Paolo já estava me esperando. Começamos um gostoso amasso, que esquentou rapidamente. Estávamos matando as saudades do nosso primeiro encontro, no cruzeiro anterior. O italiano me beijava e enfiava suas mãos por dentro do meu vestido. Suas mãos passeavam pelo meu corpo. Aproveitei e peguei em seu pênis, que estava bem duro. Discretamente peguei naquele membro e comecei a acaricia-lo. Empolgada, me abaixei e abocanhei o membro do Paolo.

Ficamos uns 10 minutos naquela pegação deliciosa; até que ele disse que só tinha uma hora de intervalo.




Perguntei para ele: - E o quê você quer fazer?

Ai o safado sugeriu que fôssemos até sua cabine. Concordei. Chegamos rapidamente e ele disse que iria me castigar pela ousadia de ter procurado por ele nos bares do navio (nos dias anteriores). Segundo o Paolo, ele não pode me dar atenção, pois seus amigos estavam por perto e, oficialmente, os tripulantes do navio são proibidos de flertar com os passageiros.

O italiano me colocou de joelhos numa cadeira, levantou meu vestido, colocou uma camisinha e meteu sem dó na minha bucetinha. Me segurou pela cintura e ficou bombando e dizendo que eu era uma brasileira muito gostosa e safada...

Não demorou e ele gozou. Foi ao banheiro e se limpou; me trouxe uma toalha e eu me limpei também. A cabine cheirava a sexo e ele disse que teria que passar um perfume no ambiente, pois dali uma hora, sua namorada (que trabalhava numa das lojas do navio) viria vê-lo...rs.

Me arrumei e voltei pra cabine, pra encontrar meu marido. Quase chegando, encontrei meu corninho que tinha saído pra tentar me encontrar. Fomos juntos pra nossa cabine conversar sobre a festinha. Adorei...
  
Como vocês podem ver; o encontro entre eles foi bom; mas apesar de termos ficado mais 4 dias no navio, não se encontraram mais.

Nos dias seguintes, eu (o marido), devidamente autorizado pela esposa; também me aventurei pelos bares, corredores e cabines do navio. Tive o prazer de conhecer e curtir bons momentos com uma linda tripulante brasileira. Mas este espaço é para relatar apenas as deliciosas aventuras reais da Ninfogosa e não as aventuras do marido.