quarta-feira, 20 de agosto de 2014

RELATO ERÓTICO: DOGGING NA IBM

DOGGING NA IBM
Relato 100% verídico

Após voltarmos de viagem de férias; fomos convidados para uma festa de gala em São Paulo (sábado, 16/08/2014). Saímos da Baixada Santista no começo da tarde e chegamos na capital por volta das 16h; ficando hospedados no hotel Bourbon Ibirapuera.

Nosso plano era ir nessa festa e depois dar uma esticada para fazer uma farra. Dessa vez, pensamos em dar um tempo do Inner e partir para uma casa de swing diferente. A selecionada foi a ENIGMA. Como plano B; pensamos em dar uma passada na Rua Tutóia (atrás da IBM) e na Rua Curitiba; onde rola o chamado dogging (se você não sabe o que é dogging; pesquise o significado no Google).

A tarde, como de costume; fiquei no hotel, passando o tempo na internet, vendo as melhores opções pra farra, enquanto a esposa foi ao shopping.

No começo da noite; ela voltou, tomou seu banho de rainha e vestiu seu novo par de botas de couro e mais umas roupinhas de putinha, preparadas especialmente pras sacanagens de mais tarde e desfilou pra mim pelo quarto; enquanto eu tirava umas fotos pra registrar sua sensualidade e compartilhar com os amigos e com a posteridade.


Durante as fotos; percebi que ela estava com tesão e isso prometia uma noite bem quente. Depois dessa sessão fotográfica, nos arrumamos e partimos para a festa de gala. Ela estava lindíssima, num vestido longo, parecia que estava “embalada para presente”; enquanto eu usava um terno preto (parecia que era o segurança dela). Levamos a roupa de balada numa bolsa e combinamos que nos trocaríamos dentro do carro mesmo.

Fomos pra festa; encontramos nossos amigos (amigos normais, rs... nenhum deles é do meio swinger e nem imagina ou cogita que minha esposa faz o tipo “dama na sociedade e puta na cama”). Bebemos, sorrimos, comemos, dançamos um pouco e nos divertimos. Na festa haviam outras muitas mulheres lindas, elegantes, e gostosas, usando em vestidos bem sensuais. Mas eu só tinha olhos de desejo pra minha mulher.




Quando chegou próximo das 2 horas da madrugada, dei um toque na minha esposa e ela entendeu o recado. Nos despedimos, pegamos nosso carro e começamos a pensar onde iríamos fechar a noite com chave de ouro. Minha esposa disse: “- Safado, eu sei por que você quer ir embora cedo...”

Sabe mesmo. Adoro uma putaria com a minha esposa.

Conversamos um pouco e concluímos que estava tarde para irmos para a ENIGMA e minha esposa preferiu o dogging na IBM. Ou seja, ela tava querendo ser devorada pelos doggers (machos de plantão na rua).

Numa madrugada de friozinho, chuva fina e quase sem trânsito; fomos rápido do Morumbi para os arredores do Parque do Ibirapuera.

Chegamos pela avenida 23 de Maio; entramos na Rua Tutóia; subimos até a Rua Achiles, onde entramos no que chamamos de “beco do pecado”, atrás do prédio da IBM. Encontramos uns quatro carros estacionados com pessoas (homens) dentro e dois rapazes caras na calçada, que nos encararam. Dava pra ver que se masturbavam e se ofereciam pra casais. Também vimos uma travesti próximo de um táxi.

Passamos reto. Essa primeira passada era apenas uma volta de reconhecimento. Seguimos até a Rua Curitiba (cerca de 4 quadras de distância). Lá estava bem sossegado. Encontramos apenas o coroa que interagiu com a Ninfogosa no dogging que fizemos em dezembro/2013. Por causa do frio, o amigo estava dentro de seu Mercedes-Benz.

Estacionei o carro numa praça e perguntei pra minha esposa o que ela queria fazer. Ela disse que preferia ir pra trás da IBM; pois a Rua Curitiba estava devagar. Ainda argumentei que se fossemos na IBM, tão logo parássemos, ela acabaria devorada por um monte de machos; mas a safada não deixou dúvidas de que era isso mesmo que ela queria. A putinha apenas perguntou se por estava tudo bem...

É claro que eu concordei. Imediatamente a safada passou para o banco de trás, pegou a bolsa onde estava o “kit putinha” e foi se arrumar pros machos. Tirou o vestido de gala e a sandália de festa. Colocou uma microcalcinha; um vestidinho de piriguete e as botas de couro, cano alto (quase na altura do joelho). Já não era a mulher casada, séria, de minutos atrás. Agora ela tinha se transformada na Ninfogosa e parecia uma puta de rua.




Ela voltou para o banco da frente; estava linda (+ linda) e deliciosa; peguei o carro e segui para a Rua Achiles. Chegamos no point e vimos que ainda estavam os mesmos carros parados e os mesmos dois caras na calçada. Estacionei próximo de um deles. Eu e minha esposa estávamos ansiosos e excitados pra começar logo a farra.




Foi só parar o carro e minha esposa já se virou pro meu lado e veio me beijar; dando início aos trabalhos da noite. Eu que não sou bobo e conheço meu papel nessas horas, já fui tirando meu pau pra fora da calça. A Ninfogosa se abaixou pra mamar, virando sua bundona pra janela do carro. Na calçada, um dos rapazes já estava com o rosto literalmente colado no vidro. A putinha aumentou a intensidade da mamada; mostrando que estava gostando da farra. De vez em quando ela parava, se levantava, olhava o movimento na rua e pedia que eu lhe narrasse o que estava acontecendo enquanto me fazia um belo boquete. E eu narrava...

Além do colega que estava colado no vidro; havia outro mais a frente do nosso carro (na mesma calçada) e mais um terceiro na calçada do outro lado da rua. Além disso, alguns carros passavam bem devagar do nosso lado, subindo e descendo a rua. Um desses carros era uma perua Crossfox vermelha; onde um casal curioso passava devagar, observando. 



Aproveitei que minha esposa estava concentrada no boquete e puxei seu vestido; expondo o rabo suculento da Ninfogosa para o rapaz que estava colado na janela.

Depois de alguns instantes me chupando; minha esposa levantou o rosto, olhou pra trás e deu uma conferida no rapaz que estava colado na janela do carro, admirando sua bunda e batendo uma punheta e simplesmente abriu o vidro para que ele pudesse apalpá-la. O sortudo não perdeu tempo e começou a passar a mão na bunda dela; até encontrar a xoxota e começar a enfiar os dedos nela.

A Ninfogosa ficou ainda mais assanhada e passou a rebolar nas mãos do rapaz; enquanto este acariciava sua bucetinha. Ai eu lhe disse: “- Safada, abriu o vidro do carro pra ele te pegar né?”
E ela respondeu: “- É muzão, e tá muito bom...uhmmmf... eu sei que você gosta de ser corninho...”

Conforme a brincadeira esquentava; minha esposa prestou atenção que no rapaz do outro lado da rua; que de longe admirava a nossa putaria. Eu disse pra ela que ao lado dele havia uma espécie de moita (vegetação mais baixa, junto de uma árvore). Ela entendeu e disse que ali era escuro e legal para continuar a farra.

Ai ela resolveu ser puta de vez e disse que seria legal irmos lá; pois aquele local era o mais escuro da rua. Entendi o que ela queria. E disse: “- Então vamos”. Guardei o pau na calça, ela se virou; eu saí do carro pelo lado do motorista, dei a volta no veículo e avisei o rapaz que estava interagindo com ela, que iríamos na moita, do outro lado da rua. Minha esposa saiu do carro e juntos atravessamos a rua. O rapaz veio junto e quando ela se virou pra me beijar; o safado se instalou atrás dela e sem dizer praticamente nada, já levantou o vestido dela e expos a bundona gostosa.

Na sequência ele rapidamente colocou uma camisinha e minha esposa já se inclinou para frente, para poder empinar o rabo e facilitar a penetração. Enquanto o safado comia minha mulher, ela se escorava em mim, me olhava, mordia os lábios de tesão e eu batia uma punheta e acariciava os seios da cadela.

O olhar dela estava diferente. Era lindo de ver. Tinha o olhar de uma mulher madura se realizando sexualmente. Como já disse, ela estava vestida e agia como se fosse uma verdadeira puta de rua, casada com marido corno. 

Próximo de nós; formou-se uma pequena plateia com cerca de oito rapazes. Ficaram uns 10 metros atrás de onde estávamos. Só contemplando e esperando uma chance. Além disso; um Mitsubishi Pajero, com um casal, passava a todo instante pela rua. O outro casal (da Crossfox vermelha) também passava a todo instante. Os dois carros tinham os vidros abaixados, mas nenhum deles teve coragem de parar...

Eu não resisti ao ritmo da punheta e gozei venda a minha esposa levando rola de outro macho. O amigo também não resistiu e após bombar na safada por alguns instantes; gozou. Ela me olhou e disse: “- Chama mais um. Um de cada vez.”



Nem precisou chamar. Os doggers parece que tem um código de conduta e ética. Um de cada vez, eles começaram a vir. Chegavam sem dizer nada, vestiam suas camisinhas; pegavam minha mulher pela cintura e metiam forte na Ninfogosa. Bombavam até gozar e davam a vaga para outro. Minha esposa se segurava em mim para aguentar as estocadas de seus comedores. Contei sete machos que naquela noite tiveram o prazer e o privilégio de comer minha mulher. Quando o sétimo comedor (um negão) concluiu sua trepada; resolvemos que era o momento de ir embora. A Ninfogosa havia quebrado o recorde de comedores numa noite.

Fiz um sinal pros amigos e voltamos pro nosso carro, nos arrumamos e dali seguimos pro hotel.

No hotel a Ninfogosa ainda teve que fazer o marido dar mais uma gozada (batendo punheta pra mim; me dando de mamar nos seus peitos e narrando como tinha sido a putaria).


A noite foi perfeita. Adoramos a experiência e em breve vamos repeti-la.

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

RELATO ERÓTICO: AVENTURA NOS EUA

CASA DE SWING NA FLORIDA

RELATO ERÓTICO 100% REAL

Aproveitando nossa viagem com a toda a família (filhos, sogro, sogra, tios, tias e sobrinhos) para Miami e Orlando (EUA); resolvemos fazer uma farra numa casa de swing americana; pra ver como é a pegada dos americanos.

Escolhemos a SECRET HIDEAWAY; em Kissimmee (cidade ao lado de Orlando); que é uma uma espécie de clube swinger (HEDO EVENTS); e além da balada liberal, também funciona como hotel para casais lifestyle (gigante; deve ter mais de 100 apartamentos).

No site, constava que a casa funcionava de terça a domingo. Escolhemos a noite de sábado (09/08/2014). Passamos o dia na Disney, no final da tarde relaxamos um pouco numa jacuzzi e a noite, deixamos as crianças no hotel com os tios e saímos, com a desculpa de que iríamos num restaurante.


Na noite escolhida por nós, verificamos que a casa também permitia a entrada de homens desacompanhados (unescorted men); por isso, a nossa expectativa é que a balada tivesse um monte de negros, estilo jogadores de basquete; ou então latinos (cubanos, portoriquenhos, etc).

Ou seja, que a Ninfogosa curte e iria se dar bem. Ainda mais que, durante a semana; a safada já tinha abusado nas compras e gastos com cartão de crédito e eu tinha dito que ela seria “punida” por isso. No fundo, no fundo; ela tava mais é querendo essa punição...

Chegamos na casa por volta de 23h00; demos uma volta no estacionamento e conseguimos ver que um dos apartamentos do hotel, localizado no andar térreo, estava com a porta aberta e uma loira gostosona, usando um vestido preto, se maquiava em frente ao espelho. Entramos no pátio; estacionamos o carro e já começamos a perceber as diferenças: nada de vallets.

Na recepção, nenhum segurança e ninguém foi revistado. Havia um casal de latinos e mais um casal (uma loira bem gostosa) com um single (boa pinta). Chegamos no balcão e o atendente nos recebeu e orientou para preencher uma ficha; que nos tornava “sócios” do clube por 6 meses. O preço da noitada era de US$ 40,00; mais US$ 30,00 da “associação ao clube”.

Preenchemos a ficha, pagamos e seguimos por um corredor. Perto da piscina (bem grande) estavam dois seguranças que nos receberam e mostraram onde era a balada e onde ficavam os playrooms.

Primeiro fomos pra balada. Foi ai que tivemos a primeira decepção da noite: havia apenas uns 35 casais e nenhum deles era grande coisa. Singles (homens sozinhos), apenas uns dois ou três; mas parece que eram lanchinhos de casais, ou seja, não estavam lá à caça; pois já tinham vindo acompanhados.



Procuramos uma mesa e nos acomodamos. Ficamos avaliando a casa e o público. Até que haviam algumas pessoas interessantes (gostosas); mas eram poucas e fechadas em patotas.

Pedimos bebidas no bar (Red Bull com gelo) e fomos dar uma volta perto da piscina. Ficamos lá um tempo vendo se chegavam mais casais. Sem sucesso. A frequência do público realmente era fraca. Mesmo assim, continuávamos esperançosos de que a noite renderia uma boa farra.


Fomos passear nos “playrooms”. Não havia ninguém. Apenas uma suíte com porta fechada onde um casal pra lá de gordinho transava pelados. Numa outra suíte (onde havia alguns instrumentos de sadomasoquismo, pra quem curte ser amarrada e/ou algemada), um casal fazia fotos, com poses bem sensuais (a loira era muito gostosa e tinha uma bucetona linda). Nada além disso.


Escolhemos uma suíte e começamos a brincar, apenas eu e a Ninfogosa. A coisa esquentou e acabamos transando. Ela estava tarada, querendo mais uma rola. Teve um momento em que se levantou da cama e abriu a persiana da janela que dava para o corredor; para que outras pessoas pudessem nos ver. Não adiantou; não havia ninguém pra ver, quanto mais para interagir conosco.

Aproveitei e comi minha esposa com gosto e vontade. Dei uma senhora gozada e acabei sujando o pezinho dela (ela ficou puta da vida...rs). Pior é que diferente das casas de swing do Brasil; nessa não havia álcool gel e papel para nos limparmos. Tivemos que improvisar...

Nos arrumamos e voltamos pra balada. Os casais continuavam da mesma forma (poucos e espalhados pelos cantos; com exceção das patotas). Pedimos mais bebidas; demos mais uma volta e como não vimos nenhuma grande melhora; resolvemos ir embora cedo (1h30min).

Na saída; lá na recepção, pagamos a conta e ao nosso lado, sentada num sofá, a loira que estava sendo fotografada pelo marido fazia mais poses pras lentes do seu corninho exibicionista. Novamente, sou obrigado a dizer: que bela bucetona tinha a loira. 

Quando estávamos indo pro nosso carro; vimos que havia um rapaz atrás de nós. Ele disse algo em inglês; do tipo: “– Já estão indo embora?”. Respondemos que sim, que já estávamos satisfeitos. Entramos no nosso carro e ele entrou no dele (logo ao lado). Ai eu lembrei que esse era o single que estava na recepção, junto com um casal, quando chegamos.



Minha esposa ainda comentou: “- Ele até que é bonitinho.” Mas só. Se ela (ou ele) tivesse dito algo a mais; poderíamos tê-lo convidado para algo no carro, ou mesmo para retornarmos ao clube. Perdemos a chance. Faz parte. Depois ainda disse pra ela: "- Quando entramos no carro; você deveria ter vindo fazer um boquete em mim; e ai eu chamaria o amigo pra ver e perguntar se ele queria também...". A Ninfogosa se lamentou pela oportunidade desperdiçada e disse: " - Pois é; perdi a chance de conhecer uma pica americana.".

Por isso, fica a dica: quando encontrar um casal na balada liberal; arrisque (educadamente). Vai que você se dá bem...

terça-feira, 4 de março de 2014

RELATO ERÓTICO 100% REAL - CARNAINNER 2014

CARNAVAL INNER 2014

RELATO ERÓTICO 100% REAL - Fotos meramente ilustrativas

No sábado (01/03/2014); resolvemos ir ao INNER CLUB, em São Paulo; para curtimos uma noite de Carnaval. O tema da noite era a Copa do Mundo “Pelada com os amigos”. Na minha juventude, não tive grandes oportunidades de curtir a folia de Momo. Uma porque vim de uma família evangélica; outra porque casei pela primeira vez quando tinha apenas 23 anos de idade. Mesmo assim, sempre tive vontade conhecer um autêntico baile de Carnaval e ver se a putaria era tudo isso o que diziam.

Quando fiz a reserva da nossa mesa (camarote privativo, com cortina); perguntei como era o CarnaInner e a atendente me disse que o pessoal, principalmente a mulherada, usava fantasias e que os homens podiam ir de bermudas.

Cogitamos diversas fantasias pra nós. Pirata; Senhor e senhora incrível; Mulher Maravilha, etc. Acabou que a Ninfogosa escolheu sua fantasia; ela usaria sua roupa de látex by Ropharara. Seria a própria “putinha casada”. Roupa sensual, provocante, bem adequada para a personagem que criamos e que povoa o imaginário de tantos fãs.





Como de costume; fizemos reserva no Hotel Bourbon Ibirapuera e no dia da festa, fomos pra capital. Chegamos no meio da tarde e, assim que subimos ao nosso apartamento, entrei na internet para ver se pintava algum convite legal pro nosso “esquenta”. Enquanto isso, minha esposa foi ao Shopping Ibirapuera (ao lado do hotel) passear e fazer hora.

No começo da noite ela voltou pro hotel; tomou banho, se maquiou, passou perfume e purpurina por todo o corpo. Nos arrumamos e antes de sairmos; ainda fizemos uma sessão de fotos dela usando umas roupinhas que a deixaram ainda mais gostosa. Quase que a comi ali no hotel mesmo.

Não dava pra uma mulher séria, casada, sair do hotel vestida como uma puta; por isso, minha esposa saiu do Bourbon usando apenas um vestido leve, de seda e levou a fantasia numa bolsa; para se trocar no banheiro do Inner. Saímos por volta das 21h30; pegamos o carro e passamos rapidamente pela IBM e pela Rua Curitiba; pra ver se o dogging estava pegando.



Na IBM tinha movimento, alguns carros parados e dois homens na calçada, fazendo ponto. Mas nada que nos entusiasmasse. Seguimos pro Inner. Parei na porta e estranhei; pois não vi ninguém fantasiado. Entreguei o carro ao manobrista, entramos, fomos pra nossa mesa e realmente; tirando um detalhe ou outro na decoração, não havia nada que lembrasse um Baile de Carnaval.

Pela expectativa que tínhamos, achávamos que seria uma noite de muito samba, pagode, serpentina, confetes, espuma, mulatas, passistas, baterias de escola de samba; pouca roupa, calor e muita pegação, no melhor estilo “Carnaval das Brasileirinhas”. Mas nada. Só os mesmo os garçons e as recepcionistas da casa é que usavam camisetas e uns poucos adereços que sugeriam o Carnaval; mas o público, nada; que decepção. No início da noite, a música era boa (pop rock anos 80 e 90), mas não tinha nada à ver com samba. Acho que faltou empenho para a direção da casa. Quem sabe dar desconto para os casais quem fossem fantasiados; ou então fazer um concurso de fantasias, com prêmios?

Outra coisa. Essa política de cobrar caro de homem sozinho, como se o preço servisse para selecionar o público, não está dando certo. Casais pagam R$ 130,00; mulheres sozinhas pagam R$ 65,00 e homens pagam nada menos que R$ 440,00. Isso acarreta o seguinte. Em nome da economia, a rapaziada apela por levar  prostitutas daquelas bem baratas ou, então, se socorre daquelas barangas do bairro (aquelas que normalmente sóbrio, com luz, ninguém se atreve a comer). O resultado é que a gente se depara com cada figura mais exótica que a outra. Nesse sábado especificamente, havia uma baixinha, coroa, de agasalho (calça e blusa) da Adidas (e não parecia que era uma fantasia de Carnaval). Constrangedor...




Poxa; se o foco da casa são os casais que curtem ménage; não há porque cobrar tão caro dos homens desacompanhados. Creio que se cobrassem R$ 200,00 dos rapazes, já estaria bem razoável.

Além disso, rimos muito com as sócias do Enri Christi; do Dr. Evil (Austin Powers) e do Genilval Larceda.




Diante de tudo isso, e até mesmo para não ficar deslocada e perdida no meio do pessoal; resolvemos que a Ninfogosa não usaria a sua fantasia. Uma pena...

Tirando o que estava ruim, o resto estava bom. Nos acomodamos, pedimos bebidas; conversamos, avaliamos o público e depois de uns 30 minutos, resolvemos dar a primeira volta pelas áreas privativas, onde rola a putaria. Entramos na ala dos casais. O labirinto foi reformado. Está bem escuro, apertado e cheio de lugarzinhos para se fazer coisas gostosas com outros casais. Só faltou aparecer um casal interessante e compatível. Fora o ambiente; não vimos nada que nos agradasse e decidimos então ir ao lado dos solteiros.

De mãos dadas; cruzamos o setor das mesas e entramos pelo primeiro corredor (pra quem vem da chapelaria) e seguimos em frente; passando pelas cabines de glory hole. Entramos no dark room (sala coletiva); alguns casais e singles rondavam pelos cantos escuros; mas nada que fosse interessante.

Sem querer ser chatos; mas concluímos rapidamente que nunca havíamos vimos um público tão feio no Inner. Sim, também tinha gente bonita; claro, mas das outras vezes a coisa estava bem melhor. Mesmo assim, resolvemos colocar nossos planos sórdidos em prática; afinal, quem está na chuva é pra se molhar.

Fomos ao cinema. Na tela, uma branquinha encarava dois negões. Minha safada viu a cena e disse: - Olha muzão; que delícia...



Subimos até o fundo da sala (após a última fileira de poltronas); onde existe uma pequena cortina e fica mais escuro. Nos acomodamos e a Ninfogosa ficou à minha frente. Peguei-a pela cintura e comecei a me aproveitar dela. Primeiro levantei seu vestido e comecei a encher as mãos naquela bunda gostosa. Uma mão explora o rabão dela e outra os peitos. Ela rebolava, forçava a bunda pra trás e se esfregava em mim; dizendo que eu era safado e que queria dar muito, pra outros, na minha frente. Começou a fazer um carinho gostoso no meu pau, por cima da calça.




Tudo ia bem até que notamos um casal vindo em nossa direção. Acontece que de cara notamos que não era o tipo de casal que nos agradasse. Paramos nossa brincadeira e rumamos pras cabines de glory hole; depois dos banheiros.

Afinal, estou com quase 40 e aprendi que não devemos desperdiçar uma ereção. Vimos uma cabine aberta e entramos. Fechamos a porta, regulamos a luz e abrimos as janelinhas na divisória; por onde os singles poderiam interagir com a Ninfogosa. Foi algo instantâneo. Mãos e pênis começaram a surgir pelos buracos na parede. Minha esposa adorou e deu a devida atenção a todos. Dessa vez não apenas levantei, como tirei seu vestido. Ela ficou só de calcinha e sandálias. Aproveitei quando ela se inclinou para mamar uma pica; ficando de quatro na minha frente; puxei sua calcinha para o lado e meti firme, segurando-a pela cintura e bombando em sua bucetinha encharcada. Não demorei e gozei. Aliás; dei uma baita gozada.

Me limpei e peguei o celular pra tirar umas fotos. 






Deu tempo de ver a minha esposa mamando uma rola através do glory hole; e ainda se virando, de costas para a parede e ficar rebolando nas mãos dos caras. Depois de alguns minutos; fechamos as janelinhas, acendemos a luz e nos vestimos.

Saímos do glory hole e fomos para nossa mesa. Pedimos mais bebidas e comentamos sobre a primeira brincadeira da noite. Após uns 20 minutos de descanso; fomos pro segundo round.

Dessa vez, fomos direto para a ala do ménage (solteiros). O setor do ônibus, elevador erótico, cabines, salas dos fetiches e sala dos véus já estava aberto. Passamos por tudo; procurando possíveis vítimas. Minha esposa sempre levava uma passadinha de mão básica.

Subimos no ônibus (Innerbus) e fomos em direção à frente. O ambiente estava bem escuro, o corredor travado com pessoas que olhavam e bolinavam um casal que transava a nossa esquerda. Nos acomodamos num banco e um casal ficou ao nosso lado (de novo, nada muito interessante). Ficamos esperando pra ver se alguém chegava junto, mas nada.

Fomos ao dark room e só tinha velhos; passamos pelo cinema e nada. Daí fomos na sala dos véus; onde rolava um gang bang; com direito à plateia. Nos posicionamos ao redor da cama redonda e ficamos apreciando duas mulheres que satisfaziam cinco homens. Diversos casais e singles estavam por ali. A Ninfogosa parecia querer se juntar àquelas safadas; mas não houve uma iniciativa nesse sentido.

Voltamos pro dark room, cruzamos a cortina e ficamos no lado direito, maior breu. No lado esquerdo havia alguma movimentação de singles azarando um casal. Ela colocou o pé sobre o pequeno sofá ao nosso lado, foi o suficiente para começarmos uns amassos (nós 2) e eu atochar as mãos na bunda da safada. Sabia que era questão de instantes até algum macho colar nela.

Eu estava certo; e um casal boa pinta chegou. Os dois começaram a sarrar minha esposa. Eram 8 mãos (4 pessoas) se pegando e se explorando. Minha esposa estava de costas para o casal, com a bunda totalmente exposta e recebia os carinhos deles por trás e os meus pela frente. Também comecei a pegar a gatinha do outro casal, mas quando fui levantar a saia dela, tomei um toco. A Ninfogosa pegou no pau do amigo e sussurou em meu ouvido: - Muzão, ferrou, é um pauzão, muito grosso; não sei se aguento...

Formou-se um pequeno impasse. Uma porque a gatinha do casal era fresca e não queria nada além de umas pegadinhas. Outra porque o cara era superdotado; na grossura e a minha esposa tá acostumada apenas com picas do tamanho da minha (15 cm e grossura propocional). De repente, o casal que estava conosco se afastou para o outro canto; sendo imediatamente cercado por outros rapazes, enquanto eu continuei pegando minha esposa. Bastou mais um instante e vi que minha mulher foi em direção à um rapaz que estava encostado nas treliças da divisória. 




Só vi que o rapaz era forte e boa pinta (depois me liguei que era o mesmo do casal que a estava pegando antes).

Minha esposa chegou junto nele e o rapaz não perdeu tempo e se aproveitava como podia (sinal de que tinha gostado dela anteriormente). A companheira dele também se juntou a nós. Minha esposa levantou o vestido, expos a bunda e se virou de costas para o amigo, se inclinando pra frente; ocasião em que me disse: - Vou tentar...




Ainda vi o rapaz colocando a camisinha e pensei: Lá foi a bucetinha da minha esposa. Ela se inclinou pra frente, se apoiando em meus braços (corno serve pra isso) e levou a primeira estocada do amigo. No fim da noite ela me disse que quando a cabecinha da pica entrou; ela quase deu um grito. Enquanto olhava minha esposa levando rola, notei que uma mãozinha macia começou a me punhetar. Por conta da escuridão e do vuco-vuco, primeiro pensei que era a mão da Ninfogosa Só depois descobri que era a gatinha do outro casal. O rapaz bimbou um pouco e quando parecia que ia conseguir concluir; tomou um toco, respeitoso, da minha esposa; que disse: - Lamento, mas não dá.

Ela se arrumou rapidamente e saímos dali. Fomos pra nossa mesa. Mais bebidas, mais bate-papo. A Ninfogosa me disse que a pica do rapaz parecia uma lata de refrigerante, de tão grossa que era.

Descansamos por mais alguns minutos e resolvemos partir pro terceiro round. Primeiro fomos ver o show de stripers na pista de dança. Achamos curioso que na mesa atrás de nós, haviam dois senhores (na faixa dos 60 anos) conversando. Daqui a pouco chegam duas meninas novas, bem lindas, e uma delas fala pra outra: - Olha só, esse aqui que é o meu pai.

Passamos pela área dos casais; mas, novamente, nada muito interessante. Na área dos solteiros, como sempre; o bicho estava pegando, literalmente. Passamos pelo dark room e uns três casais estavam rodeados por singles. Como estava muito cheio, fomos para o cinema. Lá havia alguma agitação também. Dois casais transavam numa fileira de poltronas e em volta, diversas pessoas olhavam a cena e tentavam tirar uma casquinha. Subimos pela lateral direita e encontramos a coroa que estava “fantasiada” com o agasalho da Adidas. Acreditem: a pobre senhora dormia sentada; enquanto que, à menos de 2 metros dela, o pessoal transava alucinadamente.

Paramos quase no final do cinema; perto da cortininha. Ao nosso lado havia um rapaz. Até que era razoável. Comecei a levantar o vestido da Ninfogosa e passar a mão em sua bunda. Vi que ela gostou; mas acho que o colega não entendeu que aquilo era uma oferta pra ele; para que pudesse começar um esfrega gostosa; e saiu andando. Nesse momento, encontramos a segunda pessoa "fantasiada" de toda a festa: era um coroa com cap de comandante naval.

Logo percebemos que ali não iria rolar nada e saímos em direção ao Innerbus, que estava lotado. Passamos alguns apertos; com o corredor superlotado e como não achamos espaço pra ficar; acabamos descendo pela porta da frente, onde um abusado cravou a mão na bunda da minha mulher (não posso culpá-lo).

Entramos numa cabine na frente do ônibus. Fechamos a porta e logo um par de mãos e um pinto brotaram pelos buracos da divisória. Nessa cabine não há portinha para fechar o glory hole; portanto, as pessoas na outra cabine não têm grandes dificuldades para alcançarem seus objetivos. Minha esposa batia punheta pro amigo oculto; enquanto eu a pegava por trás. Quando vi aquela bundona; semi nua, rebolando na minha frente; enquanto se divertia com outro macho, comecei a bater uma punheta também.


De repente ela se virou de frente pra mim e colou a bunda na parede. O rapaz enfiou as mãos pelos buracos de glory hole, pegou-a pela cintura e cravou a pica (com camisinha) na bucetinha dela. Ela me chupava e levava rola por trás. Essa putaria durou alguns minutos, até o amigo gozar. Recompusemo-nos e saímos da salinha.

Chegamos na sala dos fetiches; onde dois casais transavam e as mulheres ainda brincavam com um go-go boy do Inner (vestia botas, sunga e máscara do Batman). Ponto positivo pro Inner; a ideia de liberar um go-go boy sarado pra brincar e agitar com a mulherada é interessante. Minha esposa ainda cogitou ir lá brincar com o herói mascarado; mas ficou só nisso. Passamos pelo corredor das cabines e chegamos na sala dos véus; onde rolava outro gang bang. Mais uma vez, paramos ao lado da cama redonda e ficamos observando.

Uma mulher, num frango assado, levava rola de um macho; enquanto outro enfiava a pica em sua boca. A plateia assistia e incentivava. Notei que havia um rapaz alto, do nosso lado esquerdo. Ele estava de olho na minha mulher. Não demorou e ele passou por nós e ficou ao lado dela. Desencostamos da cama e colamos na parede; comecei a dar uns amassos com minha esposa; expondo o rabão dela para o amigo. 

O vestidinho leve facilitava as coisas. Não demorou e o safado foi se chegando por trás dela. Os gemidos e sussuros da Ninfogosa ficaram diferentes. Eu sabia que estava sendo corno de novo.



Mais um outro casal passou e veio se juntar à nós. O marido começou a bolinar minha esposa; enquanto a mulher dele batia uma punhetinha pra mim. A Ninfogosa se inclinou em minha direção (o corninho serve pra dar apoio pra mulher) e disse no meu ouvido: - Me ferrei, outra picona, mas vou tentar...


De pé; O amigo vestiu uma camisinha e começou a comer minha mulher; enquanto eu a beijava e o outro amigo apalpava seus peitos. 




Dessa vez minha esposa aguentou o tranco e deu gostoso para esse rapaz. A farra durou alguns minutos; até que o amigo gozou. No final, teve direito à beijinho no rosto de despedida. Nisso, chegou o sósia do Genival Lacerda; que andava pela casa com um chapéu Panamá na mão; pedindo “uma moedinha”. Quando ele esbarrou no amigo que havia acabado de foder a Ninfogosa; viu a picona ainda ereta e falou coisas tão impertinentes quanto engraçadas; do tipo “ai meu Deus socorro; vira essa jeba pra lá; isso não é um homem; é um jegue...”.

Saímos dali e fomos pra nossa mesa; recuperar o fôlego. Pedimos mais algumas bebidas, conversamos sobre a noite e resolvemos fazer a saideira; ou seja, o quarto e último round.

Chegamos na sala dos véus e ficamos um tempinho admirando os dois casais que transavam e que eram assistidos por outras pessoas; além de nós. A situação era excitante e voltei a sofrer daquele problema dos homens tarados: uma ereção. A Ninfogosa percebeu e me chamou pra cadeia erótica. 




A safada queria ver como funcionava a cadeira erótica e começou fazendo um boquete no marido. Depois de algum tempo, ficou de quatro na cadeira e eu não tive alternativa, senão comê-la. Nisso chegaram dois casais que ficaram passando a mão nela (os rapazes e as moças) e em mim (as moças). A brincadeira durou alguns minutos, mas a posição da minha esposa era desconfortável; daí, eu e ela, fomos para uma cabine e terminamos nossa foda.

No balanço geral; o fato é que fechamos a noite; um pouco frustrados pelo Carnaval do Inner; mas satisfeitos com as brincadeiras que tivemos. Pra nós não tem tempo ruim.


Antes de irmos pro hotel, ainda passamos no Chico Hamburgueria; onde o rapaz da mesa ao lado veio brincar comigo, por conta do meu rosto cheio de purpurina. Mal sabe ele como foi que isso aconteceu.

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

RELATO ERÓTICO 100% REAL - MENAGE NO HOTEL

MENAGE NO HOTEL


Na sexta-feira (27/12/2013) resolvemos aproveitar uma oportunidade para realizamos mais uma fantasia da nossa vida liberal. Tínhamos uma reunião familiar (encontro anual da família da minha esposa) em Ribeirão Preto (interior de São Paulo). Era véspera da luta do Anderson Silva (MMA).

A festa era das mais tradicionais, com direito à missa, foto oficial, churrasco, bailão, reencontro com as primas de Goiânia e muito mais. Como o principal (missa pela manhã e bailão a noite) era apenas no sábado e no domingo (churrascão), poderíamos aproveitar a noite de sexta-feira e fazer a última farra do ano.

Postei um anúncio no Sexlog, dando a dica de que iríamos para Ribeirão e que gostaríamos de receber convites para sairmos e curtir a noite. Ribeirão é famosa pelos diversos bares, choperias e casas noturnas.

Fiz reserva num flat-hotel e quando olhei nosso perfil no Sexlog e nosso e-mail; vi que havia diversas mensagens de casais e singles interessados em nos conhecer. Dentre todas, a que mais chamou nossa atenção foi a mensagem do amigo CONTATOS; que por uma dessas coincidências da vida, simplesmente morava no mesmo flat onde ficaríamos hospedados.



Convenhamos que estar no mesmo hotel que um candidato a comedor, é algo que facilita muito as coisas para o casal. Diversas são as possibilidades de que o encontro seja dos mais excitantes. Além do fator comodidade; o perfil do Contatos também era bem interessante. Ele se revelou experiente (já traçou um monte de casadas gostosas do Sexlog); não é nenhum galã, mas era maduro, não era afoito, sabia conversar (via Skype e via fone).  

Falei do novo amigo para minha esposa e num primeiro momento ela não ficou muito interessada. Mas com o passar dos dias a coisa mudou completamente.

Dois dias antes de viajarmos, durante o café da manhã, minha esposa me disse:
- Muzão, tive um sonho com nosso amigo do hotel de Ribeirão Preto.

Tomei um susto, mas perguntei como tinha sido o tal sonho, e ela continuou contando:
- Estávamos no hotel e eu me arrumei e fui até o apartamento dele. Toquei a campainha, ele abriu a porta e eu entrei. Ele perguntou cadê seu marido? E eu respondi que você estava "estacionando o carro" e disse para que eu subisse na frente, para poder “conhecê-lo”.



A essa altura eu já estava de pau duro, mas minha esposa continuou:
- No começo achei ele um pouco diferente do que vi nas fotos; mas quando ele tirou a roupa; percebi que era mesmo o rapaz do Sexlog...

Rimos juntos do sonho, que foi curto, mas serviu para instigar ainda mais e deixou no ar a expectativa de que o encontro seria extremamente excitante e prazeroso.  

Até que chegou a tão esperada sexta-feira; pegamos a estrada e fomos pra Ribeirão. No começo da tarde chegamos ao hotel. O ambiente era bem bacana, o hotel bem grande e o melhor de tudo: estava quase vazio, com poucos hóspedes (por conta das festas de final de ano). Ou seja, era ideal para as coisas acontecerem. 



Nos instalamos em nosso apartamento e como o dia ainda estava bem quente; em pouco tempo já estávamos na piscina. Mas foi só entrar na água que o tempo mudou e o céu ficou escuro; com nuvens e uma forte ventania. Mesmo assim, ficamos ali.

Imaginei que nosso amigo também apareceria, mas não. Ficamos apenas eu e a Ninfogosa na piscina e aproveitamos para conversar um pouco sobre a aventura que estava prestes a rolar (ao menos, tudo indicava que rolaria). Ela me disse que, pelo que tinha visto no Sexlog, o encontro rolaria sim. Mesmo assim, lhe disse que ficasse a vontade, e que caso não curtisse o amigo, poderíamos sair só nós dois, irmos pra algum barzinho e até mesmo na casa de swing local (Ribersex).

Também conversamos sobre nosso estilo de vida cuckold/hotwife (marido corninho/esposa putinha) e falamos sobre ciúmes, sobre tesão e outras cositas mas.



A conclusão da conversa é que a vida liberal nos deixou mais unidos e nos permitiu aproveitar a vida fazendo o que curtimos e não o que a sociedade acha que é certo. Nos tornamos cúmplices e passamos a compartilhar nossos segredos e fantasias. O amor só aumentou e o tesão anda perto das estrelas.

Depois de um tempo de namoro entre marido e mulher; saímos da piscina e voltamos pro nosso quarto, para descansar.

Por volta das 19 horas, entrei na internet e vi que o amigo Contatos estava on line. Ele logo puxou papo e nos convidou para bebermos algo no terraço, ao lado do restaurante do hotel, onde existem algumas mesinhas com cadeiras e poderíamos nos apresentar pessoalmente e conversar pra ver se rolava afinidade.

Minha esposa topou o encontro, mas disse que precisa tomar banho e se arrumar. Sabe como é mulher... Marcamos para dali uma hora. 

Ela se produziu toda. Estava uma verdadeira e deliciosa madame puta casada. Colocou uma blusa leve e uma saia branca, com estampas, superjusta em seu bumbum, e que modelava sua cintura fina. Ela também estava com a bunda ainda mais empinada que o normal, graças às sandálias de salto alto. Uma verdadeira e irresistível tentação.


Antes de descermos, combinamos como rolaria o encontro e qual seria o código a ser usado em caso de uma eventual abortagem.

Lá fomos nós. Descemos o elevador, chegamos no térreo, cruzamos o restaurante e chegamos ao bar (foyer); que fica no lado externo do prédio, com vista para uma avenida. Todas as mesas estavam vazias; exceto a do nosso amigo “Contatos”. Após as apresentações, nos sentamos e o garçom anotou os pedidos. Trouxe um Red Bull com gelo pra Ninfogosa e uma Heineken pra mim. O amigo bebia whisky com gelo e Red Bull.

O fato do bar estar vazio, nos dava liberdade para o flerte. Conversamos sobre vários assuntos; até que entramos no tema “sexo”. Era a deixa para ver se iria rolar ou não um gostoso ménage masculino. As vezes, minha esposa mordia os lábios discretamente e sorria. Ou seja; estava excitada com a brincadeira.

O amigo percebeu que a conversa poderia tomar um rumo mais quente e começou a contar causos de suas aventuras no mundo swinguer; deu dicas de casas, de festas; fez comentários elogiosos sobre outros casais que conheceu e que recebeu em seu apartamento no flat. Comentou que em seu apartamento (no flat) tinha uma garrafa de Abisinto; como que sugerindo que fossemos lá experimentar.

Depois de alguns minutos, ele pediu licença para nós e foi atrás do garçon; para pedir mais uma rodada de bebidas. Aproveitei a ausência do amigo e perguntei pra minha esposa se ela tinha gostado dele; se queria abortar a ideia do ménage, ou se queria seguir em frente. Ela disse que sim para ambas as perguntas; mas que não sabia se o “Contatos” também estava querendo.


Eu também fiquei na dúvida; pois não havia notado nele nenhuma abordagem mais direta. Então disse pra minha esposa que assim que ele voltasse, eu os deixaria a sós para ver se o amigo se soltava e tomava a iniciativa de propor algo. 

O amigo voltou a nossa mesa e na sequência o garçon trouxe mais bebidas. Esperei um pouco, dei um gole na cerveja e, conforme combinado com minha esposa, pedi licença para ir ao banheiro. 

Algumas vezes me impressiono comigo mesmo. Tem que ser muito corno para deixar a esposa sozinha com outro cara, sabendo que o filho da mãe está louco para comê-la. Mas era para isso que estávamos ali; além do mais, ela queria e eu também.

Fui ao banheiro fazer meu pipizinho e fiquei imaginando o que estaria acontecendo e sendo dito naquela mesa. Nessa hora, a cabeça do marido corno pira e vai a 1000. É uma delícia, o maior tesão. Você fica imaginando o que eles estarão falando; se por baixo da mesa estão se pegando; se saíram para algum cantinho escondido.




Demorei mais que o normal no banheiro e quando voltei os dois conversavam normalmente. Me juntei a dupla e continuamos bebendo e conversando, até que, em determinado momento, o amigo finalmente tomou a iniciativa e perguntou se nós não gostaríamos de subir ao apartamento dele, para beber algo lá; comer um queijo e ficarmos mais à vontade.

Olhei para minha esposa e disse:
- Você que sabe...

Ela, respondeu rindo, toda safadinha:
- Ce que sabe é nome de motel...rs

Era o que queríamos e aceitamos o convite, com a ressalva de que, antes, passaríamos (só eu e ela) em nosso apartamento e que, em 10 minutos iríamos ao apartamento do amigo. Assinamos as comandas para pagamento das bebidas e subimos; os 3 juntos no elevador. O clima era de tesão e silêncio.

O elevador parou no 5º andar, o amigo desceu e refizemos a promessa de que, em 10 minutos iríamos ao seu encontro. Ele disse que estaria a nossa espera. Subi com a Ninfogosa até o 20º andar; e corremos para a nossa suíte. 



Assim que entramos; ela se sentou no sofá, pra fazer hora. Enquanto isso, peguei a máquina fotográfica e comecei a clicar minha esposa. Primeiro no sofá; toda dengosa e vestida de forma ainda decente, porém sensual. Uma verdadeira casada puta; cada vez mais assumida, que sabia que em poucos minutos seu marido a levaria para ser comida por outro macho. Depois tiramos fotos na sacada, ela só de lingerie. Não resisti em vê-la tão gostosa e puxei-a para mim e me atraquei com ela no sofá.


A coisa esquentou e enquanto eu mamava em suas tetas, a puta, pra provocar ainda mais o marido, me chamou de corninho manso e que iria dar muito pro amigo, na minha frente. Aquilo era demais, disse para ela que era melhor pararmos senão iríamos gozar em questão de segundos...


Ela trocou de roupa e pôs um microvestido por cima da lingerie; trocou de sandálias e lá fomos nos, ela pra ser puta e eu pra ser corno mais uma vez. Pegamos o elevador e descemos ao 5º andar. Tocamos a campainha e o amigo abriu a porta do seu matadouro.


Quando nos viu, deu um baita sorriso; típico de quem sabia que iria se dar bem. Olhou minha esposa de cima para baixo, avaliando o mulherão que iria comer...

Entramos e ela sentou-se no sofá da sala de estar, enquanto eu puxei uma cadeira. A estratégia era a de justamente deixar o sofá livre para o comedor sentar ao lado dela e poder começar o abate.

O “Contatos” estava todo simpático e nos ofereceu mais bebidas (parecia que estava querendo deixar o marido bêbado e esposa ainda mais facinha...rs). Continuei na cerveja, enquanto minha esposa experimentou uma Amarula. Sentou-se ao lado da minha esposa e começamos novamente a conversar. Só que agora a conversa era mais safada, afinal, se estávamos ali, era porque queríamos foder. Ainda mais que a Ninfogosa havia trocado de roupa e agora já não se parecia com aquela senhora casada, gostosa, mas de respeito que havia descido ao bar do hotel. Agora ela parecia uma verdadeira putinha.

Aos poucos o amigo foi chegando perto da minha esposa e começou a elogiá-la, chamando-a de “Morena Gostosa” e passando as mãos em suas coxas. O comedor tentou adivinhar a cor da calcinha dela. Era apenas mais uma brincadeira naquele jogo de sedução. Eu, como bom corno, sentado em frente aos amantes só assistia as investidas dele e sorria; reconhecendo que realmente era um homem de sorte por ser casado com uma mulher tão gostosa e tarada.

O safadão perguntou se ela identificava qual o perfume que estava usando. Ela chegou perto do pescoço dele; tentou, mas não reconheceu. Ai ele disse que era “Avanço”; pois assim, “elas avançam” (a mesma piada que eu faço sempre...rs). O clima era de tesão total. Minha mulher me olhava com aquela carinha de safadona; tipo: "e ai corninho, vai deixar ele me comer na sua frente?". 

Agora as mãos do amigo já estavam sobre o corpo da minha esposa, e alisavam suas coxas. A puta estava toda facinha; mas ainda não estavam totalmente à vontade, talvez pelo fato de que eu estava ali tão perto.

Percebendo o impasse, com minha sensibilidade de marido corno, me levantei e disse que iria ao banheiro, virando as costas para o casal e deixando-os à vontade. Foi só dar as costas e entrar no banheiro, que já percebi que os dois se pegaram. Novamente, dias depois, teclando com o comedor, ele me disse que foi só eu sair da sala e ele colocou o pau pra fora da calça e já ganhou uma mamada da puta; que ela chupava a pica e as bolas (isso explica porque numa das primeiras fotos que tirei na sacada, a cabeça da pica dele estava vermelha, manchada de baton) e que ele esfregava a rola e batia com o membro duro na carinha dela. 

Segundo o "Contatos"; durante a sessão de sexo oral no sofá, ele teria dito que ela era a "a puta casada dele" e ela respondeu que "adorava meter chifre no corno com outro macho."


Fiz meu pipi, lavei as mãos, demorei um pouquinho mais do que o normal. Sai do banheiro e eles não estavam mais no sofá. Tinham ido pra sacada do apartamento. Ela apoiada no gradil e o safado a encoxando por trás, roçando o pau em sua bunda. 




Me juntei à eles. Peguei minha esposa e a beijei, enquanto o amigo cuidava da sua retaguarda. Começamos a putaria na sacada; tudo escuro e sob as luzes da cidade lá fora. A Ninfogosa se entregou ao prazer e dava conta de seus dois machos; totalmente entregue. Tiramos seu vestido e a deixamos só de lingerie. Ela se abaixou pra chupar meu pau e depois se virou pra chupar o amante também. O "Contatos" não parava de elogiar bunda da Ninfogosa. Voltei pra sala e peguei a máquina fotográfica. 

Deixei minha esposa curtindo seu amante e passei a registrar os amassos e as chupadas. Era um flash atrás do outro.

Depois de um tempo, eles vieram para a sala e se acomodaram no sofá. O “Contatos” era bem experiente com casais em seu apartamento e fez questão de conduzir a foda, dizendo para Ninfogosa qual o melhor posição para ser fotografada. Realmente, alguns ângulos valorizam ainda mais o corpo da mulher.


Apesar de dar mais atenção ao amigo, minha esposa também veio dar uma chupadas no pau do marido. Eu e o “Contatos” soltamos o verbo para elogiar a nossa putinha com palavras bem safadas. E ela concordava com tudo, gemendo, sempre com um pau na boca. Ora o meu, ora o do amigo.

Fomos pra cama, onde nos revezamos em comê-la. Como havíamos bebido um pouco demais (eu e o amigo); demoramos pra gozar e ela teve que se virar pra derrubar as duas picas. Enquanto um metia, o outro tirava fotos e dava a pica pra minha esposa chupar. Teve um momento em que o amigo bombava forte na Ninfogosa, e dizia coisas do tipo:
- Putinha casada, quanto mais safada, mais a gente gosta.

Sou obrigado a concordar com o amigo. Minha esposa também, ao menos era o que dava pra entender quando ela gemia de boquinha cheia:
- Uhmm hummm...

Voltamos pro sofá e no final da foda, o amigo acabou levando-a para a sacada e metendo nela por trás.


Depois que ele gozou (camisinha sempre); demos uma pausa e ela foi tomar uma ducha. Ficamos no sofá da sala, enquanto o amigo preparava uma porção de queijo com azeite e me servia mais cerveja. Tomei algumas saideiras.

A Ninfogosa saiu do banho e sentou-se conosco. Estava saciada. Conversamos durante um tempo celebrando a nova amizade e combinando possíveis encontros em flats de São Paulo, quando formos ao Inner.


Nos despedimos do amigo e voltamos pro nosso apartamento; pois no dia seguinte tínhamos missa familiar logo cedo. 

Valeu muito a pena. Fechamos 2013 com mais uma gostosa fantasia realizada.