quinta-feira, 9 de outubro de 2014

RELATO ERÓTICO 100% REAL: AVENTURA EM CURITIBA



AVENTURA EM CURITIBA

Na última semana, estivemos em Curitiba/PR. Minha esposa precisava para participar de um evento da empresa para a qual ela presta serviços. Como eu estava de férias, pude acompanhá-la. Já fomos pré-combinados de que se tudo corresse bem, na sexta-feira aprontaríamos alguma farra.

O evento transcorreu normalmente durante toda quarta, quinta e encerrou-se no final da tarde de sexta. Enquanto ela trabalhava; eu acessava a internet em busca de boas opções para mais uma festa de sacanagem. Nossa primeira opção era ir ao Desirré (clube de swing mais tradicional de Curitiba) e onde estivemos na época em que ainda éramos noivos (vide outros relatos nesse blog).

Depois de analisar todas as alternativas; dessa vez; combinamos conhecer uma casa nova: a Vênus Swing Clube; que pelas fotos no site, mostrou que tinha uma bela estrutura. Também combinamos que iriamos fazer um “esquenta” e conferir como é o dogging em Curitiba. Na capital do Paraná, os drive-in são chamados de “serv-car”. Nos serv-car, igual ao que acontece nos drive-ins de SP e do RJ; os casais chegam com seus carros, se acomodam nos boxes e namoram à vontade; à 2, à 3, à 4 ou ai adiante.

 

Pelo que vimos na internet; o “serv-car” que mais chamou nossa atenção foi o Verde Batel; primeiro por ser próximo do nosso hotel (Tulip inn) e também pelo fato de que, ao invés de boxes, os carros ficavam estacionados entre árvores; mais próximos uns dos outros; o que facilita a interação. No Sexlog, o pessoal que frequenta esse local, ainda deu a dica de que o dogging rolava “mais nos fundos, perto das árvores”.

Na sexta-feira (03/10/2014), a noite estava bem gelada (10ºC). A Ninfogosa se arrumou com um vestidinho preto, colado ao corpo; um par de botas de couro, que ia quase até seus joelhos; uma tanguinha amarela e por cima disso tudo, um casacão preto. Saímos do hotel por volta das 22h. Seguimos pela Avenida Manoel Ribas; no Bairro Santa Felicidade e fomos até o Verde Batel; ver como funciona o dogging curitibano.

Demorou um pouco para acharmos. A entrada é discreta e logo que entramos, já percebemos que era muito diferente de tudo o que já tínhamos visto. O local parece um parque, bem arborizado e muito, muito escuro. Seguimos até o fundo do terreno e começamos a ver alguns carros estacionados embaixo das árvores.




Procuramos um cantinho e estacionamos em meio a um bambuzal. O local era bem escuro; com os faróis apagados virou um breu só. O ambiente ainda tinha um clima mais gostoso por conta do som que o vento fazia ao balançar o bambuzal.

Em questão de dois minutos, enquanto ainda olhávamos como era o local, chegou o porteiro, para cobrar a entrada (R$ 30,00 por carro) e dizer que tínhamos direito a 2 bebidas e que se quiséssemos que ele retornasse, bastaria ligar o pisca-alerta. Pedimos nossas bebidas e depois que o porteiro foi embora, começamos nossas brincadeiras.

Minha esposa ficou de quatro em seu banco e se inclinou sobre mim e caiu de boca no meu pau (já pra fora da calça). Aproveitei para puxar seu vestido e revelar sua bunda gostosa. Com a outra mão, puxei a parte de cima de seu vestido e comecei a apalpar seus peitos e massageá-la e quase ordenhá-la como se fosse uma vaca...

Vi que ela estava excitada e perguntei se ela queria se transformar numa putinha, naquela noite; ela disse que sim e que iria levar muita pica na minha frente. Fiquei doido de tesão.

Apesar da noite gelada, ela me chamou para sair do carro; pois queria se exibir (ainda que o veículo mais próximo estava acerca de uns 20 metros). Diante daquela gostosa; de quatro, apoiada sobre o capô do meu carro; não tive alternativas senão a de comê-la bem forte. Quanto mais eu metia, mais ela gemia, parecendo querer chamar a atenção de outras pessoas.

Deu certo. O rapaz que estava sozinho no Palio cor prata acendeu os faróis do carro, deu partida e estacionou bem ao nosso lado. Apenas uma moita de pés de bambú nos separava.

Acabei gozando e finalizando o primeiro round da noite. Pronto, o marido já havia sido o primeiro a comer a esposa. Agora ela estava liberada pra dar e ser a puta de quantos machos quisesse.

Acontece que o caboclo do Palio prata devia ser apenas voyeur; pois apesar de sinalizarmos que gostaríamos que ele viesse participar da nossa brincadeira; ele ficou lá no carro, imóvel. A Ninfogosa chegou a ir até a frente do carro e pedir que ele acendesse a luz interna; pra poder avaliar sua aparência. Não adiantou. O cara ficou lá parado. Perdeu sua chance.

Tiramos algumas fotos e resolvemos que era hora de partir pra Vênus Swing Club, pra fechar a noite com chave de ouro.




Chegamos ao clube por volta das 23h30. A casa estava bem cheia. Passamos pela recepção e ficamos bem impressionados com a estrutura e com quantidade (e qualidade) do público presente. Predominava o pessoal mais jovem. O nível da casa é similar ao dos clubes de swing de São Paulo. Alguns casais; grupinhos de mulheres (algumas bem bonitas e sensuais) e, para quem curte ménage; a noite de sexta prometia ser das melhores; pois havia muitos rapazes querendo interagir com a mulherada e com os casais.




A casa tinha ar quente; por isso, a noite prometia um clima bem agradável. A Ninfogosa deixou seu casaco na chapelaria e ficou só de botas e com o vestido preto. Enquanto isso; eu fui ao bar pegar um Red Bull com gelo. Ficamos sentados numas banquetas, próximo ao bar; avaliando as pessoas que passavam por nós.

 
Após algum tempo, resolvemos dar uma volta e conhecer os ambientes onde a putaria rolava solta. Primeiro fomos em direção do corredor onde fica o camão coletivo. Não vimos nada demais e resolvemos subir as escadas e ver o que rolava no piso superior.

Novamente, achamos bem bacana a estrutura da casa. Muitas salinhas; suítes; cabines; camarotes com vista da pista de dança e o melhor de tudo: um belo dark room. Sem dúvida, os melhores dark rooms que já conhecemos foram a da Desiree e o dessa casa (Vênus); ambas em Curitiba. Tem casa em São Paulo que o dark room é quase um clear room. Os curitibanos sabem montar um quarto escuro.

Na porta do quarto escuro; a rapaziada fazia plantão, esperando algum casal entrar para colar e se aproveitar. Passamos reto e seguimos até o camarote. Assistimos um pouco o pessoal na pista de dança e decidimos partir para a ação.

 
Seguimos pelo corredor e quando chegamos na porta do dark room, entramos direto; passamos pela primeira cortina e pela segundo. Estávamos de mãos dadas; não dava pra ver nada. 


O breu era total e absoluto; com a mão esquerda eu segurava a mão da minha esposa e a conduzia logo atrás de mim. Com a mão direita eu tateava para ver se conseguia encontrar a parede ou alguma pessoa. Paramos no cantinho a direita; dava pra sentir que encostamos numa espécie de banco, ao lado de uma parede.

Virei a Ninfogosa pra mim e quando a puxei, já percebi que alguém a pegava pela cintura, por trás. Abracei e beijei minha esposa e ergui seu vestido, expondo sua bunda. Ela se entregou toda facinha. Num instante, chegaram mais rapazes e ela ficou no centro de uma roda de machos; todos querendo comê-la. Os comedores bolinavam a Ninfogosa de tudo que é jeito.  E era mesmo que a safada queria.

Mas não estávamos sozinhos no dark room. Tinha mais putas levando rola. Dava pra ouvir o som de outras pessoas transando pelos quatro cantos do ambiente. Uma mulher gemia alto e falava um monte de coisas vulgares, mas excitantes.

Enquanto os machos pegavam minha esposa, ela arrebitava sua bunda, se oferecendo pros outros e se apoiava em meus braços e ombros para me beijar. Vez por outra eu interrompia o beijo e mamava em suas tetas, expostas também; depois voltava a beijá-la. Comecei a bater uma punheta deliciosa; super excitado, não demorou para gozar. Foi muita porra. Me limpei puxando a cortina da entrada do dark room.

Alguns rapazes vestiram camisinhas e comeram a Ninfogosa (foram 4, ela me disse sussurrando em meu ouvido). Como é bom ser corno de uma esposa puta. 


Tive que dar algumas broncas em rapazes que eram meio estúpidos na pegada e pareciam que queriam arrancar pedaços da minha esposa. Mas bastava dar uma rápida enquadrada e os infratores voltavam a se comportar. Sorte deles, pois caso contrário iriam se arrepende...

Enquanto os mais espertos colocavam camisinha e se revezavam para comer minha esposa; outros queriam apenas ficar se esfregando na Ninfogosa; e ela reclamava e chegou a dizer: “Dedo não; eu quero pica!”. Minha mulher tá cada vez mais safada e sem vergonha; teve um cara que ficou de pé sobre o banco, ao meu lado; puxou a cabeça dela e eu percebi que a puta fez um boquete pra ele. Enquanto alguém a comia por trás e ela se apoiava em mim, ficou com a cabeça virada, mamando a pica do rapaz. Depois de alguns minutos; escutei o safado dizendo pra minha mulher: “- Adorei gozar na sua boquinha.”

Mais tarde a Ninfogosa me disse que ele deve ter se confundido; pois ele não teria gozado em sua boca. Pelo que conheço minha esposa, sou forçado a acreditar nela; até porque logo após ela finalizar o boquete no desconhecido; eu a beijei e não havia nada de diferente em sua boquinha. 


Essa primeira passada no dark room durou cerca de 40 minutos. Saímos suados. Fomos ao bar e pedimos mais Red Bull com gelo. Descansamos, conversamos sobre o que havia acabado de acontecer e rimos. Trocamos olhares de tesão e cumplicidade.

Refeitos; resolvemos partir para mais uma sessão de putaria. Entramos na sala de troca de carícias, no térreo. Encontramos alguns casais sentados no sofá, esperando ver o que rolava; enquanto outros estavam transando no camão coletivo (sem troca de parceiros). Nenhum desses casais chamou nossa atenção. Vimos que ali não ia dar nada e subimos as escadas para o piso superior; onde a diversão era garantida.

Fomos ao camarote e sentamos num sofá. Lá de cima podíamos ver o pessoal na pista de dança, que fervia. Algumas mulheres dançavam nos “queijinhos” e eram apalpadas pela galera masculina. Ao nosso lado, um casal brincava entre si. A loira mamava o marido sem cerimônia, na frente de todo mundo. Do outro lado; uma menina magrinha, mas muito gostosa; só de calcinha, dançava, rebolava e se insinuava na frente de seu marido.




O casal da loira boqueteira trocou passou por nós e se acomodou num sofá, ao lado esquerdo de onde estávamos. A loira ficou de quatro no sofá e o marido começou a fodê-la. Chegou um trio de rapazes e ficaram bem pertinho, admirando a cena.

Peguei a Ninfogosa pela mão e fomos dar uma volta. Chegamos num corredor onde haviam duas cabines, com treliças na porta. Uma das cabines estava vaga. Dois rapazes ficaram se oferecendo para dar um trato na minha esposa. Entendi que ela não queria. Perguntei o que ela queria fazer. Sua resposta foi me puxar, entramos na cabine e ela fechou a porta. 



Minha mulher se sentou na cama e começou a fazer uma boquete pra mim. Os dois rapazes ficaram na porta, pedindo desesperadamente para deixa-los entrar. A Ninfogosa me olhou, com meu pau na boquinha; mas não cedeu aos pedidos de seus fãs. Depois que meu pau estava bem duro, a puta ficou de quatro e eu a fodi bem gostoso. Bombei forte na minha putona. Lá fora, dava pra ouvir uma outra puta gemia enquanto levava rola. Não demorou muito para que eu gozasse (3ª gozada da noite).

Quando saímos da cabine; no corredorzinho, vimos uma mulher com cinco caras. Ela de pé, inclinada pra frente; sendo comida por trás e mamando outro; enquanto mais uns três ficavam bolinando seu corpo. Passamos pela suruba e um dos caras deu uma atochada de mão na bunda da minha mulher. Como ela não reclamou, não fiz nada.

 
Voltamos para o camarote. Ficamos uns 10 minutos observando a pista de dança. Lá embaixo um dos stripers dançava só de sunga vermelha. Minha esposa ficou toda assanhada. Decidimos curtir mais um pouco. Fomos para o corredor onde ficava o dark room e as cabines com buracos de glory hole. As cabines estavam todas ocupadas e do lado de fora, um monte de homens (entre eles um negão, bem do tipo que minha esposa adora) olhando pelas treliças e esperando a chance de interagirem com os casais. Demos meia volta e entramos no dark room. Novamente eu na frente, de mãos dadas com minha esposa, que vinha logo atrás. Segui reto para o canto inverso de onde tínhamos ido da primeira vez. Encontrei a parede; me virei para dar atenção a minha esposa e ela já disse no meu ouvido: “- Muzão, já estão me pegando aqui, uhmmmf... acho que é o negão...”  

Quando fui levantar o vestido dela, para expor sua bunda; o vestido já estava levantado e a bunda exposta. O negão tinha sido mais rápido que eu.

Perguntei como ela sabia que era o negão. Ela respondeu no meu ouvido: “- Quando nós entramos, ele já veio atrás de mim...”

Ai a coisa pegou fogo de novo. Os gemidos da minha puta; atraiu um monte de outros machos chegaram e se apossaram dela. Formou-se uma nova rodinha em torno da minha esposa. Todos se aproveitando e tirando uma casquinha. O negão parece que foi o mais esperto; pois vestiu uma camisinha e começou a fodê-la. A puta dizia: “- Uhmmm que pau gostoso”.



A macharada se esforçava tanto para chegar na minha mulher; que por alguns instantes tive que me afastar e ceder lugar. Mas depois, usando um pouco de força, empurrava os caras e reassumia minha posição em frente a minha esposa, para que ela se apoiasse em mim enquanto levava outras rolas. Alguns mamavam nas tetas dela; outros ficavam alisando; se esfregando. Novamente ela gritou: “- Dedo não; eu quero pica!”.

Finalizei batendo uma punheta e gozando pela 4ª vez na noite; enquanto organizava a suruba onde minha mulher era a estrela principal.
 
No meio da escuridão, não pude ver quantos caras comeram minha mulher; mas acho que depois do negão, pelo menos mais um meteu nela (a safada faz segredo sobre quantos foram...rs). Ficamos uns 25 minutos na sala e saímos. Estávamos satisfeitos, saciados. Fomos ao toalete; pagamos a conta; pegamos os casacos, o carro e fomos procurar um local para fazer um lanche; afinal, sexo abre o apetite...




quarta-feira, 20 de agosto de 2014

RELATO ERÓTICO: DOGGING NA IBM

DOGGING NA IBM
Relato 100% verídico

Após voltarmos de viagem de férias; fomos convidados para participar de uma festa social (baile de gala) em São Paulo (sábado, 16/08/2014). Saímos da Baixada Santista no começo da tarde, pegamos a Imigrantes e chegamos na capital por volta das 16h. Ficamos hospedados no hotel Bourbon Ibirapuera.

Nosso plano era ir nessa festa, fazer o social e depois dar uma esticada para fazer uma farra. Dessa vez, pensamos em dar um tempo do Inner Clube e partir para uma casa de swing diferente. A selecionada foi a ENIGMA. Como plano B; pensamos em dar uma passada na Rua Tutóia (atrás da IBM) e na Rua Curitiba; onde rola o chamado dogging (se você não sabe o que é dogging; pesquise o significado no Google).

A tarde, como de costume; fiquei no hotel, passando o tempo na internet, vendo as melhores opções pra farra, enquanto a esposa foi ao shopping.

No começo da noite; ela voltou, tomou seu banho de rainha e vestiu seu novo par de botas de couro e mais umas roupinhas de putinha, preparadas especialmente pras sacanagens de mais tarde e desfilou pra mim pelo quarto; enquanto eu tirava umas fotos pra registrar sua sensualidade e compartilhar com os amigos e com a posteridade.


Durante as fotos; percebi que ela estava com tesão e isso prometia uma noite bem quente. Depois dessa sessão fotográfica, nos arrumamos e partimos para a festa de gala. Ela estava lindíssima, num vestido longo, parecia que estava “embalada para presente”; enquanto eu usava um terno preto (parecia que era o segurança dela). Levamos a roupa de balada numa bolsa e combinamos que nos trocaríamos dentro do carro mesmo.

Fomos pra festa; encontramos nossos amigos (amigos normais, rs... nenhum deles é do meio swinger e nem imagina ou cogita que minha esposa faz o tipo “dama na sociedade e puta na cama”). Bebemos, sorrimos, comemos, dançamos um pouco e nos divertimos. Na festa haviam outras muitas mulheres lindas, elegantes, e gostosas, usando em vestidos bem sensuais. Mas eu só tinha olhos de desejo pra minha mulher. Eu olhava pra ela e sabia que em poucas horas, estaríamos aprontando a maior das sacanagens.




Quando chegou próximo das 2 horas da madrugada, dei um toque na minha esposa e ela entendeu o recado. Era hora de irmos pra outra festa. Nos despedimos, pegamos nosso carro e começamos a pensar onde iríamos fechar a noite com chave de ouro. Minha esposa disse: “- Safado, eu sei por que você quer ir embora cedo...”

Sabe mesmo. Adoro uma putaria com a minha esposa. 
Somos mais do que parceiros, somos cúmplices.

Conversamos um pouco e concluímos que já estava um pouco tarde para irmos ao ENIGMA e minha esposa disse que preferia tentar a sorte no dogging lá da IBM. Ou seja, ela tava querendo ser devorada pelos doggers (machos de plantão na rua).

Numa madrugada de friozinho, chuva fina e quase sem trânsito; fomos rápido do Morumbi para os arredores do Parque do Ibirapuera.

Chegamos pela avenida 23 de Maio; entramos na Rua Tutóia; subimos até a Rua Achiles, onde entramos no que chamamos de “beco do pecado”, atrás do prédio da IBM. Encontramos uns quatro carros estacionados com pessoas (homens) dentro e dois rapazes caras na calçada, que nos encararam. Dava pra ver que se masturbavam e se ofereciam pra casais. Também vimos uma travesti próximo de um táxi.

Passamos reto. Essa primeira passada era apenas uma volta de reconhecimento. Seguimos até a Rua Curitiba (cerca de 4 quadras de distância). Lá estava bem sossegado. Encontramos apenas o coroa que interagiu com a Ninfogosa no dogging que fizemos em dezembro/2013. Por causa do frio, o amigo estava dentro de seu Mercedes-Benz.

Estacionei o carro numa praça e perguntei pra minha esposa o que ela queria fazer. Ela disse que preferia ir pra trás da IBM; pois a Rua Curitiba estava devagar. Ainda argumentei que se fossemos na IBM, tão logo parássemos, ela acabaria devorada por um monte de machos; mas a safada não deixou dúvidas de que era isso mesmo que ela queria. A putinha apenas perguntou se por estava tudo bem...

É claro que eu concordei. Imediatamente a safada passou para o banco de trás, pegou a bolsa onde estava o “kit putinha” e foi se arrumar pros machos. Tirou o vestido de gala e a sandália de festa. Colocou uma microcalcinha; um vestidinho de piriguete e as botas de couro, cano alto (quase na altura do joelho). Já não era a mulher casada, séria, de minutos atrás. Agora ela tinha se transformada na Ninfogosa e parecia uma puta de rua.




Ela voltou para o banco da frente; estava linda (+ linda) e deliciosa; peguei o carro e segui para a Rua Achiles. Chegamos no point e vimos que ainda estavam os mesmos carros parados e os mesmos dois caras na calçada. Estacionei próximo de um deles. Eu e minha esposa estávamos ansiosos e excitados pra começar logo a farra.




Foi só parar o carro e minha esposa já se virou pro meu lado e veio me beijar; dando início aos trabalhos da noite. Eu que não sou bobo e conheço meu papel nessas horas, já fui tirando meu pau pra fora da calça. A Ninfogosa se abaixou pra mamar, virando sua bundona pra janela do carro. Na calçada, um dos rapazes já estava com o rosto literalmente colado no vidro. A putinha aumentou a intensidade da mamada; mostrando que estava gostando da farra. 

De vez em quando ela parava, se levantava, olhava o movimento na rua e pedia que eu lhe narrasse o que estava acontecendo enquanto me fazia um belo boquete. E eu narrava o que estava rolando...

Além do colega que estava colado no vidro; havia outro mais a frente do nosso carro (na mesma calçada) e mais um terceiro na calçada do outro lado da rua. Além disso, alguns carros passavam bem devagar do nosso lado, subindo e descendo a rua. Um desses carros era uma perua Crossfox vermelha; onde um casal curioso passava devagar, observando. 



Aproveitei que minha esposa estava concentrada no boquete e puxei seu vestido; expondo o rabo suculento da Ninfogosa para o rapaz que estava colado na janela.

Depois de alguns instantes me chupando; minha esposa levantou o rosto, olhou pra trás e deu uma conferida no rapaz que estava colado na janela do carro, admirando sua bunda e batendo uma punheta e simplesmente abriu o vidro para que ele pudesse apalpá-la. O sortudo não perdeu tempo e começou a passar a mão na bunda dela; até encontrar a xoxota e começar a enfiar os dedos nela.

A Ninfogosa ficou ainda mais assanhada e passou a rebolar nas mãos do rapaz; enquanto este acariciava sua bucetinha. Ai eu lhe disse: “- Safada, abriu o vidro do carro pra ele te pegar né?”
E ela respondeu: “- É muzão, e tá muito bom...uhmmmf... eu sei que você gosta de ser corninho...”

Conforme a brincadeira esquentava; minha esposa prestou atenção que no rapaz do outro lado da rua; que de longe admirava a nossa putaria. Eu disse pra ela que ao lado dele havia uma espécie de moita (vegetação mais baixa, junto de uma árvore). Ela entendeu e disse que ali era escuro e legal para continuar a farra.

Ai ela resolveu ser puta de vez e disse que seria legal irmos lá; pois aquele local era o mais escuro da rua. Entendi o que ela queria. E disse: “- Então vamos”. Guardei o pau na calça, ela se virou; eu saí do carro pelo lado do motorista, dei a volta no veículo e avisei o rapaz que estava interagindo com ela, que iríamos na moita, do outro lado da rua. Minha esposa saiu do carro e juntos atravessamos a rua. O rapaz veio junto e quando ela se virou pra me beijar; o safado se instalou atrás dela e sem dizer praticamente nada, já levantou o vestido dela e expos a bundona gostosa.

Na sequência ele rapidamente colocou uma camisinha e minha esposa já se inclinou para frente, para poder empinar o rabo e facilitar a penetração. Enquanto o safado comia minha mulher, ela se escorava em mim, me olhava, mordia os lábios de tesão e eu batia uma punheta e acariciava os seios da cadela.

O olhar dela estava diferente. Era lindo de ver. Tinha o olhar de uma mulher madura se realizando sexualmente. Como já disse, ela estava vestida e agia como se fosse uma verdadeira puta de rua, casada com marido corno. 

Próximo de nós; formou-se uma pequena plateia com cerca de oito rapazes. Ficaram perto, acerca de uns 10 metros atrás de onde estávamos. Ninguém avançou, ficaram apenas contemplando a putaria e esperando uma chance. Além disso; um Mitsubishi Pajero, com um casal, passava a todo instante pela rua. O outro casal (da Crossfox vermelha) também passava a todo instante. Os dois carros tinham os vidros abaixados, mas nenhum deles teve coragem de parar...

Eu não resisti ao ritmo da punheta e gozei venda a minha esposa levando rola de outro macho. O amigo também não resistiu e após bombar na safada por alguns instantes; gozou. Ela me olhou e disse: “- Chama mais um. Um de cada vez.”



Nem precisou chamar. Os doggers parece que tem um código de conduta e ética. Um de cada vez, eles começaram a vir. Chegavam sem dizer nada, vestiam suas camisinhas; pegavam minha mulher pela cintura e metiam forte na Ninfogosa. Bombavam até gozar e davam a vaga para outro. Minha esposa se segurava em mim para aguentar as estocadas de seus comedores. Os comedores bombavam com tanta força e tesão, que era difícil segurar minha esposa (ela se apoiava nos meus braços e peito).

No total, contei sete machos que naquela noite tiveram o prazer e o privilégio de comer minha mulher. Quando o sétimo comedor (um negão) concluiu sua trepada; resolvemos que era o momento de ir embora. A Ninfogosa havia quebrado o recorde de comedores numa noite.

Fiz um sinal pros amigos e voltamos pro nosso carro, nos arrumamos e dali seguimos pro hotel.

No hotel a Ninfogosa ainda teve que fazer o marido dar mais uma gozada (batendo punheta pra mim; me dando de mamar nos seus peitos e narrando como tinha sido a putaria). A safada ainda disse que, por ela, teria dado pra mais machos...rs.

A noite foi perfeita. Adoramos a experiência e em breve vamos repeti-la.

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

RELATO ERÓTICO: AVENTURA NOS EUA

CASA DE SWING NA FLORIDA

RELATO ERÓTICO 100% REAL

Aproveitando nossa viagem com a toda a família (filhos, sogro, sogra, tios, tias e sobrinhos) para Miami e Orlando (EUA); resolvemos fazer uma farra numa casa de swing americana; pra ver como é a pegada dos americanos.

Escolhemos a SECRET HIDEAWAY; em Kissimmee (cidade ao lado de Orlando); que é uma uma espécie de clube swinger (HEDO EVENTS); e além da balada liberal, também funciona como hotel para casais lifestyle (gigante; deve ter mais de 100 apartamentos).

No site, constava que a casa funcionava de terça a domingo. Escolhemos a noite de sábado (09/08/2014). Passamos o dia na Disney, no final da tarde relaxamos um pouco numa jacuzzi e a noite, deixamos as crianças no hotel com os tios e saímos, com a desculpa de que iríamos num restaurante.


Na noite escolhida por nós, verificamos que a casa também permitia a entrada de homens desacompanhados (unescorted men); por isso, a nossa expectativa é que a balada tivesse um monte de negros, estilo jogadores de basquete; ou então latinos (cubanos, portoriquenhos, etc).

Ou seja, que a Ninfogosa curte e iria se dar bem. Ainda mais que, durante a semana; a safada já tinha abusado nas compras e gastos com cartão de crédito e eu tinha dito que ela seria “punida” por isso. No fundo, no fundo; ela tava mais é querendo essa punição...

Chegamos na casa por volta de 23h00; demos uma volta no estacionamento e conseguimos ver que um dos apartamentos do hotel, localizado no andar térreo, estava com a porta aberta e uma loira gostosona, usando um vestido preto, se maquiava em frente ao espelho. Entramos no pátio; estacionamos o carro e já começamos a perceber as diferenças: nada de vallets.

Na recepção, nenhum segurança e ninguém foi revistado. Havia um casal de latinos e mais um casal (uma loira bem gostosa) com um single (boa pinta). Chegamos no balcão e o atendente nos recebeu e orientou para preencher uma ficha; que nos tornava “sócios” do clube por 6 meses. O preço da noitada era de US$ 40,00; mais US$ 30,00 da “associação ao clube”.

Preenchemos a ficha, pagamos e seguimos por um corredor. Perto da piscina (bem grande) estavam dois seguranças que nos receberam e mostraram onde era a balada e onde ficavam os playrooms.

Primeiro fomos pra balada. Foi ai que tivemos a primeira decepção da noite: havia apenas uns 35 casais e nenhum deles era grande coisa. Singles (homens sozinhos), apenas uns dois ou três; mas parece que eram lanchinhos de casais, ou seja, não estavam lá à caça; pois já tinham vindo acompanhados.



Procuramos uma mesa e nos acomodamos. Ficamos avaliando a casa e o público. Até que haviam algumas pessoas interessantes (gostosas); mas eram poucas e fechadas em patotas.

Pedimos bebidas no bar (Red Bull com gelo) e fomos dar uma volta perto da piscina. Ficamos lá um tempo vendo se chegavam mais casais. Sem sucesso. A frequência do público realmente era fraca. Mesmo assim, continuávamos esperançosos de que a noite renderia uma boa farra.


Fomos passear nos “playrooms”. Não havia ninguém. Apenas uma suíte com porta fechada onde um casal pra lá de gordinho transava pelados. Numa outra suíte (onde havia alguns instrumentos de sadomasoquismo, pra quem curte ser amarrada e/ou algemada), um casal fazia fotos, com poses bem sensuais (a loira era muito gostosa e tinha uma bucetona linda). Nada além disso.


Escolhemos uma suíte e começamos a brincar, apenas eu e a Ninfogosa. A coisa esquentou e acabamos transando. Ela estava tarada, querendo mais uma rola. Teve um momento em que se levantou da cama e abriu a persiana da janela que dava para o corredor; para que outras pessoas pudessem nos ver. Não adiantou; não havia ninguém pra ver, quanto mais para interagir conosco.

Aproveitei e comi minha esposa com gosto e vontade. Dei uma senhora gozada e acabei sujando o pezinho dela (ela ficou puta da vida...rs). Pior é que diferente das casas de swing do Brasil; nessa não havia álcool gel e papel para nos limparmos. Tivemos que improvisar...

Nos arrumamos e voltamos pra balada. Os casais continuavam da mesma forma (poucos e espalhados pelos cantos; com exceção das patotas). Pedimos mais bebidas; demos mais uma volta e como não vimos nenhuma grande melhora; resolvemos ir embora cedo (1h30min).

Na saída; lá na recepção, pagamos a conta e ao nosso lado, sentada num sofá, a loira que estava sendo fotografada pelo marido fazia mais poses pras lentes do seu corninho exibicionista. Novamente, sou obrigado a dizer: que bela bucetona tinha a loira. 

Quando estávamos indo pro nosso carro; vimos que havia um rapaz atrás de nós. Ele disse algo em inglês; do tipo: “– Já estão indo embora?”. Respondemos que sim, que já estávamos satisfeitos. Entramos no nosso carro e ele entrou no dele (logo ao lado). Ai eu lembrei que esse era o single que estava na recepção, junto com um casal, quando chegamos.



Minha esposa ainda comentou: “- Ele até que é bonitinho.” Mas só. Se ela (ou ele) tivesse dito algo a mais; poderíamos tê-lo convidado para algo no carro, ou mesmo para retornarmos ao clube. Perdemos a chance. Faz parte. Depois ainda disse pra ela: "- Quando entramos no carro; você deveria ter vindo fazer um boquete em mim; e ai eu chamaria o amigo pra ver e perguntar se ele queria também...". A Ninfogosa se lamentou pela oportunidade desperdiçada e disse: " - Pois é; perdi a chance de conhecer uma pica americana.".

Por isso, fica a dica: quando encontrar um casal na balada liberal; arrisque (educadamente). Vai que você se dá bem...

terça-feira, 4 de março de 2014

RELATO ERÓTICO 100% REAL - CARNAINNER 2014

CARNAVAL INNER 2014

RELATO ERÓTICO 100% REAL - Fotos meramente ilustrativas

No sábado (01/03/2014); resolvemos ir ao INNER CLUB, em São Paulo; para curtimos uma noite de Carnaval. O tema da noite era a Copa do Mundo “Pelada com os amigos”. Na minha juventude, não tive grandes oportunidades de curtir a folia de Momo. Uma porque vim de uma família evangélica; outra porque casei pela primeira vez quando tinha apenas 23 anos de idade. Mesmo assim, sempre tive vontade conhecer um autêntico baile de Carnaval e ver se a putaria era tudo isso o que diziam.

Quando fiz a reserva da nossa mesa (camarote privativo, com cortina); perguntei como era o CarnaInner e a atendente me disse que o pessoal, principalmente a mulherada, usava fantasias e que os homens podiam ir de bermudas.

Cogitamos diversas fantasias pra nós. Pirata; Senhor e senhora incrível; Mulher Maravilha, etc. Acabou que a Ninfogosa escolheu sua fantasia; ela usaria sua roupa de látex by Ropharara. Seria a própria “putinha casada”. Roupa sensual, provocante, bem adequada para a personagem que criamos e que povoa o imaginário de tantos fãs.





Como de costume; fizemos reserva no Hotel Bourbon Ibirapuera e no dia da festa, fomos pra capital. Chegamos no meio da tarde e, assim que subimos ao nosso apartamento, entrei na internet para ver se pintava algum convite legal pro nosso “esquenta”. Enquanto isso, minha esposa foi ao Shopping Ibirapuera (ao lado do hotel) passear e fazer hora.

No começo da noite ela voltou pro hotel; tomou banho, se maquiou, passou perfume e purpurina por todo o corpo. Nos arrumamos e antes de sairmos; ainda fizemos uma sessão de fotos dela usando umas roupinhas que a deixaram ainda mais gostosa. Quase que a comi ali no hotel mesmo.

Não dava pra uma mulher séria, casada, sair do hotel vestida como uma puta; por isso, minha esposa saiu do Bourbon usando apenas um vestido leve, de seda e levou a fantasia numa bolsa; para se trocar no banheiro do Inner. Saímos por volta das 21h30; pegamos o carro e passamos rapidamente pela IBM e pela Rua Curitiba; pra ver se o dogging estava pegando.



Na IBM tinha movimento, alguns carros parados e dois homens na calçada, fazendo ponto. Mas nada que nos entusiasmasse. Seguimos pro Inner. Parei na porta e estranhei; pois não vi ninguém fantasiado. Entreguei o carro ao manobrista, entramos, fomos pra nossa mesa e realmente; tirando um detalhe ou outro na decoração, não havia nada que lembrasse um Baile de Carnaval.

Pela expectativa que tínhamos, achávamos que seria uma noite de muito samba, pagode, serpentina, confetes, espuma, mulatas, passistas, baterias de escola de samba; pouca roupa, calor e muita pegação, no melhor estilo “Carnaval das Brasileirinhas”. Mas nada. Só os mesmo os garçons e as recepcionistas da casa é que usavam camisetas e uns poucos adereços que sugeriam o Carnaval; mas o público, nada; que decepção. No início da noite, a música era boa (pop rock anos 80 e 90), mas não tinha nada à ver com samba. Acho que faltou empenho para a direção da casa. Quem sabe dar desconto para os casais quem fossem fantasiados; ou então fazer um concurso de fantasias, com prêmios?

Outra coisa. Essa política de cobrar caro de homem sozinho, como se o preço servisse para selecionar o público, não está dando certo. Casais pagam R$ 130,00; mulheres sozinhas pagam R$ 65,00 e homens pagam nada menos que R$ 440,00. Isso acarreta o seguinte. Em nome da economia, a rapaziada apela por levar  prostitutas daquelas bem baratas ou, então, se socorre daquelas barangas do bairro (aquelas que normalmente sóbrio, com luz, ninguém se atreve a comer). O resultado é que a gente se depara com cada figura mais exótica que a outra. Nesse sábado especificamente, havia uma baixinha, coroa, de agasalho (calça e blusa) da Adidas (e não parecia que era uma fantasia de Carnaval). Constrangedor...




Poxa; se o foco da casa são os casais que curtem ménage; não há porque cobrar tão caro dos homens desacompanhados. Creio que se cobrassem R$ 200,00 dos rapazes, já estaria bem razoável.

Além disso, rimos muito com as sócias do Enri Christi; do Dr. Evil (Austin Powers) e do Genilval Larceda.




Diante de tudo isso, e até mesmo para não ficar deslocada e perdida no meio do pessoal; resolvemos que a Ninfogosa não usaria a sua fantasia. Uma pena...

Tirando o que estava ruim, o resto estava bom. Nos acomodamos, pedimos bebidas; conversamos, avaliamos o público e depois de uns 30 minutos, resolvemos dar a primeira volta pelas áreas privativas, onde rola a putaria. Entramos na ala dos casais. O labirinto foi reformado. Está bem escuro, apertado e cheio de lugarzinhos para se fazer coisas gostosas com outros casais. Só faltou aparecer um casal interessante e compatível. Fora o ambiente; não vimos nada que nos agradasse e decidimos então ir ao lado dos solteiros.

De mãos dadas; cruzamos o setor das mesas e entramos pelo primeiro corredor (pra quem vem da chapelaria) e seguimos em frente; passando pelas cabines de glory hole. Entramos no dark room (sala coletiva); alguns casais e singles rondavam pelos cantos escuros; mas nada que fosse interessante.

Sem querer ser chatos; mas concluímos rapidamente que nunca havíamos vimos um público tão feio no Inner. Sim, também tinha gente bonita; claro, mas das outras vezes a coisa estava bem melhor. Mesmo assim, resolvemos colocar nossos planos sórdidos em prática; afinal, quem está na chuva é pra se molhar.

Fomos ao cinema. Na tela, uma branquinha encarava dois negões. Minha safada viu a cena e disse: - Olha muzão; que delícia...



Subimos até o fundo da sala (após a última fileira de poltronas); onde existe uma pequena cortina e fica mais escuro. Nos acomodamos e a Ninfogosa ficou à minha frente. Peguei-a pela cintura e comecei a me aproveitar dela. Primeiro levantei seu vestido e comecei a encher as mãos naquela bunda gostosa. Uma mão explora o rabão dela e outra os peitos. Ela rebolava, forçava a bunda pra trás e se esfregava em mim; dizendo que eu era safado e que queria dar muito, pra outros, na minha frente. Começou a fazer um carinho gostoso no meu pau, por cima da calça.




Tudo ia bem até que notamos um casal vindo em nossa direção. Acontece que de cara notamos que não era o tipo de casal que nos agradasse. Paramos nossa brincadeira e rumamos pras cabines de glory hole; depois dos banheiros.

Afinal, estou com quase 40 e aprendi que não devemos desperdiçar uma ereção. Vimos uma cabine aberta e entramos. Fechamos a porta, regulamos a luz e abrimos as janelinhas na divisória; por onde os singles poderiam interagir com a Ninfogosa. Foi algo instantâneo. Mãos e pênis começaram a surgir pelos buracos na parede. Minha esposa adorou e deu a devida atenção a todos. Dessa vez não apenas levantei, como tirei seu vestido. Ela ficou só de calcinha e sandálias. Aproveitei quando ela se inclinou para mamar uma pica; ficando de quatro na minha frente; puxei sua calcinha para o lado e meti firme, segurando-a pela cintura e bombando em sua bucetinha encharcada. Não demorei e gozei. Aliás; dei uma baita gozada.

Me limpei e peguei o celular pra tirar umas fotos. 






Deu tempo de ver a minha esposa mamando uma rola através do glory hole; e ainda se virando, de costas para a parede e ficar rebolando nas mãos dos caras. Depois de alguns minutos; fechamos as janelinhas, acendemos a luz e nos vestimos.

Saímos do glory hole e fomos para nossa mesa. Pedimos mais bebidas e comentamos sobre a primeira brincadeira da noite. Após uns 20 minutos de descanso; fomos pro segundo round.

Dessa vez, fomos direto para a ala do ménage (solteiros). O setor do ônibus, elevador erótico, cabines, salas dos fetiches e sala dos véus já estava aberto. Passamos por tudo; procurando possíveis vítimas. Minha esposa sempre levava uma passadinha de mão básica.

Subimos no ônibus (Innerbus) e fomos em direção à frente. O ambiente estava bem escuro, o corredor travado com pessoas que olhavam e bolinavam um casal que transava a nossa esquerda. Nos acomodamos num banco e um casal ficou ao nosso lado (de novo, nada muito interessante). Ficamos esperando pra ver se alguém chegava junto, mas nada.

Fomos ao dark room e só tinha velhos; passamos pelo cinema e nada. Daí fomos na sala dos véus; onde rolava um gang bang; com direito à plateia. Nos posicionamos ao redor da cama redonda e ficamos apreciando duas mulheres que satisfaziam cinco homens. Diversos casais e singles estavam por ali. A Ninfogosa parecia querer se juntar àquelas safadas; mas não houve uma iniciativa nesse sentido.

Voltamos pro dark room, cruzamos a cortina e ficamos no lado direito, maior breu. No lado esquerdo havia alguma movimentação de singles azarando um casal. Ela colocou o pé sobre o pequeno sofá ao nosso lado, foi o suficiente para começarmos uns amassos (nós 2) e eu atochar as mãos na bunda da safada. Sabia que era questão de instantes até algum macho colar nela.

Eu estava certo; e um casal boa pinta chegou. Os dois começaram a sarrar minha esposa. Eram 8 mãos (4 pessoas) se pegando e se explorando. Minha esposa estava de costas para o casal, com a bunda totalmente exposta e recebia os carinhos deles por trás e os meus pela frente. Também comecei a pegar a gatinha do outro casal, mas quando fui levantar a saia dela, tomei um toco. A Ninfogosa pegou no pau do amigo e sussurou em meu ouvido: - Muzão, ferrou, é um pauzão, muito grosso; não sei se aguento...

Formou-se um pequeno impasse. Uma porque a gatinha do casal era fresca e não queria nada além de umas pegadinhas. Outra porque o cara era superdotado; na grossura e a minha esposa tá acostumada apenas com picas do tamanho da minha (15 cm e grossura propocional). De repente, o casal que estava conosco se afastou para o outro canto; sendo imediatamente cercado por outros rapazes, enquanto eu continuei pegando minha esposa. Bastou mais um instante e vi que minha mulher foi em direção à um rapaz que estava encostado nas treliças da divisória. 




Só vi que o rapaz era forte e boa pinta (depois me liguei que era o mesmo do casal que a estava pegando antes).

Minha esposa chegou junto nele e o rapaz não perdeu tempo e se aproveitava como podia (sinal de que tinha gostado dela anteriormente). A companheira dele também se juntou a nós. Minha esposa levantou o vestido, expos a bunda e se virou de costas para o amigo, se inclinando pra frente; ocasião em que me disse: - Vou tentar...




Ainda vi o rapaz colocando a camisinha e pensei: Lá foi a bucetinha da minha esposa. Ela se inclinou pra frente, se apoiando em meus braços (corno serve pra isso) e levou a primeira estocada do amigo. No fim da noite ela me disse que quando a cabecinha da pica entrou; ela quase deu um grito. Enquanto olhava minha esposa levando rola, notei que uma mãozinha macia começou a me punhetar. Por conta da escuridão e do vuco-vuco, primeiro pensei que era a mão da Ninfogosa Só depois descobri que era a gatinha do outro casal. O rapaz bimbou um pouco e quando parecia que ia conseguir concluir; tomou um toco, respeitoso, da minha esposa; que disse: - Lamento, mas não dá.

Ela se arrumou rapidamente e saímos dali. Fomos pra nossa mesa. Mais bebidas, mais bate-papo. A Ninfogosa me disse que a pica do rapaz parecia uma lata de refrigerante, de tão grossa que era.

Descansamos por mais alguns minutos e resolvemos partir pro terceiro round. Primeiro fomos ver o show de stripers na pista de dança. Achamos curioso que na mesa atrás de nós, haviam dois senhores (na faixa dos 60 anos) conversando. Daqui a pouco chegam duas meninas novas, bem lindas, e uma delas fala pra outra: - Olha só, esse aqui que é o meu pai.

Passamos pela área dos casais; mas, novamente, nada muito interessante. Na área dos solteiros, como sempre; o bicho estava pegando, literalmente. Passamos pelo dark room e uns três casais estavam rodeados por singles. Como estava muito cheio, fomos para o cinema. Lá havia alguma agitação também. Dois casais transavam numa fileira de poltronas e em volta, diversas pessoas olhavam a cena e tentavam tirar uma casquinha. Subimos pela lateral direita e encontramos a coroa que estava “fantasiada” com o agasalho da Adidas. Acreditem: a pobre senhora dormia sentada; enquanto que, à menos de 2 metros dela, o pessoal transava alucinadamente.

Paramos quase no final do cinema; perto da cortininha. Ao nosso lado havia um rapaz. Até que era razoável. Comecei a levantar o vestido da Ninfogosa e passar a mão em sua bunda. Vi que ela gostou; mas acho que o colega não entendeu que aquilo era uma oferta pra ele; para que pudesse começar um esfrega gostosa; e saiu andando. Nesse momento, encontramos a segunda pessoa "fantasiada" de toda a festa: era um coroa com cap de comandante naval.

Logo percebemos que ali não iria rolar nada e saímos em direção ao Innerbus, que estava lotado. Passamos alguns apertos; com o corredor superlotado e como não achamos espaço pra ficar; acabamos descendo pela porta da frente, onde um abusado cravou a mão na bunda da minha mulher (não posso culpá-lo).

Entramos numa cabine na frente do ônibus. Fechamos a porta e logo um par de mãos e um pinto brotaram pelos buracos da divisória. Nessa cabine não há portinha para fechar o glory hole; portanto, as pessoas na outra cabine não têm grandes dificuldades para alcançarem seus objetivos. Minha esposa batia punheta pro amigo oculto; enquanto eu a pegava por trás. Quando vi aquela bundona; semi nua, rebolando na minha frente; enquanto se divertia com outro macho, comecei a bater uma punheta também.


De repente ela se virou de frente pra mim e colou a bunda na parede. O rapaz enfiou as mãos pelos buracos de glory hole, pegou-a pela cintura e cravou a pica (com camisinha) na bucetinha dela. Ela me chupava e levava rola por trás. Essa putaria durou alguns minutos, até o amigo gozar. Recompusemo-nos e saímos da salinha.

Chegamos na sala dos fetiches; onde dois casais transavam e as mulheres ainda brincavam com um go-go boy do Inner (vestia botas, sunga e máscara do Batman). Ponto positivo pro Inner; a ideia de liberar um go-go boy sarado pra brincar e agitar com a mulherada é interessante. Minha esposa ainda cogitou ir lá brincar com o herói mascarado; mas ficou só nisso. Passamos pelo corredor das cabines e chegamos na sala dos véus; onde rolava outro gang bang. Mais uma vez, paramos ao lado da cama redonda e ficamos observando.

Uma mulher, num frango assado, levava rola de um macho; enquanto outro enfiava a pica em sua boca. A plateia assistia e incentivava. Notei que havia um rapaz alto, do nosso lado esquerdo. Ele estava de olho na minha mulher. Não demorou e ele passou por nós e ficou ao lado dela. Desencostamos da cama e colamos na parede; comecei a dar uns amassos com minha esposa; expondo o rabão dela para o amigo. 

O vestidinho leve facilitava as coisas. Não demorou e o safado foi se chegando por trás dela. Os gemidos e sussuros da Ninfogosa ficaram diferentes. Eu sabia que estava sendo corno de novo.



Mais um outro casal passou e veio se juntar à nós. O marido começou a bolinar minha esposa; enquanto a mulher dele batia uma punhetinha pra mim. A Ninfogosa se inclinou em minha direção (o corninho serve pra dar apoio pra mulher) e disse no meu ouvido: - Me ferrei, outra picona, mas vou tentar...


De pé; O amigo vestiu uma camisinha e começou a comer minha mulher; enquanto eu a beijava e o outro amigo apalpava seus peitos. 




Dessa vez minha esposa aguentou o tranco e deu gostoso para esse rapaz. A farra durou alguns minutos; até que o amigo gozou. No final, teve direito à beijinho no rosto de despedida. Nisso, chegou o sósia do Genival Lacerda; que andava pela casa com um chapéu Panamá na mão; pedindo “uma moedinha”. Quando ele esbarrou no amigo que havia acabado de foder a Ninfogosa; viu a picona ainda ereta e falou coisas tão impertinentes quanto engraçadas; do tipo “ai meu Deus socorro; vira essa jeba pra lá; isso não é um homem; é um jegue...”.

Saímos dali e fomos pra nossa mesa; recuperar o fôlego. Pedimos mais algumas bebidas, conversamos sobre a noite e resolvemos fazer a saideira; ou seja, o quarto e último round.

Chegamos na sala dos véus e ficamos um tempinho admirando os dois casais que transavam e que eram assistidos por outras pessoas; além de nós. A situação era excitante e voltei a sofrer daquele problema dos homens tarados: uma ereção. A Ninfogosa percebeu e me chamou pra cadeia erótica. 




A safada queria ver como funcionava a cadeira erótica e começou fazendo um boquete no marido. Depois de algum tempo, ficou de quatro na cadeira e eu não tive alternativa, senão comê-la. Nisso chegaram dois casais que ficaram passando a mão nela (os rapazes e as moças) e em mim (as moças). A brincadeira durou alguns minutos, mas a posição da minha esposa era desconfortável; daí, eu e ela, fomos para uma cabine e terminamos nossa foda.

No balanço geral; o fato é que fechamos a noite; um pouco frustrados pelo Carnaval do Inner; mas satisfeitos com as brincadeiras que tivemos. Pra nós não tem tempo ruim.


Antes de irmos pro hotel, ainda passamos no Chico Hamburgueria; onde o rapaz da mesa ao lado veio brincar comigo, por conta do meu rosto cheio de purpurina. Mal sabe ele como foi que isso aconteceu.